Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Sidônio Palmeira

"Não tenho interesse em ser presidente. O meu interesse é continuar comprando ingresso para aplaudir o time e não ficar torcendo para não cair no Brasileiro."

Marqueteiro e fundador do movimento "Bahia da Torcida", ao rebater o presidente do clube, Marcelo Guimarães Filho, e negar que a mobilização tenha raiz político-partidária.

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Francamente

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Disso tudo só sei o seguinte: de todos os deputados só Uziel Bueno que se salva!!! Parabéns Uziel vc sim merece meu respeito

22/05/2013 - 14:47

vania Lima

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Entrevistas

Fabrizzio Müller

O superintendente de Trânsito e Transporte de Salvador, Fabrizzio Müller, anunciou, em entrevista ao Bahia Notícias, que, enfim, a Lei de Carga e Descarga será implantada na cidade. Segundo ele, o texto do decreto já está na fase final de redação e a grande novidade é a restrição de tráfego aos caminhões, mesmo vazios, em toda a capital baiana. "A minuta de decreto está pronta. Será passada para o prefeito para ser analisada e isso é para esse mês ainda", avisou, ao completar que tudo tem sido acertado com as empresas de logística: "Esse decreto não será apenas de carga e descarga, mas também de restrição de circulação. Não adianta liberar a carga e descarga, se os veículos continuarem circulando nos horários de pico. Vamos ter horários de restrição à circulação, que serão de 6h às 9h e de 16h às 20h". Müller ainda fez um balanço sobre a atual realidade da Transalvador, em que há déficit de pessoal e equipamentos, minimizou a greve de parte dos servidores, divulgou ações para coibir estacionamentos irregulares, negou a necessidade de rodízio de veículos e defendeu a realização de blitze diárias para combater o dueto álcool e direção. Ele repudiou a difusão de aplicativos nas redes sociais para que motoristas driblem as fiscalizações. "Eu lamento que existam pessoas que façam isso, porque a finalidade da blitz é salvar vidas. [...] A gente entende que não se educa um filho segunda, quarta e sexta. A educação é permanente e, como a Lei Seca é uma política até de governo para reduzir acidentes, a gente entende que ela também tem que ser permanente", avaliou. Apesar da falta de estrutura nas vias e da má qualidade do transporte público, no entendimento do gestor, o trânsito de Salvador tem solução. "Tem jeito, mas não é da noite para o dia. Não será em seis meses ou em um ano. O trânsito é dinâmico, complexo. As pessoas têm que ter um pouco de paciência, mas ele irá melhorar sim", concluiu.

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Terça, 17 de Julho de 2012 - 08:42

Coluna A Tarde: Partidos em ebulição

Os quatro principais partidos políticos brasileiros, PT, PSDB, PMDB e PSB irão disputar as eleições municipais nas principais capitais brasileiras e grandes cidades com candidatos próprios, aliando-se a legendas menores. Destaque para o PT, não pelo aspecto positivo, pelo contrário. De tantas estripulias cometidas ao exercer o poder, os petistas oferecem a nítida impressão de que poderão definhar, perdendo posições, mas, sobretudo, assistindo aos seus aliados em processo de crescimento, o que é natural. O PT completa dez anos de poder. Em certos aspectos, como o moral, por exemplo, a legenda contribuiu com o desgaste dos princípios que desabaram no setor público.
 
O desgaste do PT deve-se, em parte, a Lula. Em primeiro, a doença que enfrentou e venceu, deixando, no entanto, por ora seqüelas, que o impedem de realizar a política na sua plenitude e participar intensamente da campanha eleitoral. Por ora, está acampado em São Paulo, para ajudar o candidato que inventou, Fernando Haddad, que não dá sinais de que tenha condições de vitória, embora seja muito cedo ainda para afirmações. Não tem carisma, não sabe o que diz, perdeu aliados importantes, como a petista senadora Marta Suplicy, a “velha”, porque, de acordo com o slogan do seu candidato “agora é o novo”. Enfim, ele não vai bem. Se ganhar a estrela de Lula irá brilhará como nunca.
 
Nos demais estados fará, presumem-se, aparições relâmpagos, sem discursos inflamados à sua moda e jeito, em conseqüência do problema da laringe. De modo inverso, o ex-presidente tem perdido a sintonia com os bastidores onde tem atuado e cometido seguidos equívocos. Um deles arriscou a prefeitura do Recife numa confusão dos diabos que permitiu ao PSB de Eduardo Campos entrar na parada e lançar candidato próprio, dificultando, em muito, a campanha petista armada por Lula. Ainda por cima assistiu a um aliado deixar o páreo e, mais do que isso, completamente descontente, renunciar o mandato de deputado federal, abandonando a política.
 
Por ora, o grande nome na condução da política é o governador pernambucano, Eduardo Campos, que infla o PSB, que promete avançar e crescer muito nas eleições de outubro. Se isso acontecer o partido ficará muito bem nas eleições de 2014 e, a depender das circunstâncias à época, o próprio Campos poderá sair candidato a presidente da República. Tudo depende no estado de saúde de Lula e o interesse que Dilma demonstrar, somado ao governo que fizer. Por ora, ela trava uma batalha contra a crise econômica. Curioso é que, diante das dificuldades que encontra, já que até aqui, as medidas tomadas no setor não se encaixam nem fazem efeito, ela demonstra que pouca importância dá ao crescimento do PIB. Uma mudança recente. O PIB (conjunto de riquezas geradas por um país) é fator que revela o crescimento em todos os países. Aqui, parece que não se pretende que seja assim para se dar prioridade aos setores sociais. Estaria certo. Só que, para investir no social, é preciso que o País cresça economicamente e que não fique estagnado.    
 
Dos quatro partidos acima citados, dois –o PT e o PMDB,- têm candidatos a prefeitos em Salvador: Nelson Pelegrino e Mário Kertész. O PSB, que provavelmente teria chances com a candidatura de Lídice da Mata, preferiu continuar no alinhamento com o PT, enquanto o PSDB passou a apoiar ACM Neto, numa estranha história que tem enredo em São Paulo, com Serra, dá um pulo em Minas, onde está Aécio Neves. O resultado dos conchavos acabou asfixiando a candidatura, antes tida como certa, do ex-prefeito Antônio Imbassahy. Em resposta, Imbassahy faz silêncio. Praticamente Neto faz campanha com o seu partido, o DEM, porque não se vê um tucano em sua companhia nas suas caminhadas. Talvez seja diferente em São Paulo onde surgiram, em torno de Serra, os acontecimentos que vieram afastar o tucanato da campanha de Salvador. Por ora, o partido só contribuirá em agosto, entregando os minutos que tem para a propaganda eleitoral.
 
O PMDB é um partido crescente, mas seu problema é decidir quando deixará de ser coadjuvante para apresentar candidatos próprios na disputa do poder republicano. O último foi o extraordinário Ulysses Guimarães, que chegou tarde à primeira eleição direta depois da ditadura. O eleitorado preferiu o novo, Fernando Collor de Mello, um dos maiores erros cometidos em eleições. Uma figura, ora no Senado, que se tornou detestável em todos os sentidos, movido que é pelo ódio. Essas eleições municipais, portanto, podem ser importantes pra redesenhar o quadro partidário brasileiro. Se isso acontecer, terá reflexos nas eleições presidenciais e governamentais de 2014, e, consequentemente, também no pleito proporcional.
 
*Coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta terça-feira (17).

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Marcelo Guimarães Filho deve deixar o comando do E.C.Bahia?

Artigos

Gel Varela

16/05/2013 18:40

Violência: a obviedade não observada

O século XX foi marcado pela violência em sua dimensão geopolítica, porém,nesse início do século XXI, ou seja, nos últimos 13 anos, o acelerado conflito social parece sem precedentes na história. Dados do IBGE dizem que Estados, que no início da década ostentavam níveis moderados ou baixos para contexto nacional, apresentam crescimento severo, como Alagoas, Pará ou Bahia, que de 11º, 21º e 23º lugar passam para o 1º, 3º e 7º posto nacional, respectivamente, com crescimento que triplica ou quadriplica os quantitativos nesses 10 anos.

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20/05/2013 08:47

Publicado no Jornal a Tarde em 5 de junho de 1989 - A Verdade da Mentira

Esta onda de moralização da Câmara Federal, a partir de ações desencadeadas por inspiração do presidente da Casa, deputado Paes de Andrade, soa tão falso quanto as pregações do candidato Fernando Collor de Mello, líder inconteste de todas as pesquisas eleitorais. Aliás, qualquer campanha de cunho moralizante neste país não oferece credibilidade. É mesmo para se desconfiar. É tal a crise ética e a desestruturação de princípios que tudo parece ter aspectos de mentira.

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