Com Samuel Celestino

Pérola do dia

Walter Pinheiro

“Se acharmos algo contra, algum elemento para isso, eu não tenho por que chamar governador para ouvir. Tenho que meter no STJ [Superior Tribunal de Justiça].”

Senador do PT, ao justificar a não convocação dos governadores supostamente envolvidos com o bicheiro Carlinhos Cachoeira para depor na CPI.

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Francamente

Lula volta a dizer que mensalão foi 'tentativa de golpe'

isso é o que podemos chamar-mos de CINISMO aff

22/05/2012 - 12:51

adson kleber

Imbassahy é internado com obstrução no sistema cardiovascular

A moda agora é o Sírio Libanês o governo poderia faz uma paceria pra atender o SUS nesse hospital, fica ai a diga

22/05/2012 - 11:46

LÚCIO OLIVEIRA BOMFIM

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Entrevistas

Tatiana Paraíso

Médica cardiologista, MBA em gestão de saúde e primeira-dama da capital baiana, Tatiana Maria Paraíso, 41 anos, é a titular da Secretaria de Saúde de Salvador desde o afastamento de Gilberto José (PDT) para disputar as eleições deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias, Paraíso falou das dificuldades encontradas na gestão da pasta, a relação com empresas filantrópicas, dos planos para sua vida pós-prefeitura, comentou sobre a virada no comportamento do maridão e chefe, o prefeito João Henrique. Tatiana se posicionou também sobre o episódio protagonizado pela deputada Maria Luiza Carneiro, que soltou o verbo na Assembleia Legislativa da Bahia ao expor o seu caso extraconjugal com JH e admitiu: “Meu paraíso é João Henrique”.

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Multimidia

Carpegiani é apresentado no Vitória

Paulo César Carpegiani foi confirmado como o novo técnico do Vitória.

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Sábado, 04 de Fevereiro de 2012 - 11:03

O medo em lugar da alegria

por Samuel Celestino

“Sorria, você está na Bahia”. Em lugar do desaparecido sorriso, o medo; em lugar da alegria, o temor de ver desaparecerem a cidade e seus encantos cantados em prosa e verso em outros tempos. O Carnaval, com pretensão de ser “a maior festa do mundo”, corre sério risco de ser de tristeza. Espera-se que não. A Bahia é notícia internacional. Está na primeira página do jornal “El País”, o principal da Espanha, que fala sobre a greve do setor da segurança,  sobre o Carnaval ameaçado e a violência. Está nos principais jornais do Brasil. O Globo e a Folha de S.Paulo contam a greve pelos mortos, pelo número de vítimas, pelos saques. Ambos falam em 29 homicídios. Já A Tarde se fixa em 34 homicídios desde que o movimento grevista começou, estabelecendo um regime de terror na cidade que já pediu sorriso. Salvador é uma capital de um turno só, o da manhã, porque tudo fecha a partir do meio dia com as informações sobre ações dos bandidos e dos policiais aquartelados. O prejuízo econômico é imenso: nas festas canceladas, no comércio, restaurantes fechados e nas avenidas fantasmas. Já houve, aqui, duas greves anteriores: a de 1991, no governo ACM, e a de 2001, no de César Borges. Nenhuma com o impacto e a violência que se observa neste movimento de agora. Pela primeira vez, as forças nacionais de segurança chegam a Salvador. Quem não chorou, na ditadura militar, ao ver as tropas do Exército (e da PM) reprimindo manifestações, observa-as agora,  com a conotação democrática, no entanto. Quem as viu a as enfrentou, lembra, incontinenti, do passado, dos tempos das trevas e do medo. Mesmo sabendo que as tropas de hoje são para assegurar a paz, perdida de há muito pelos baianos no processo de violência que transforma a cidade e o Estado em territórios sem lei. Não dá, simplesmente não dá, para entender como trabalha o setor de inteligência do aparelho policial, civil e militar, baianos. Será que não detectou o movimento grevista infiltrado nas tropas da PM? Se isso não aconteceu, há duas opções: ou não há inteligência ou o que existe é incompetência. Se houve a percepção, por que o governador Jaques Wagner não foi alertado, de modo a entender que seria inoportuno e temerário deixar o governo e viajar acompanhando a presidente a Cuba e ao Haiti?  Que, aliás, como disse em outro texto, é aqui? Mera lembrança da música de Caetano e Gil. O governo recebeu um impacto traumático. A violência alerta o comando do PT que o céu que alardeia só existe no imaginário de quem não quer ver. Em ano eleitoral se houver candidato competitivo da oposição à Prefeitura a legenda vai ficar em maus lençois. Quanto azar, Nelson Pelegrino! O que está a acontecendo atinge, indistintamente, todas as camadas sociais: a dos desempregados, a da baixa renda e as classes de maior poder aquisitivo. A revolta é geral diante do terror implantado a partir de uma greve que acabou por entregar Salvador e as principais cidades do Estado aos criminosos para saquearem o que bem entenderem. Para cometerem homicídios. Enfim e de resto todo o tipo de crime. Vale pedir paciência à população? Não pretendo ser irônico a tal ponto. Lamento o que acontece e confesso que não consigo afastar do pensamento o slogan que martela, repetidamente: “Sorria, você está na Bahia.”

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Artigos

Marco Lomanto

19/05/2012 00:00

O turismo receptivo e a escalada dos grandes eventos rumo a 2016

O Brasil, definitivamente, vive a escalada dos grandes eventos esportivos internacionais. Até 2016, com a realização de megaeventos, como Copa FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que mobilizarão multidões e grandes volumes de recursos. Com a aproximação dessas realizações, o setor de turismo precisa aprofundar o debate sobre os impactos e oportunidades que têm surgido, como esses eventos podem impactar na imagem do país e das cidades e como eles podem contribuir para mudar a indústria de viagens, especialmente do turismo receptivo.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás

21/05/2012 15:48

Publicado no Jornal A Tarde em em 02 de março de 2005 - Ironia ou sabedoria do aumento

Enquanto o País, atônito, perplexo e indignado, acompanha as estripulias do presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, com a sua indecente proposta de aumentar em 67% os salários dos deputados, passando-os de pouco mais de R$ 12 mil para R$ 21,5 mil, além da verba do gabinete que sairia de R$ 35 mil para R$ 45 mil, o presidente Lula aparece em cena e propõe 0,1% de aumento para os servidores da União.

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