
“Nos sentimos desrespeitados. Vamos ingressar com uma ação na Procuradoria da Assembleia contra a Polícia Federal, pois é um desrespeito à Assembleia. Esta é uma atitude lamentável e arbitrária que desmascara as ações da Polícia Federal na Bahia. Isso é resquício dos calabouços da ditadura militar. Me sinto envergonhado. Se eles negam a possibilidade de um parlamentar ver Babau atestam que ele é um preso político. Isso é uma represália por conta das denúncias de tortura.”
Yulo Oiticica, deputado estadual (PT), em protesto após ser barrado na Polícia Federal com comitiva que tentava vistoriar as condições do Cacique Babau, preso acusado de invadir fazendas em Ilhéus e entrar em confronto contra policiais, que teria sido agredido por agentes da PF.
Não tem mais jeito, o povo do interior já escolheu o seu Senador! Waldir Pires
Ricardo Reis - Salvador (BA)
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Foto: Max Haack/Bahia Notícias
César Borges, que era carlista, faltou a homenagem ao ex-chefe
O senador César Borges (PR), o ex-governador Paulo Souto (DEM) e o ex-prefeito Antônio Imbassahy (PSDB), três quadros de ponta no tempo em que Antonio Carlos Magalhães comandava a Bahia, foram os ausentes notados ontem, no segundo aniversário da morte do ex-senador, quando o mausoléu dele no Campo Santo foi abençoado por padre Sadock. As razões: César Borges estava em Genebra, Suiça, em missão do Congresso, e Paulo Souto está na Espanha. Antônio Imbassahy, que estava no litoral norte, chegou atrasado. O senador João Durval (PDT) e o prefeito João Henrique (PMDB), que chorou durante a homenagem, estavam lá. Chorou, aliás, mais do que os carlistas que derramaram lágrimas. E olha que JH nunca foi carlista. João Durval, sim, governou a Bahia, ao derrotar Roberto Santos, em 1981, na primeira eleição direta, ainda na época da ditadura, escolhido por ACM após a morte, em desastre aéreo, do seu candidato, Clériston Andrade, que havia sido prefeito de Salvador (nomeado por ACM) e presidente do Baneb, que, depois, viria a ser leiloado na bacia das almas, entregue ao Bradesco por pouco mais de R$200 milhões. Aliás, o segundo aniversário da morte do chefe do carlismo, que deu cartas na Bahia por décadas, teve o brilho que não aconteceu no primeiro ano da sua morte. Assim, mesmo dois anos após a morte, o antigo cacique político da Bahia ainda está vivo para a política estadual. Ressurreição do carlismo?
(Samuel Celestino)
O presidente Lula conseguirá refazer a parceria entre Wagner e Geddel?
NEM COM UMA FLOR
