Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Depois de iludir o Galego (Jaques Wagner) e fazê-lo acreditar que Piligrino seria prefeito de Salvador, o tal do Marcelo Nilo, fanfarrão de ofício, vem pra cá com a conversinha de que não é dono do Datanilo. Ora, garanto que se o PT ganhasse as eleições ele não estaria dizendo isso. Dizer que o Datanilo não lhe pertence é, no mínimo, ser muito dissimulado. Falando em fanfarrão, o Romano Coletor de Impostos, mais conhecido como Mauro Ricardo, está me saindo um expert. Depois de alardear que só paga a quem não está no Cadin e a quem o prefeito determinar, continuo achando o seguinte: Romano deve explicações à sociedade soteropolitana, pois ainda não disse qual foi a empresa que JH pagou R$ 90 milhões em duplicidade. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Fabrício Falcão

“Falo não só porque o prefeito é do meu partido, mas porque esse Bruno Reis é um caluniador mentiroso.”

Deputado estadual pelo PCdoB, ao rebater a denúncia do presidente do PMDB em Salvador, Bruno Reis, de que um carro oficial da prefeitura de Itagibá teria sido usado para campanha do PT.

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Francamente

?O PT perde uma de suas vozes mais atuantes?, lamenta Wagner pela morte de Rilza Valentim

PERDEMOS UMA GRANDE COMPANHEIRA. MINHAS CONDOLÊNCIAS. PAULO SÉRGIO MARTINS DOS SANTOS PT - TAPEROÁ - BAHIA

25/07/2014 - 09:47

PAULO SERGIO MARTINS DOS SANTOS

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Entrevistas

Marcelo Nilo

Concorrente ao sétimo mandato na Assembleia Legislativa em outubro, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT), admite dificuldades para se reeleger. No seu entendimento, um atual deputado federal da oposição que tenta regressar à AL-BA é o favorito a liderar a disputa. "Acho que o filho de Paulo Souto [Fábio Souto], por ser filho do candidato, provavelmente será o mais votado. Eu não estou preocupado se serei o mais votado e sim se vou me eleger. Porque o mar é feito de gotas d’águas e cada voto é uma gota d’água", comparou, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele diz já ter superado a derrota na disputa a membro da chapa majoritária, devido à escolha do petista pelo governador Jaques Wagner (PT). Nilo revela que foi chamado pelo prefeito ACM Neto (DEM) para integrar a chapa oposicionista, capitaneada por Paulo Souto (DEM), mas declinou do convite. “Ser convidado pelo outro lado para fazer parte da chapa fez me sentir honrado. Agradeci e disse que ficava muito feliz, mas, infelizmente, não poderia ir porque estou há 24 anos fazendo política de um lado”, justificou. O chefe do Legislativo baiano ainda opinou sobre o imbróglio administrativo entre Neto e Wagner, gerado com a criação da Entidade Metropolitana, e prometeu que a Casa deve fazer um mutirão para aprovar projetos pendentes antes de o plenário ser esvaziado com a proximidade da eleição.

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Multimidia

Veja os lances de Vitória 0x0 Corinthians

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Quinta, 06 de Maio de 2010 - 09:01

GREVE DA CONSTRUÇÃO CIVIL CHEGA AO FIM


Wagner pretendia entregar a Via Expressa no dia 2 de julho, mas obras ficaram 20 dias paradas

O Sindicato da Construção Pesada na Bahia (Sintepav) fechou um acordo com os empresários e pôs fim à greve que durou 20 dias e paralisou 30 mil trabalhadores, 73 empresas e mais de 150 obras em todo o Estado, dentre elas a Via Portuária Expressa, o Emissário Submarino da Boca do Rio e o metrô de Salvador. Os trabalhadores conseguiram um aumento salarial de 11%, horas-extra pagas no valor de 100% acima do piso normal e o recebimento de R$100 mensais para auxílio da cesta básica. Eles voltaram aos canteiros de trabalho na tarde desta quarta-feira (5). “Esse foi um dos melhores resultados obtidos em negociações trabalhistas no Brasil. O Rio de Janeiro conseguiu apenas 7%, enquanto os sindicatos de São Paulo, Camaçari e Salvador, 8%. Além disso, o Sintepav reconheceu apenas os 14 dias úteis da greve: 7 dias foram abonados pelos patrões e os outros sete serão pagos pelos operários em três sábados”, explicou Adalberto Galvão, presidente do Sintepav. Adalberto explicou que a duração da greve foi resultado da postura “intransigente” das empresas que queriam oferecer apenas 7% à categoria, que reivindicava 12%. Com o novo salário, os trabalhadores vão passar a ganhar entre R$1.000 e R$3.000. Informações da Tribuna.


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