
“E não é porque somos da base aliada que iremos esconder nossa insatisfação na segurança que continua a mesma de cinco anos atrás.”
Vereador Moisés Rocha (PT), ao justificar seu projeto de implantação de câmeras em viaturas e alfinetar o próprio governo do seu partido.
Inconcebível, inacreditável, execrável a negociação da prefeitura com os vereadores da Base governista, seguramente excluídos os do PDT, conforme a reportagem do jornal A Tarde e do Bahia Notícias, de oferecer asfaltamento de ruas aos edis, como moeda de troca para evitar a instalação da Comissão Especial de Inquérito (CEI).
Hari Alexandre Brust - Salvador (BA)
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Agência Brasil desmente nota do prefeito divulgada ontem
Não são poucos os políticos que dizem uma coisa a jornalistas e, arrependidos depois, afirmam que não disseram aquilo. Depois de acusar o governador Jaques Wagner (PT) e o ex-governador Paulo Souto (DEM) de nunca terem ajudado na organização do Carnaval de Salvador, o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) divulgou nota ontem negando a entrevista que deu à Agência Brasil, na última quarta-feira, na qual afirma que deixava de pagar a merenda escolar e remédios para os postos de saúde para bancar a festa momesca, cujo orçamento está estimado em R$ 30 milhões. Assim que soube da polêmica, a Agência Brasil colocou no seu site a íntegra da entrevista concedida por João Henrique, como destacou hoje o jornal A Tarde (clique aqui para ouvir). Na entrevista ä jornalista Luciana Lima, JH é claro ao dizer: “O que acontecia: a gente acabava deixando de pagar a merenda escolar, os remédios dos postos de saúde para pagar as despesas do Carnaval”. O desmentido do prefeito não sensibilizou a bancada da oposição na Câmara Municipal, que decidiu convocar os secretários da Saúde, José Carlos Brito, e da Educação, Carlos Ribeiro Soares, para prestarem esclarecimentos.
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