Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Pedrinho Pepê

“Para o Bahia rebaixar é muito difícil. Perdemos de 5 a 1, depois de 7 a 3. Agora, empatamos em 1 a 1. Houve evolução”

Vereador do PMDB, ao defender a gestão do correligionário e presidente do E. C. Bahia, Marcelo Guimarães Filho

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Francamente

Prédio de 15 andares pega fogo em Brotas

Olá amigo, não é o prédio inteiro; é só um apartamento.

24/05/2013 - 10:41

Mira

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Entrevistas

Fabrizzio Müller

O superintendente de Trânsito e Transporte de Salvador, Fabrizzio Müller, anunciou, em entrevista ao Bahia Notícias, que, enfim, a Lei de Carga e Descarga será implantada na cidade. Segundo ele, o texto do decreto já está na fase final de redação e a grande novidade é a restrição de tráfego aos caminhões, mesmo vazios, em toda a capital baiana. "A minuta de decreto está pronta. Será passada para o prefeito para ser analisada e isso é para esse mês ainda", avisou, ao completar que tudo tem sido acertado com as empresas de logística: "Esse decreto não será apenas de carga e descarga, mas também de restrição de circulação. Não adianta liberar a carga e descarga, se os veículos continuarem circulando nos horários de pico. Vamos ter horários de restrição à circulação, que serão de 6h às 9h e de 16h às 20h". Müller ainda fez um balanço sobre a atual realidade da Transalvador, em que há déficit de pessoal e equipamentos, minimizou a greve de parte dos servidores, divulgou ações para coibir estacionamentos irregulares, negou a necessidade de rodízio de veículos e defendeu a realização de blitze diárias para combater o dueto álcool e direção. Ele repudiou a difusão de aplicativos nas redes sociais para que motoristas driblem as fiscalizações. "Eu lamento que existam pessoas que façam isso, porque a finalidade da blitz é salvar vidas. [...] A gente entende que não se educa um filho segunda, quarta e sexta. A educação é permanente e, como a Lei Seca é uma política até de governo para reduzir acidentes, a gente entende que ela também tem que ser permanente", avaliou. Apesar da falta de estrutura nas vias e da má qualidade do transporte público, no entendimento do gestor, o trânsito de Salvador tem solução. "Tem jeito, mas não é da noite para o dia. Não será em seis meses ou em um ano. O trânsito é dinâmico, complexo. As pessoas têm que ter um pouco de paciência, mas ele irá melhorar sim", concluiu.

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Multimidia

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O governo Fernando Henrique Cardoso transformou-se num estado de perplexidade permanente. Incrível o que acontece com um governo que, à primeira vista, teria tudo para realizar uma administração sem sobressaltos, além dos naturais, provenientes das medidas que está adotando e que compuseram parte do elenco das propostas de campanha do governo: as reformas à Constituição e o processo de privatização.
 
O presidente tratou de compor um arco político de apoio para tocar seus projetos sem maiores dificuldades. Pois bem. A receita está dando dor de barriga. O somatório do PSDB com o PFL, com o PMDB, com o PTB, com o PL, com o PPB, etc. Acabou com a oposição oficial e gerou outra dentro do próprio governo, em forma de intrigas, futricas, espionagem, enfim cascas de bananas que transformaram o Palácio do Planalto numa casa escorregadia, na qual todo cuidado é pouco para transitar em seus corredores.
 
Atrás da porta de qualquer gabinete, do Palácio ou dos prédios que abrigam os ministérios e órgãos de primeiro escalão, pode estar acontecendo, no exato momento, uma conspirata. Pratica-se, no governo FHC, o esporte do tiro ao alvo político. Como conseqüência, o governo se fragiliza e ao invés de ter uma atuação ágil – esta foi a razão da grande aliança – está emperrado. Todo mundo xinga todo mundo, todos desconfiam de todos. Enquanto isso, as reformas estão paralisadas, o governo vive um processo de letargia, e o presidente voa.
 
Agora está na China continental, substituindo, na visita, ao velho comandante Fidel Castro que lá esteve a semana passada. Certamente FHC vai passear nas muralhas milenárias da velha China, enquanto aqui o circo pega fogo. Antes, dizer que tudo estava azul, ou cor-de-rosa era significado de tranqüilidade, bom tempo. Pois bem. A República cor-de-rosa brasileira é um enxame como se verá, ainda esta semana, que ainda promete render em torno da pasta de anotações do banqueiro Ângelo Sá.
 
A vertigem de intrigas da República tucana é de tal ordem que ficou definitivamente para trás o caso do grampo telefônico, o tráfico do diplomata Júlio César Gomes, e só não se joga uma pá de cal no projeto que diz respeito à soberania nacional. Isso é importante, também. É porque está envolvido US$ 1,4 bilhão.
 
Brasília começa hoje a sua semana oficial. Convém ficar-se atento ao bailado dos mexericos e das pauladas verbais que o caso da pasta cor-de-rosa ainda produzirá.

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Marcelo Guimarães Filho deve deixar o comando do E.C.Bahia?

Artigos

Joseildo Ramos

22/05/2013 17:27

Uma Conquista do Povo da Bahia

O ano era 1999. A Assembleia Legislativa aprovava um Projeto de Lei do Executivo que abria espaço para a privatização da Embasa (Empresa Baiana de Água e Saneamento). Uma grande luta da sociedade, representada por amplos setores dos movimentos sociais, com destaque para os progressistas da Igreja Católica, ambientalistas e sindicalistas, evitou aquele que seria mais um “golpe” ao patrimônio dos baianos.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás

20/05/2013 08:47

Publicado no Jornal a Tarde em 5 de junho de 1989 - A Verdade da Mentira

Esta onda de moralização da Câmara Federal, a partir de ações desencadeadas por inspiração do presidente da Casa, deputado Paes de Andrade, soa tão falso quanto as pregações do candidato Fernando Collor de Mello, líder inconteste de todas as pesquisas eleitorais. Aliás, qualquer campanha de cunho moralizante neste país não oferece credibilidade. É mesmo para se desconfiar. É tal a crise ética e a desestruturação de princípios que tudo parece ter aspectos de mentira.

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