Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Marcelo Guimarães Filho

"Não existe chance alguma de renunciar. Encaro os protestos e movimentos com muita serenidade"

Declarou o presidente do Bahia ao falar sobre a possibilidade de deixar a liderança do clube e sobre o "Movimento Bahia da Torcida"

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Entrevistas

Marina Silva

De olho no calendário eleitoral e no relógio, a ex-senadora Marina Silva tem rodado o Brasil com o objetivo de coletar assinaturas para a criação do partido Rede Sustentabilidade. Na última semana, a ex-verde esteve em Salvador, capital do estado onde conseguiu 10 mil assinaturas, de acordo com ela, e conversou com o Bahia Notícias sobre o caráter do movimento, que começou a ser discutido ainda em 2011, após sua saída do Partido Verde. “A experiência socialista no mundo causou a degradação ambiental no mesmo nível que a experiência capitalista. Então, a sustentabilidade está à frente destes dois modelos, igualmente insustentáveis do ponto de vista do equilíbrio do planeta. (...) Nós somos sustentabilistas. É uma palavra nova. Assim como esquerda e direita foram palavras novas na Revolução Francesa”, comparou. Ministra do Meio Ambiente ainda na gestão Lula, Marina criticou o governo Dilma pelo projeto que pretende dificultar o acesso de novas legendas a recursos do Fundo Partidário e tempo de propaganda, além de prometer entrar com uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal, caso o texto seja aprovado no Congresso. “É um projeto claramente direcionado à Rede. E eu digo mesmo. Claro que o governo e o PT sabem que as ideias novas, a palavra nova, têm força. E hoje nós estamos com 300 mil assinaturas, com três meses de criação. Para chegar a isso, a maioria dos partidos leva de oito meses a um ano”, disse. Além de reafirmar sua posição contrária ao casamento gay – e à realização de um plebiscito sobre o tema – Marina contou que o assunto será discutido, junto com a descriminalização do aborto e das drogas, em um congresso da Rede, provavelmente em setembro de 2014.

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Multimidia

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Atleta fará a luta principal do Imperium MMA Pro III

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Governo sanciona lei orçamentária de 2013, com previsão para mínimo de R$ 667,75
A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013 com 25 vetos, segundo edição extra do Diário Oficial da União, publicada neste sábado (18). Por orientação dos ministérios do Planejamento e da Fazenda, a presidente vetou um parágrafo que determinava ao governo definir, em conjunto com as centrais sindicais e entidades de aposentados e pensionistas, uma política de valorização dos benefícios, com valor acima do salário mínimo, pagos pela Previdência Social. "Por não se tratar de regra para a elaboração da proposta orçamentária de 2013, não se coaduna com o objetivo da LDO a discussão sobre política de reajuste dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social", explicou a presidente em seu veto. A LDO estabelece os parâmetros que devem ser seguidos para a montagem do Orçamento federal. A proposta orçamentária, com as previsões de receitas e despesas para o próximo ano, deve ser encaminhada ao Congresso até o final do mês. A LDO prevê que o valor do salário mínimo deve passar para R$ 667,75 no ano que vem, ante os atuais R$ 622. Informações de A Tarde.

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Artigos

Gel Varela

16/05/2013 18:40

Violência: a obviedade não observada

O século XX foi marcado pela violência em sua dimensão geopolítica, porém,nesse início do século XXI, ou seja, nos últimos 13 anos, o acelerado conflito social parece sem precedentes na história. Dados do IBGE dizem que Estados, que no início da década ostentavam níveis moderados ou baixos para contexto nacional, apresentam crescimento severo, como Alagoas, Pará ou Bahia, que de 11º, 21º e 23º lugar passam para o 1º, 3º e 7º posto nacional, respectivamente, com crescimento que triplica ou quadriplica os quantitativos nesses 10 anos.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás

13/05/2013 07:32

Publicado no Jornal A Tarde, em 5 de fevereiro de 1982 - A Estratégia da Aranha

Os passos e as decisões do processo sucessório baiano não aconteceram aleatoriamente. São partes de um todo, de uma estratégia trançada pelo governador Antônio Carlos Magalhães que envolveu todo o partido, a partir das suas bases, das suas representações legislativas e que se afunilou sobre as lideranças em marcha batida, fechando os espaços possíveis a uma contra-manobra.

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