Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Pedrinho Pepê

“Para o Bahia rebaixar é muito difícil. Perdemos de 5 a 1, depois de 7 a 3. Agora, empatamos em 1 a 1. Houve evolução”

Vereador do PMDB, ao defender a gestão do correligionário e presidente do E. C. Bahia, Marcelo Guimarães Filho

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Deputados aprovam reajuste salarial dos servidores e governador

não foi aumento e sim correção salarial inferior às perdas

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rui sampaio

Ministro da Pesca, acusado de receber apoio irregular na Bahia, será investigado

O erro é da Presidenta Dilma, em colocar o Crivela em um Ministério. tem que ser apurada as denuncias mesmo, achando que não vai dar em nada . Viva o Corporativismo.

23/05/2013 - 17:10

Carlos Guedes

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Entrevistas

Fabrizzio Müller

O superintendente de Trânsito e Transporte de Salvador, Fabrizzio Müller, anunciou, em entrevista ao Bahia Notícias, que, enfim, a Lei de Carga e Descarga será implantada na cidade. Segundo ele, o texto do decreto já está na fase final de redação e a grande novidade é a restrição de tráfego aos caminhões, mesmo vazios, em toda a capital baiana. "A minuta de decreto está pronta. Será passada para o prefeito para ser analisada e isso é para esse mês ainda", avisou, ao completar que tudo tem sido acertado com as empresas de logística: "Esse decreto não será apenas de carga e descarga, mas também de restrição de circulação. Não adianta liberar a carga e descarga, se os veículos continuarem circulando nos horários de pico. Vamos ter horários de restrição à circulação, que serão de 6h às 9h e de 16h às 20h". Müller ainda fez um balanço sobre a atual realidade da Transalvador, em que há déficit de pessoal e equipamentos, minimizou a greve de parte dos servidores, divulgou ações para coibir estacionamentos irregulares, negou a necessidade de rodízio de veículos e defendeu a realização de blitze diárias para combater o dueto álcool e direção. Ele repudiou a difusão de aplicativos nas redes sociais para que motoristas driblem as fiscalizações. "Eu lamento que existam pessoas que façam isso, porque a finalidade da blitz é salvar vidas. [...] A gente entende que não se educa um filho segunda, quarta e sexta. A educação é permanente e, como a Lei Seca é uma política até de governo para reduzir acidentes, a gente entende que ela também tem que ser permanente", avaliou. Apesar da falta de estrutura nas vias e da má qualidade do transporte público, no entendimento do gestor, o trânsito de Salvador tem solução. "Tem jeito, mas não é da noite para o dia. Não será em seis meses ou em um ano. O trânsito é dinâmico, complexo. As pessoas têm que ter um pouco de paciência, mas ele irá melhorar sim", concluiu.

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Quinta, 26 de Abril de 2012 - 09:10

Coluna A Tarde: Sobre 'fios desencapados'

Temor sobre o que virá em termos de revelações da CPI Mista de Cachoeira se generaliza tanto no governo quanto na oposição. Em conseqüência, “balança o chão da praça” dos Três Poderes e isso poderá acontecer logo no início, com o depoimento de Antônio Pagot, que comandou o Dnit, e, logo depois, descontrolado com os acontecimentos, se desligou do PR, que detinha como se fosse seu o Ministério dos Transportes. Informa-se que ele estaria disposto a não deixar pedra sobre pedra e revelar tudo o que sabe sobre a influência de Carlinhos Cachoeira na área que comandava.

Uma matéria do jornal “O Globo”, na sua edição de ontem, relatava justo a apreensão acima referida de uma forma bem brasiliense: “alguns parlamentares davam, nesta terça-feira, novo apelido à investigação: CPI Jim Jones, porque vai morrer todo mundo abraçado, numa referência ao suicídio coletivo em 1978, na Guiana, que tinha à frente um líder de uma seita americana”.

Enquanto de um lado há a suposição de que a CPI vai apenas colocar à luz o que já foi apurado pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, outros acham que não, como é o caso do pessoal do PR. O deputado Blairo Maggi, um dos mais destacados do partido, teria advertido a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, sobre o estado descontrolado de Pagot.

Maggi usou o termo “fio desencapado” para relatar o desvario do ex-diretor geral do Dnit, que pretenderia falar, ao depor, “de tudo quanto é obra de rodovia e quem ordenou os contratos bichados em cada estado”. Se assim for, é exatamente o contrário do que pensa Maggi sobre Pagot, porque relatar o que se sabe é tudo o que se pretende e espera desta CPI, que nasceu estranha, por iniciativa do PT, e mais estranha ainda porque com as bênçãos de Lula em desacordo com o pensamento da presidente Dilma Rousseff.

Esta Comissão Parlamentar de Inquérito é muito diferente das outras já feitas nesta torta República. A princípio, não deveria interessar nem ao governo nem à oposição, ambos pecadores, mas o PT preferiu seguir a voz rouca de Lula e não seria a oposição que assumiria o ônus de dizer não. Poderá acontecer de tudo se surgirem “fios desencapados” nos depoimentos ou, quem sabe, se Carlinhos Cachoeira deixar de lado o silêncio e revelar o que foi por ele plantado. Nesse caso, como aqui na Bahia, para lembrar a trilha musical de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber, a seca no semiárido não permitirá que se materialize o verso “o sertão vai virar mar”, é possível que o mar se desloque para o Planalto Central e inunde o Centro-Oeste com um tsunami de corruptos afogados.

A CPI nasceu na suposição de que ela tiraria o foco da opinião pública voltada para o Supremo Tribunal Federal e o julgamento do mensalão. Deu-se justo o contrário: a pressão aumentou, inflamou os ministros do STF, acendeu, mais ainda, os holofotes da imprensa e o início do julgamento deverá acontecer ainda neste primeiro semestre, para o desespero dos 38 mensaleiros transformados em réus, dentre eles José Dirceu, segunda estrela do PT nacional.

Enfim, deu tudo errado para os petistas. A CPI está instalada e já começa a funcionar. Nesse início, servirá para esquentar o clima de expectativa que estará nervosamente à flor da pele quando o ministro presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, abrir a primeira sessão de uma série, para julgamento de um dos maiores escândalos da história republicana.

*Coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta quinta-feira (26).

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Joseildo Ramos

22/05/2013 17:27

Uma Conquista do Povo da Bahia

O ano era 1999. A Assembleia Legislativa aprovava um Projeto de Lei do Executivo que abria espaço para a privatização da Embasa (Empresa Baiana de Água e Saneamento). Uma grande luta da sociedade, representada por amplos setores dos movimentos sociais, com destaque para os progressistas da Igreja Católica, ambientalistas e sindicalistas, evitou aquele que seria mais um “golpe” ao patrimônio dos baianos.

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20/05/2013 08:47

Publicado no Jornal a Tarde em 5 de junho de 1989 - A Verdade da Mentira

Esta onda de moralização da Câmara Federal, a partir de ações desencadeadas por inspiração do presidente da Casa, deputado Paes de Andrade, soa tão falso quanto as pregações do candidato Fernando Collor de Mello, líder inconteste de todas as pesquisas eleitorais. Aliás, qualquer campanha de cunho moralizante neste país não oferece credibilidade. É mesmo para se desconfiar. É tal a crise ética e a desestruturação de princípios que tudo parece ter aspectos de mentira.

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