Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Walter Pinheiro

"Se a gente continuar, vai começar a desagregar.”

Senador do PT e pré-candidato a governador, sobre a antecipação do debate para a sucessão em 2014.

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Francamente

'Minha candidatura está posta; depende de fatores', diz Geddel após reunião com presidente do PMDB

salvador está passando por isso graças a esse tal Geddel,O povo tem memória curta.

19/06/2013 - 14:30

Ronaldo Patrício

'O futebol é mais forte que a insatisfação do povo', diz Blatter

Se o povo gosta de festa, os governantes mais ainda. Vale a máxima, "festa para o povo e migalha para o povo".

19/06/2013 - 13:54

João Borges

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Entrevistas

Ney Campello

Na semana em que Salvador recebe os primeiros jogos da Copa das Confederações, o secretário estadual da Copa do Mundo de 2014, Ney Campello, admite, em entrevista ao Bahia Notícias, que a cidade não está totalmente pronta para receber o campeonato. “Acho que há uma distância daquilo que nós desejamos, do que nós projetávamos, que se deu, principalmente, em função da dificuldade do acordo institucional entre o governo do Estado e a prefeitura”, avalia. Mesmo assim, ele diz que tem sentimento de “dever cumprido” e elenca a herança dos eventos esportivos para o estado, como as reformas do Porto e do Aeroporto de Salvador e implantação de um sistema de videomonitoramento de segurança, o Centro Integrado de Comando Regional. Com os recentes transtornos no trânsito sentidos pelos soteropolitanos, o titular da pasta acredita que as mudanças pedidas pela Fifa são necessárias para dar suporte à realização dos jogos. “Não há como não ocorrer nenhum transtorno. O que faltou foi uma política de comunicação com a cidade sobre essa interdição”, sugere. Além disso, apesar da restrição de venda de acarajé dentro e no entorno da Arena Fonte Nova, Campello opina que as vendedoras do quitute “têm que comemorar muito o resultado”. Ele defende que a competição viabilizou geração de trabalho e renda para a população baiana, principalmente porque cerca de 600 ambulantes foram cadastrados para vender no raio de 2 km do entorno do estádio.

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Multimidia

Movimento invade Tancredo Neves

Movimento Passe Livre invade Tancredo Neves

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Quinta, 31 de Maio de 2012 - 10:14

Tuitando pelo BN - A história da calcinha na Câmara

por Samuel Celestino

Tuitando pelo BN - A história da calcinha na Câmara
No Congresso acontece de tudo. O mais recente fato –este engraçadíssimo- deu-se quando o colegiado estava tenso com a CPMI de Cachoeira e o zunzunzum do estranho encontro de Lula com o ministro Gilmar Mendes no escritório de Nelson Jobim. Maracutaias na pauta. Aconteceu que, de repente, surge a notícia de que um deputado, cujo nome não se sabe, deixara cair no plenário da Câmara uma calcinha – vermelha e branca com babados, tamanho grande e, pelo cheiro, usada. Estaria no bolso externo do paletó de um parlamentar. Um segurança, para não despertar atenção, com o pé empurrou-a para o canto. Passou a ser o assunto do dia. CPMI para um lado, Lula e suas traquinagens para outro. O importante era a calcinha e a caça ao seu dono? Teria ele a recolhido como recordação de uma amante fantástica? Seria um deputado que ainda está no armário e usa a roupa íntima em determinados momentos?  O presidente da Câmara, Marcos Maia, recolheu-a, envelopou-a e a encaminhou para o setor de achados e perdidos. Como ninguém apareceu para reclamar a posse, dizem que foi incinerada. Que pena!
 

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Qual o legado que a Copa das Confederações deixará em Salvador?

Artigos

Cláudio André de Souza

18/06/2013 16:38

A mobilização das ruas

As últimas semanas marcaram o retorno a cena de jovens voltados a barrar o aumento das passagens na capital paulista. Além da truculência policial como impulsionador de novas mobilizações (o que demonstra apego a valores democráticos), em parte, a multiplicação de protestos buscam articular demandas que de longe se limitam a questões de mobilidade urbana. O repertório político consiste, grosso modo, em duas dimensões: uma geral e outra particular.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás

17/06/2013 07:24

Publicado no Jornal A Tarde, em 26 de junho de 1993 - O Reforço da Sociedade

Se o governado Antonio Carlos Magalhães convidar Itamar Franco para a inauguração do Teatro Castro Alves, sem dúvida que fará um bom negócio. Não como presença política, como presidente da república, porque o governador está em linha de oposição, mas sim como tração mesmo, para brilhar entre os artistas convidados para o show de abertura do TCA. Existe entre Itamar e a classe artística (feminina, claro) uma notável empatia.

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