

18/06/2013 - 08:58
18/06/2013 - 08:49
"Se a gente continuar, vai começar a desagregar.”
Senador do PT e pré-candidato a governador, sobre a antecipação do debate para a sucessão em 2014.
19/06/2013 - 12:33
carlos
19/06/2013 - 12:11
carlos
Na semana em que Salvador recebe os primeiros jogos da Copa das Confederações, o secretário estadual da Copa do Mundo de 2014, Ney Campello, admite, em entrevista ao Bahia Notícias, que a cidade não está totalmente pronta para receber o campeonato. “Acho que há uma distância daquilo que nós desejamos, do que nós projetávamos, que se deu, principalmente, em função da dificuldade do acordo institucional entre o governo do Estado e a prefeitura”, avalia. Mesmo assim, ele diz que tem sentimento de “dever cumprido” e elenca a herança dos eventos esportivos para o estado, como as reformas do Porto e do Aeroporto de Salvador e implantação de um sistema de videomonitoramento de segurança, o Centro Integrado de Comando Regional. Com os recentes transtornos no trânsito sentidos pelos soteropolitanos, o titular da pasta acredita que as mudanças pedidas pela Fifa são necessárias para dar suporte à realização dos jogos. “Não há como não ocorrer nenhum transtorno. O que faltou foi uma política de comunicação com a cidade sobre essa interdição”, sugere. Além disso, apesar da restrição de venda de acarajé dentro e no entorno da Arena Fonte Nova, Campello opina que as vendedoras do quitute “têm que comemorar muito o resultado”. Ele defende que a competição viabilizou geração de trabalho e renda para a população baiana, principalmente porque cerca de 600 ambulantes foram cadastrados para vender no raio de 2 km do entorno do estádio.
Segunda, 23 de Janeiro de 2012 - 13:30
por Samuel Celestino
A não ser o PT, que fez festas, e o PDT, que faz de conta que ganhou, os políticos e os partidos – de maneira geral- contabilizam, neste final de ano, perdas importantes. À primeira vista e à primeira análise, fecha-se um ano com uma impressão de uma guinada à esquerda, a tomar como base os resultados eleitorais de 15 de novembro. Não é bem assim. Em política, as propostas se exaurem e, num país em que os valores estão em crise, a sociedade se comporta não em função de impulso ou de convicção ideológica, mas de sentimentos de reação de e de protesto. Todas as análises sobre o comportamento da sociedade brasileira até aqui feitas, demonstraram que o comportamento da população está longe de qualquer tendência radicalizante. A desagregação de princípios é tal que a sociedade vive um momento de tanto-faz. Não importam valores e sim o que se contesta. Foi esta realidade que determinou os resultados eleitorais de 15 de novembro último, quando o sistema partidário nacional, foi posto à prova, com a ascensão de agremiações de esquerda, com vocação marxista, em detrimento dos partidos de centro-esquerda e, até, dos tradicionais marxistas, como PCB, e PC do B. Valeu a mensagem nova do PT, que se impôs como uma alternativa que tem como base a organização operária e sindical. Por ironia da história, esta organização é fruto do avanço capitalista brasileiro, do processo de industrialização que se iniciou de forma efetiva, nos anos 50, com Getúlio e, sobretudo Juscelino, que lançou as bases do parque automobilístico nacional.
Este processo, sem retorno, avançou durante o período da ditadura militar e, como conseqüência, ofereceu o contraponto, absolutamente natural e necessário, qual foi a organização, em bases modernas, do movimento sindical operário.
Quando o partido dos trabalhadores surgiu, no primeiro impulso transformador do sistema partidário brasileiro, após o destroçamento das organizações políticas, por força do Al-2, concebido por Castelo Branco, em 1965, houve uma grande reação contra Lula, que o liderava. De fato, Luís Ignácio foi o primeiro líder operário nacional moderno e, à época, significava uma espécie de Lech Walesa tupiniquim, de acordo com os críticos mais ácidos. Como Lula havia se imposto como líder dos trabalhadores metalúrgicos, entendia-se que ele, ao fundar o PT, estaria transcendendo os limites em que era aceito para aventurar-se num setor que não lhe competia e estes críticos vaticinavam não só o fracasso do líder metalúrgico como do seu partido.
A crise nacional e o avanço da sociedade num sistema aberto em que a vontade da cidadania é respeitada demonstraram o inverso. Hoje, o PT se impõe como uma força nacional e o líder que, há nove anos, fundou uma agremiação ousada, está incluído como um dos candidatos à Presidência da República e com potencial cada vez mais desprezível. Na verdade, a transição da sociedade brasileira vai além de um processo mutante entre um sistema autoritário e uma democracia moderna. O País está imerso em dúvidas, está descrente e em crise de valor. Um estágio desta ordem permite espaço para sobressaltos e é neste momento que as forças vivas são postas à prova: é preciso sensatez e entender como fato natural o avanço de forças que até então estavam sufocadas para não conturbar a transição institucional. Enfim, é necessário sabedoria.
Qual o legado que a Copa das Confederações deixará em Salvador?

18/06/2013 16:38
As últimas semanas marcaram o retorno a cena de jovens voltados a barrar o aumento das passagens na capital paulista. Além da truculência policial como impulsionador de novas mobilizações (o que demonstra apego a valores democráticos), em parte, a multiplicação de protestos buscam articular demandas que de longe se limitam a questões de mobilidade urbana. O repertório político consiste, grosso modo, em duas dimensões: uma geral e outra particular.
17/06/2013 07:24
Se o governado Antonio Carlos Magalhães convidar Itamar Franco para a inauguração do Teatro Castro Alves, sem dúvida que fará um bom negócio. Não como presença política, como presidente da república, porque o governador está em linha de oposição, mas sim como tração mesmo, para brilhar entre os artistas convidados para o show de abertura do TCA. Existe entre Itamar e a classe artística (feminina, claro) uma notável empatia.