
“E não é porque somos da base aliada que iremos esconder nossa insatisfação na segurança que continua a mesma de cinco anos atrás.”
Vereador Moisés Rocha (PT), ao justificar seu projeto de implantação de câmeras em viaturas e alfinetar o próprio governo do seu partido.
Inconcebível, inacreditável, execrável a negociação da prefeitura com os vereadores da Base governista, seguramente excluídos os do PDT, conforme a reportagem do jornal A Tarde e do Bahia Notícias, de oferecer asfaltamento de ruas aos edis, como moeda de troca para evitar a instalação da Comissão Especial de Inquérito (CEI).
Hari Alexandre Brust - Salvador (BA)
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Foto: Max Haack/ Bahia Notícias
Depois de muito sufoco na tentativa de vencer a truculência dos seguranças do governador, a reportagem do BN conseguiu conversar com Jaques Wagner. Ele admitiu que o fato de o estado ter perdido 500 milhões em arrecadação nos últimos meses dificultou a quitação de dívidas com fornecedores. “É um momento de crise mundial, mas continuo dizendo que 2009 é o ano da gestão. Esta é a prioridade do meu governo. Certamente vamos honrar todos os nosso compromissos”, observou. Wagner, no entanto, foi prudente ao ser confrontado com o caso Sarney e a posição do governo Federal. “Acho que o presidente Lula tem sido cauteloso em suas posições. Não que ele defenda a corrupção, mas não se pode dar uma sentença capital logo no início das investigações”, disse. Por fim, ele negou de forma categórica que a prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, tenha seu apoio pela presidência regional do PT. “Meu candidato é a unidade. Não acredito em dois projetos diferentes para o PT. Eu apoio o consenso e todos sabem disso.”
(Daniel Pinto)
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