
“E não é porque somos da base aliada que iremos esconder nossa insatisfação na segurança que continua a mesma de cinco anos atrás.”
Vereador Moisés Rocha (PT), ao justificar seu projeto de implantação de câmeras em viaturas e alfinetar o próprio governo do seu partido.
Inconcebível, inacreditável, execrável a negociação da prefeitura com os vereadores da Base governista, seguramente excluídos os do PDT, conforme a reportagem do jornal A Tarde e do Bahia Notícias, de oferecer asfaltamento de ruas aos edis, como moeda de troca para evitar a instalação da Comissão Especial de Inquérito (CEI).
Hari Alexandre Brust - Salvador (BA)
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Foto: Reprodução TV Câmara

"Até minhá avó pediu a aprovação da revisão"
A votação da proposta de vinculação da remuneração dos aposentados e pensionistas acima do salário mínimo ao seu índice de reajuste foi adiada por tempo indeterminado nesta quarta-feira (4) na Câmara Federal. A manobra, articulada pela bancada governista, teve como protagonista o deputado baiano João Carlos Bacelar (PR), relator da Medida Provisória (MP) 446, que trata de pequenas centrais hidrelétricas e trava a pauta da Casa, que pediu mais tempo para analisá-la. Com a galeria lotada de manifestantes que cobravam a apreciação do projeto dos aposentados, ele subiu ao plenário, ressaltou não ser o responsável pela matéria e em sua defesa justificou uma questão familiar. “Até a minha avó pediu a aprovação da revisão”, disse. Sem a votação da MP, a proposta de reajuste, que é uma lei ordinária, é impedida de ir a pleito. Como na próxima semana entrarão na pauta os quatro projeto do marco regulatório do pré-sal, o incremento dos pensionistas fica para a “de fora”.
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