Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Depois de iludir o Galego (Jaques Wagner) e fazê-lo acreditar que Piligrino seria prefeito de Salvador, o tal do Marcelo Nilo, fanfarrão de ofício, vem pra cá com a conversinha de que não é dono do Datanilo. Ora, garanto que se o PT ganhasse as eleições ele não estaria dizendo isso. Dizer que o Datanilo não lhe pertence é, no mínimo, ser muito dissimulado. Falando em fanfarrão, o Romano Coletor de Impostos, mais conhecido como Mauro Ricardo, está me saindo um expert. Depois de alardear que só paga a quem não está no Cadin e a quem o prefeito determinar, continuo achando o seguinte: Romano deve explicações à sociedade soteropolitana, pois ainda não disse qual foi a empresa que JH pagou R$ 90 milhões em duplicidade. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Marcos Mendes

"Você já ouviu falar em seis e meia dúzia? O PT resgatou tudo que não prestava no DEM: Otto Alencar, João Leão... De zero a dez, dou dois para o DEM e três para o PT.”

Candidato a governador pelo PSOL, ao comparar as duas últimas gestões na Bahia.

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Entrevistas

Marcelo Nilo

Concorrente ao sétimo mandato na Assembleia Legislativa em outubro, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT), admite dificuldades para se reeleger. No seu entendimento, um atual deputado federal da oposição que tenta regressar à AL-BA é o favorito a liderar a disputa. "Acho que o filho de Paulo Souto [Fábio Souto], por ser filho do candidato, provavelmente será o mais votado. Eu não estou preocupado se serei o mais votado e sim se vou me eleger. Porque o mar é feito de gotas d’águas e cada voto é uma gota d’água", comparou, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele diz já ter superado a derrota na disputa a membro da chapa majoritária, devido à escolha do petista pelo governador Jaques Wagner (PT). Nilo revela que foi chamado pelo prefeito ACM Neto (DEM) para integrar a chapa oposicionista, capitaneada por Paulo Souto (DEM), mas declinou do convite. “Ser convidado pelo outro lado para fazer parte da chapa fez me sentir honrado. Agradeci e disse que ficava muito feliz, mas, infelizmente, não poderia ir porque estou há 24 anos fazendo política de um lado”, justificou. O chefe do Legislativo baiano ainda opinou sobre o imbróglio administrativo entre Neto e Wagner, gerado com a criação da Entidade Metropolitana, e prometeu que a Casa deve fazer um mutirão para aprovar projetos pendentes antes de o plenário ser esvaziado com a proximidade da eleição.

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Sexta, 27 de Setembro de 2013 - 19:30

Estado afirma que vai pagar URV quando processos forem concluídos no TJ-BA

Em nota emitida na tarde desta sexta-feira (27), o governo do estado garantiu que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação ao pagamento da Unidade Real de Valor (URV), poderá agilizar o pagamento aos servidores, que estão com ações judiciais, em que cobram reparação de perdas salariais com a troca do Cruzeiro para o Real, em 1994. O Executivo baiano ressaltou que a análise do STF “dando ganho de causa em um processo semelhante movido pelos servidores do Rio Grande do Norte, para recebimento desta diferença, servirá de parâmetro para o julgamento das ações na Bahia”. De acordo com o procurador-geral do Estado, Rui Moraes, os pagamentos serão feitos normalmente assim que os processos forem concluídos no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), sem necessidade de recurso em instâncias superiores, o que deve agilizar os processos. “O pagamento da URV aos servidores baianos ainda depende do julgamento de cada uma das ações, que serão analisadas individualmente. Os processos que estavam paralisados aguardando decisão do STF, quando houver a publicação do acórdão do Supremo, ficam liberados para o seu prosseguimento e deverão ter como parâmetro a decisão deste acórdão. O pagamento depende da finalização de cada um destes processos, que estão em fases diversas”, diz a nota do governo estadual.

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