
“E não é porque somos da base aliada que iremos esconder nossa insatisfação na segurança que continua a mesma de cinco anos atrás.”
Vereador Moisés Rocha (PT), ao justificar seu projeto de implantação de câmeras em viaturas e alfinetar o próprio governo do seu partido.
Inconcebível, inacreditável, execrável a negociação da prefeitura com os vereadores da Base governista, seguramente excluídos os do PDT, conforme a reportagem do jornal A Tarde e do Bahia Notícias, de oferecer asfaltamento de ruas aos edis, como moeda de troca para evitar a instalação da Comissão Especial de Inquérito (CEI).
Hari Alexandre Brust - Salvador (BA)
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Foto: José Cruz/ Agência Brasil

Peemedebista não quis comentar caso, mas admitiu que matéria está correta
O presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) empregou a irmã por parte de pai, Ana Maria da Costa Bastos, 67 anos, em seu gabinete. De acordo com a edição desta quarta-feira (9) do jornal a Folha de São Paulo, o peemedebista maranhense eleito pelo Amapá escondeu a nomeação da parente, que atuou na Casa entre 2005 e 2008, quando foi exonerada por meio de um ato secreto. Segundo a matéria, ela não tem o mesmo sobrenome porque a família não tinha o Sarney até 1965. A médica exerceu a função de secretária parlamentar, com salário de R$ 7,4 mil, mas foi rebaixada a assistente dois meses depois, com um salário de R$ 4,9 mil. Depois de trabalhar com o irmão, ela foi transferida para o gabinete do seu aliado, Edison Lobão, atual ministro das Minas e Energia. Apesar de afirmar que jamais praticou nepotismo, o chefe do Congresso Nacional não quis comentar o assunto, mas disse que a reportagem não estava errada. Com informações da Folha e do G1.
(Evilásio Júnior)
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