Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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Pérola do dia

Lídice da Mata

“Eu defendo que o partido se mantenha independente, mas o partido ainda vai debater essa questão. Cada dia uma agonia”

Lídice da Mata, senadora pelo PSB, ao comentar sobre a situação da sigla após as eleições.

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Entrevistas

Marcelo Nilo

Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Multimidia

Veja os gols de Bahia 1x1 Atlético-MG

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Sexta, 27 de Setembro de 2013 - 19:30

Estado afirma que vai pagar URV quando processos forem concluídos no TJ-BA

Em nota emitida na tarde desta sexta-feira (27), o governo do estado garantiu que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação ao pagamento da Unidade Real de Valor (URV), poderá agilizar o pagamento aos servidores, que estão com ações judiciais, em que cobram reparação de perdas salariais com a troca do Cruzeiro para o Real, em 1994. O Executivo baiano ressaltou que a análise do STF “dando ganho de causa em um processo semelhante movido pelos servidores do Rio Grande do Norte, para recebimento desta diferença, servirá de parâmetro para o julgamento das ações na Bahia”. De acordo com o procurador-geral do Estado, Rui Moraes, os pagamentos serão feitos normalmente assim que os processos forem concluídos no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), sem necessidade de recurso em instâncias superiores, o que deve agilizar os processos. “O pagamento da URV aos servidores baianos ainda depende do julgamento de cada uma das ações, que serão analisadas individualmente. Os processos que estavam paralisados aguardando decisão do STF, quando houver a publicação do acórdão do Supremo, ficam liberados para o seu prosseguimento e deverão ter como parâmetro a decisão deste acórdão. O pagamento depende da finalização de cada um destes processos, que estão em fases diversas”, diz a nota do governo estadual.

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Artigos

Samuel Celestino
Para além do maniqueísmo em prol da consciência que está por vir

Em uma sociedade em que seus cidadãos desenvolvem uma desordem, pelo fato de todos viverem ao mesmo tempo na busca de realizações, visando somente segurança, satisfação e prazer, nos revela que de teoria em teoria, não raro falsas, o Ser Humano enche sua mente e fica tão condicionado, que, cego, não vê que o passado já foi um presente momentaneamente vivido, cheio de falsas teorias e promessas nunca concretizadas. E, sendo assim, o passado já foi um futuro belo, rico e significativo, momentaneamente vivido como um presente sempre prometido, mas nunca encontrado, porquanto sempre fora preterido, embora dito pretendido, e assim perseguimos a ideia de perfeição futura.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 25 de novembro de 1982 - O que será do PMDB baiano?

Não era o líder oposicionista de Feira quem estava, na segunda-feira última, na casa de Roberto Santos. O deputado Francisco Pinto estava lá, sobretudo, como secretário nacional do PMDB e sua missão, mais do que discutir o resultado das eleições, era sentir o ânimo do candidato Roberto Santos, que já não tinha qualquer esperança de uma mudança no quadro das apurações. Mário Kertész havia chegado pouco antes e, embora triste, não estava abatido.

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