Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Depois de iludir o Galego (Jaques Wagner) e fazê-lo acreditar que Piligrino seria prefeito de Salvador, o tal do Marcelo Nilo, fanfarrão de ofício, vem pra cá com a conversinha de que não é dono do Datanilo. Ora, garanto que se o PT ganhasse as eleições ele não estaria dizendo isso. Dizer que o Datanilo não lhe pertence é, no mínimo, ser muito dissimulado. Falando em fanfarrão, o Romano Coletor de Impostos, mais conhecido como Mauro Ricardo, está me saindo um expert. Depois de alardear que só paga a quem não está no Cadin e a quem o prefeito determinar, continuo achando o seguinte: Romano deve explicações à sociedade soteropolitana, pois ainda não disse qual foi a empresa que JH pagou R$ 90 milhões em duplicidade. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Edson Valadares

"As redes sociais são importante espaço de informação, e não da mentira. Ao fraudar um vídeo com fotos compradas, o ex não só confessa que não fez, como desrespeita a inteligência e memória do povo baiano."

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O assunto dessa complexidade deve ser tratado junto aos profissionais que militam e usam essas leis. CAU, CREA, IAB, Clube ENGª

24/07/2014 - 14:03

LUIZ CARLOS CARVALHO D'ALMEIDA

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Marcelo Nilo

Concorrente ao sétimo mandato na Assembleia Legislativa em outubro, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT), admite dificuldades para se reeleger. No seu entendimento, um atual deputado federal da oposição que tenta regressar à AL-BA é o favorito a liderar a disputa. "Acho que o filho de Paulo Souto [Fábio Souto], por ser filho do candidato, provavelmente será o mais votado. Eu não estou preocupado se serei o mais votado e sim se vou me eleger. Porque o mar é feito de gotas d’águas e cada voto é uma gota d’água", comparou, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele diz já ter superado a derrota na disputa a membro da chapa majoritária, devido à escolha do petista pelo governador Jaques Wagner (PT). Nilo revela que foi chamado pelo prefeito ACM Neto (DEM) para integrar a chapa oposicionista, capitaneada por Paulo Souto (DEM), mas declinou do convite. “Ser convidado pelo outro lado para fazer parte da chapa fez me sentir honrado. Agradeci e disse que ficava muito feliz, mas, infelizmente, não poderia ir porque estou há 24 anos fazendo política de um lado”, justificou. O chefe do Legislativo baiano ainda opinou sobre o imbróglio administrativo entre Neto e Wagner, gerado com a criação da Entidade Metropolitana, e prometeu que a Casa deve fazer um mutirão para aprovar projetos pendentes antes de o plenário ser esvaziado com a proximidade da eleição.

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Terça, 04 de Fevereiro de 2014 - 08:40

Ordenamento do comércio de rua chega ao bairro da Liberdade antes do carnaval, diz Semop

Ordenamento do comércio de rua chega ao bairro da Liberdade antes do carnaval, diz Semop
Foto: Mauro Akin Nassor/Correio
Antes do carnaval, o comércio de rua no bairro da Liberdade, em Salvador, será reorganizado. Segundo a Secretaria Municipal da Ordem Pública (Semop), a previsão é de que, até o dia 20, os trabalhos comecem. Contudo, a ação não será a mesma realizada no centro da cidade. “Diferente da Avenida Sete, na Lima e Silva não temos transversais para alocar o comércio. Vamos, então, pensar em uma rua para o uso coletivo, que permita o comércio, mas que também seja possível ter uma organização para quem quer caminhar na calçada”, afirmou a titular da pasta Rosemma Maluf. No bairro da Liberdade, os equipamentos dos ambulantes serão padronizados e só poderão atuar na área os vendedores licenciados. A Semop contabiliza cerca de 210 ambulantes cadastrados, mas existem muitos que atuam sem licença. De acordo com Carlos Augusto Oliveira, presidente da Associação dos Dirigentes Empresariais da Liberdade (Adiel), alguns trabalhadores aparecem apenas em períodos de festas. Alguns pontos do projeto da prefeitura já têm gerado reclamações e dúvidas entre os moradores. Um deles é a venda de frutas e verduras apenas na Feira do Japão e a concentração da venda de carnes e frutos do mar em um galpão no final da Rua Gonçalo de Coelho. “O galpão precisa passar por reformas. Existe uma lei federal que impede que esses produtos sejam vendidos na rua, ou seja, não vai haver licença nessas condições. Com o galpão, estamos apontando soluções”, conclui Rosemma. As informações são do Correio.

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