Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Sidônio Palmeira

"Não tenho interesse em ser presidente. O meu interesse é continuar comprando ingresso para aplaudir o time e não ficar torcendo para não cair no Brasileiro."

Marqueteiro e fundador do movimento "Bahia da Torcida", ao rebater o presidente do clube, Marcelo Guimarães Filho, e negar que a mobilização tenha raiz político-partidária.

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AL-BA aprova reajuste de 3,84% para servidores estaduais; aumento chegará a 5,84% em julho

5,84% não, isso é distorcer a informação e enganar o servidor. O aumento real foi de 3,92% MUITO abaixo da inflação!

22/05/2013 - 18:14

Antonio

Barbosa não diz quando o STF dará ponto final ao mensalão

já virou PIZZA.

22/05/2013 - 18:12

vânia

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Fabrizzio Müller

O superintendente de Trânsito e Transporte de Salvador, Fabrizzio Müller, anunciou, em entrevista ao Bahia Notícias, que, enfim, a Lei de Carga e Descarga será implantada na cidade. Segundo ele, o texto do decreto já está na fase final de redação e a grande novidade é a restrição de tráfego aos caminhões, mesmo vazios, em toda a capital baiana. "A minuta de decreto está pronta. Será passada para o prefeito para ser analisada e isso é para esse mês ainda", avisou, ao completar que tudo tem sido acertado com as empresas de logística: "Esse decreto não será apenas de carga e descarga, mas também de restrição de circulação. Não adianta liberar a carga e descarga, se os veículos continuarem circulando nos horários de pico. Vamos ter horários de restrição à circulação, que serão de 6h às 9h e de 16h às 20h". Müller ainda fez um balanço sobre a atual realidade da Transalvador, em que há déficit de pessoal e equipamentos, minimizou a greve de parte dos servidores, divulgou ações para coibir estacionamentos irregulares, negou a necessidade de rodízio de veículos e defendeu a realização de blitze diárias para combater o dueto álcool e direção. Ele repudiou a difusão de aplicativos nas redes sociais para que motoristas driblem as fiscalizações. "Eu lamento que existam pessoas que façam isso, porque a finalidade da blitz é salvar vidas. [...] A gente entende que não se educa um filho segunda, quarta e sexta. A educação é permanente e, como a Lei Seca é uma política até de governo para reduzir acidentes, a gente entende que ela também tem que ser permanente", avaliou. Apesar da falta de estrutura nas vias e da má qualidade do transporte público, no entendimento do gestor, o trânsito de Salvador tem solução. "Tem jeito, mas não é da noite para o dia. Não será em seis meses ou em um ano. O trânsito é dinâmico, complexo. As pessoas têm que ter um pouco de paciência, mas ele irá melhorar sim", concluiu.

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Segunda, 26 de Março de 2012 - 16:37

Publicado no Jornal A Tarde, em 08 de novembro de 1990 - Caçando Recursos

por Samuel Celestino

Mais cedo do que se esperava o governador eleito, Antonio Carlos Magalhães, iniciou perigrinações pelos gabinetes e Ministérios de Brasília para assegurar recursos aos projetos que pretende implantar na sua administração. Esses périplos deverão ser constantes, no próximo governo, de sorte que haja recursos para aplicações em programas. Mas não somente em relação ao governo federal. O governador eleito pretende utilizar as poucas fontes de financiamento internacionais, principalmente o BIRD e o Banco Mundial, que dispõem de programas para áreas específicas, como agropecuária. Há, por exemplo, à disposição do Estado da Bahia cerca de US$ 240 milhões na Coordenadoria de Ações Regionalizadas, CAR, que até aqui não foram utilizados, não por falta de projetos, mas por não cumprimento de todo o rito burocrático exigido pelo organismo financeiro internacional.

Não serão, porém, muitas as fontes de recursos para as unidades federadas, pelo menos, no próximo ano. Com relação aos recursos externos, as dificuldades são maiores, em razão do impasse estabelecido sobre o pagamento da dívida externa brasileira, que terá que ter uma solução até o final de dezembro, sob pena de o País sofrer um asfixiamento muito maior do que ora experimenta.
Duas áreas que terão prioridade na próxima administração para investimento de recursos serão educação e saúde. Em ambas há pretensões de inovação. No seu segundo governo, Antonio Carlos implantou escolas polivalentes no estado que, no entanto, não ofereceram os resultados esperados. Agora ele quer, tanto para esse setor como para a saúde, algo novo, daí o cuidado para a escolha dos secretários que respondam a essas preocupações.

Aliás, as consultas para a formação do primeiro escalão já se iniciaram, em círculos restritos. Embora o anúncio, conforme prometido, só seja feito em janeiro, a formação de um secretariado jovem tem sido uma preocupação de Antonio Carlos. Ele se defronta com dois problemas: o primeiro, óbvio, encontrar pessoas competentes dentro de um perfil que será a marca da futura administração e, segundo, a questão da remuneração. O problema, nesse último aspecto, é que o estado já não possui um bom quadro, diante da remuneração baixíssima que oferece. Nesses últimos tempos, houve um verdadeiro êxodo de bons profissionais do serviço público para a iniciativa privada, que remunera de forma infinitamente maior. Como pagar para ter bons técnicos, esse é um dos problemas do futuro governador.


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Marcelo Guimarães Filho deve deixar o comando do E.C.Bahia?

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Joseildo Ramos

22/05/2013 17:27

Uma Conquista do Povo da Bahia

O ano era 1999. A Assembleia Legislativa aprovava um Projeto de Lei do Executivo que abria espaço para a privatização da Embasa (Empresa Baiana de Água e Saneamento). Uma grande luta da sociedade, representada por amplos setores dos movimentos sociais, com destaque para os progressistas da Igreja Católica, ambientalistas e sindicalistas, evitou aquele que seria mais um “golpe” ao patrimônio dos baianos.

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20/05/2013 08:47

Publicado no Jornal a Tarde em 5 de junho de 1989 - A Verdade da Mentira

Esta onda de moralização da Câmara Federal, a partir de ações desencadeadas por inspiração do presidente da Casa, deputado Paes de Andrade, soa tão falso quanto as pregações do candidato Fernando Collor de Mello, líder inconteste de todas as pesquisas eleitorais. Aliás, qualquer campanha de cunho moralizante neste país não oferece credibilidade. É mesmo para se desconfiar. É tal a crise ética e a desestruturação de princípios que tudo parece ter aspectos de mentira.

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