Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Rapaz, João Leão é um falastrão de marca maior. Andou dizendo que não é ministro de Dilma porque a mulher não deixou. O coroa do “buraco zero” gosta de ser folclórico, gosta de arrancar risadas, mas trabalho que é bom, nada. Falando em folclore, circula nos bastidores da política que a ida de Paulo Souto para a secretária da Fazenda é para que ele se fortaleça para ser candidato a vice no pleito de 2016. Antonio Imbassahy, que anda fechadinho com os irmãos Vieira Lima, está de olho e não está gostando nada desta história. Aí é briga de cachorro grande e eu quero cair fora. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Jaques Wagner

"Estou à vontade, pois Marcelo Nilo é meu amigo de sangue, mas ele tem uma opinião e eu tenho outra”

Governador da Bahia, ao falar sobre o fim da reeleição para a presidência da Assembleia Legislativa.

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Comentários

Explode lista de políticos do Lava Jato

E o TCM da Bahia ? Que situação terrível o colocou Wagner, ter um Conselheiro, que julga processos dos municípios, indicado em caso escabroso de corrupção nacional: O Sr. Mário Negromonte. O Governador Wagner é homem de boa fé, assim fez em relação ao Dep. Argolo, que até defendeu, e mesmo em relação ao Sr. Mário Negromonte, que saiu do Ministério da Cidades com graves denúncias de corrupção. Ambos juraram ao governarnador inocência, e este por ter boa fé e crer no ser humano, nomeou o Sr. Negromonte. E agora? O Sr. Negromonte pode julgar alguém? O TCM tem que encontrar um saída urgente, sob pena de se desmoralizar ainda mais, posto que já recaí sobre o Tribunal uma descrença grande da população, que não é incomum finalizar processo com 10 anos, quando alguns prefeitos que lesaram os cofres públicos e roubaram a sociedade já morreram. Agora mais esta? E o Gov. Wagner, tem que ser menos crédulo em relação as pessoas, e se mirar nos antigos romanos, nos discursos do Senado que diziam "A mulher de Cesar não basta ser honesta, tem que se mostrar honesta". O Governador deveria ter conversado com o pessoal de Paulo Afonso, e se assim fizesse, não passaria este dobrado agora, posto que também é responsável pela indicação do Conselheiro. Em S. Paulo, o Tribunal de Justiça afastou o Conselheiro envolvido com corrupção dos trens, no caso do PSDB, será que aqui o caminho será o mesmo?

19/12/2014 - 09:32

André

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Entrevistas

Pedro Galvão

Sem convite do governador eleito Rui Costa para continuar no cargo, o secretário de Turismo, Pedro Galvão, faz um balanço da sua curta administração na pasta, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele assumiu o cargo na cota de indicação do PR em janeiro deste ano e organizou eventos como o Carnaval e a Copa do Mundo. Galvão afirma que tem "o melhor relacionamento" com o chefe da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani, na produção de eventos na capital. O secretário também elogia a futura extinção da Bahiatursa. "O novo governador [Rui Costa], com muita propriedade, entendeu que a Bahiatursa tinha uma série de problemas e que precisava ser requalificada. Acho que vai funcionar perfeitamente bem", avalia. Galvão também adianta que o projeto da Estrada Real da Chapada – roteiro que refaz o caminho aberto pela Coroa Poruguesa para unir a Bahia e Minas Gerais – deve entrar em fase de execução no próximo ano. "Ela está a todo vapor e acredito que em 2015 já esteja levada ao público através de uma propaganda, mostrando no Brasil e exterior que nós temos uma Estrada Real", informou.

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Multimidia

Posse do presidente do Bahia Marcelo Sant'Ana

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Terça, 04 de Fevereiro de 2014 - 08:40

Ordenamento do comércio de rua chega ao bairro da Liberdade antes do carnaval, diz Semop

Ordenamento do comércio de rua chega ao bairro da Liberdade antes do carnaval, diz Semop
Foto: Mauro Akin Nassor/Correio
Antes do carnaval, o comércio de rua no bairro da Liberdade, em Salvador, será reorganizado. Segundo a Secretaria Municipal da Ordem Pública (Semop), a previsão é de que, até o dia 20, os trabalhos comecem. Contudo, a ação não será a mesma realizada no centro da cidade. “Diferente da Avenida Sete, na Lima e Silva não temos transversais para alocar o comércio. Vamos, então, pensar em uma rua para o uso coletivo, que permita o comércio, mas que também seja possível ter uma organização para quem quer caminhar na calçada”, afirmou a titular da pasta Rosemma Maluf. No bairro da Liberdade, os equipamentos dos ambulantes serão padronizados e só poderão atuar na área os vendedores licenciados. A Semop contabiliza cerca de 210 ambulantes cadastrados, mas existem muitos que atuam sem licença. De acordo com Carlos Augusto Oliveira, presidente da Associação dos Dirigentes Empresariais da Liberdade (Adiel), alguns trabalhadores aparecem apenas em períodos de festas. Alguns pontos do projeto da prefeitura já têm gerado reclamações e dúvidas entre os moradores. Um deles é a venda de frutas e verduras apenas na Feira do Japão e a concentração da venda de carnes e frutos do mar em um galpão no final da Rua Gonçalo de Coelho. “O galpão precisa passar por reformas. Existe uma lei federal que impede que esses produtos sejam vendidos na rua, ou seja, não vai haver licença nessas condições. Com o galpão, estamos apontando soluções”, conclui Rosemma. As informações são do Correio.

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Artigos

A era Wagner

A Bahia, nesses últimos oito anos, viveu muitas transformações. Com a chegada do Partido dos Trabalhadores ao governo em 2006, deu-se início a uma revolução democrática. Revolução nas prioridades da gestão, no novo modelo de desenvolvimento e na forma de fazer política. Maior líder do projeto, Wagner deixa um legado de realizações profundas para a Bahia neste início de século.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 28 de janeiro de 81: Governadores eleitos, e daí?

Em todas as unidades da Federação os políticos de maior expressão já se antecipam e posicionam-se como candidatos aos governos. A emenda constitucional que devolveu ao povo o sagrado direito de escolher, pelo voto, seus governantes, antecipou, em muito, o processo sucessório. Mas eleições diretas, por si só, não bastam, porque são insuficientes para vestir o país com roupas democráticas. É preciso restabelecer, antes do pleito de 82, a autonomia dos estados e dos municípios, perdida na voragem centralizadora do movimento revolucionário. O princípio federativo foi literalmente destroçado, com a demasiada concentração de força do governo da União.

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