Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Todo processo que envolveu o rompimento do PDT com o governo estadual, foi de certa forma orientado através de ligações do Thomé de Souza. O jogo foi todo combinado com o Soberano, que depois ficou em êxtase pelo troco dado. Por sinal, ontem foi o aniversário do Soberano. Será que seu amigo João Bacelar, um verdadeiro gentleman, ligou para desejar felicidades? Mandou um telegrama, um WhatsApp, ou uma mensagem de fumaça? Parabéns, prefeito. Mas a conversa aqui é só uma: se Cesar ‘Borgi’ não tivesse imposto o desarmamento, poderia ter se defendido dos meliantes em Itaparica. Clique aqui e não deixe de ler as curtas e venenosas do Poder!

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Pérola do dia

Maurício Barbosa

"Um problema que estava há 20 anos persiste será resolvida em pelo menos quatro meses."

Secretário de Segurança Pública ao falar que criação de unidades prisionais vai desafogar sistema na Bahia.

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Comentários

Jandaíra: PM nega cobrança de diária para policiamento da festa da padroeira da Abadia

Estes procedimentos acontece em todos os municípios os policiais só participam dos eventos tradicionais cobrando diaria, lanches e dormina.

29/01/2015 - 21:55

JOSIEL LIMA

Jutahy diz que só poderia prestar depoimento na Lava Jato sobre doação para campanha

AH! TA. VAMOS FAZER QUE ACREDITAMOS NESSE PAPO, VIU DEPUTADO?

29/01/2015 - 21:10

Licio Fontes

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Entrevistas

Fábio Vilas-Boas

Escolha pessoal do governador Rui Costa (PT), o médico Fábio Vilas-Boas ocupa há 26 dias uma das secretarias mais estratégicas de um governo: a Saúde. Diferente do ex-secretário da pasta, Jorge Solla, Vilas-Boas é visto por analistas e políticos como um perfil mais técnico, que deseja deixar o legado de quem modernizou e informatizou o sistema de saúde da Bahia. “Queremos que a Bahia seja um modelo para o Brasil em referência à informatização da saúde”, exalta-se o mais novo secretário em entrevista para o Bahia Notícias. Durante a conversa com os repórteres, Vilas-Boas explica a decisão do governo do estado de extinguir das Diretorias Regionais de Saúde (Dires) para criar os Núcleos Regionais, além das dívidas do Estado com os municípios em relação ao repasse de recursos para a saúde. São quase R$ 30 milhões de dívida do governo para as prefeituras baianas. “O mais importante não é pagar o atrasado, mas sim manter o fluxo regular de pagamento”, diz o secretário que encara o desafio de regularizar as contas da pasta mesmo com a previsão do aperto de cintos pelo governador Rui Costa (PT).

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Multimidia

Veja os gols de Bahia 3x2 Shakhtar

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Sexta, 27 de Setembro de 2013 - 19:30

Estado afirma que vai pagar URV quando processos forem concluídos no TJ-BA

Em nota emitida na tarde desta sexta-feira (27), o governo do estado garantiu que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação ao pagamento da Unidade Real de Valor (URV), poderá agilizar o pagamento aos servidores, que estão com ações judiciais, em que cobram reparação de perdas salariais com a troca do Cruzeiro para o Real, em 1994. O Executivo baiano ressaltou que a análise do STF “dando ganho de causa em um processo semelhante movido pelos servidores do Rio Grande do Norte, para recebimento desta diferença, servirá de parâmetro para o julgamento das ações na Bahia”. De acordo com o procurador-geral do Estado, Rui Moraes, os pagamentos serão feitos normalmente assim que os processos forem concluídos no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), sem necessidade de recurso em instâncias superiores, o que deve agilizar os processos. “O pagamento da URV aos servidores baianos ainda depende do julgamento de cada uma das ações, que serão analisadas individualmente. Os processos que estavam paralisados aguardando decisão do STF, quando houver a publicação do acórdão do Supremo, ficam liberados para o seu prosseguimento e deverão ter como parâmetro a decisão deste acórdão. O pagamento depende da finalização de cada um destes processos, que estão em fases diversas”, diz a nota do governo estadual.

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Mesmo no começo de 2015, políticos já falam de 2016. Eleições são prioridade?

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Marcelo Nogueira Reis
IPTU/2015: E agora?

Início de ano e com ele vêm aqueles incômodos tributos, como IPTU e IPVA, que transtornam a vida de todos os Cidadãos. Especificamente em relação ao IPTU, é importante lembrar da guerra que foi o IPTU/2014, e sobre ele, com bastante antecedência (ainda em 2013!!), me manifestei (“IPTU/2014: SE PREPAREM!!”, artigo publicado no Jornal “Tribuna da Bahia” de 07.11.2013), já antecipando o que seria inevitável, ou seja, a imensa revolta de boa parte da população com a abusividade da majoração do IPTU. Naquele momento, e pela legislação vigente, já se anunciava um aumento de até 35% no IPTU dos imóveis residenciais, mais isto era apenas uma “trava” criada pela legislação, pois o “verdadeiro” IPTU, criado pela legislação da época, poderia alcançar valores estratosféricos nos anos seguintes, quando não tivessem mais as “travas”. O mesmo aconteceu em relação aos imóveis comerciais e principalmente em relação aos Terrenos. E bastou que a população recebesse os Boletos do IPTU para se constatar que a expectativa se concretizou, pois o que se viu foi uma enxurrada de impugnações, administrativas e judiciais, inclusive com o ajuizamento de várias Ações Diretas de Inconstitucionalidades junto ao Tribunal de Justiça do Estado. Todo este movimento serviu para que a Prefeitura “acordasse” e percebesse que a linha de conduta não estava correta, que de fato exagerou na majoração do IPTU/2014, e que a abusividade realmente aconteceu.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicada no Jornal 'A Tarde' em 05 de março de 1985: A Bahia no ministério

Depois de longos anos de participação discreta nos governos revolucionários, a Bahia retoma o seu prestígio político no cenário nacional se efetivamente for confirmada a destinação de três ministérios para políticos baianos, como tudo parece indicar. Há, ainda, algumas dúvidas sobre a formação do primeiro escalão do futuro governo e, dentre elas, informava-se ontem que não estava tão certa a presença de Fernando Lyra no gabinete da Casa Civil e que Waldir Pires permanecia entre a Previdência Social e o Ministério da Justiça.

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