Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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Pérola do dia

Lídice da Mata

“Eu defendo que o partido se mantenha independente, mas o partido ainda vai debater essa questão. Cada dia uma agonia”

Lídice da Mata, senadora pelo PSB, ao comentar sobre a situação da sigla após as eleições.

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Marcelo Nilo

Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Veja os gols de Bahia 1x1 Atlético-MG

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Segunda, 16 de Setembro de 2013 - 09:50

Mulher de ministro do Trabalho é suspeita de fraudes em convênios

por Agência Estado

Mulher de ministro do Trabalho é suspeita de fraudes em convênios
Foto: Reprodução
Investigação pedida pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) de Santa Catarina ao Tribunal de Contas da União (TCU) apura denúncias que ligam a mulher e o chefe de gabinete do ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT-SC), a fraudes em convênios ligados à pasta. Dalva Maria de Luca Dias, que é presidente do PDT em Florianópolis, foi secretária estadual de Assistência Social, Trabalho e Habitação do Estado de maio de 2007 a julho de 2010 – período durante o qual teriam ocorrido as irregularidades. O atual chefe de gabinete do ministro, Rodrigo Minotto, ocupava, na época, o cargo de coordenador do Sistema Nacional do Emprego (Sine). De acordo com auditores do TCE que investigaram os convênios, houve aprovação de gastos que não tinham "caráter público", mas eram despesas "ilegítimas e genéricas". Segundo relatórios do TCU, a secretaria estadual chefiada por Dalva favoreceu três entidades – uma delas ligada ao PDT – em convênios de R$ 2,1 milhões. As instituições faziam parte do Programa Estadual de Qualificação Profissional, e eram responsáveis por dar cursos profissionalizantes. Dos R$ 2,1 milhões previstos, 83% vinham do Ministério do Trabalho – que, na época, era chefiado por Carlos Lupi (PDT-RJ).

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Pablo Reis
O que será?

O que será de nós, agora que a eleição acabou? Passaremos de eleitores irascíveis e combativos, duelando mais por nomes do que por projetos concretos, a cidadãos atuantes, vigilantes da lei e da aplicação delas? Vamos continuar indignados com escândalos de corrupção, mas usando aplicativo de geolocalização para desviarmos da blitz de alcoolemia após umas bebidinhas sociais? Vamos manter o padrão de usar vida pessoal como argumento contrário a esse ou aquele político, enquanto exigimos que nossa privacidade seja preservada por nossos empregadores?

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Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 25 de novembro de 1982 - O que será do PMDB baiano?

Não era o líder oposicionista de Feira quem estava, na segunda-feira última, na casa de Roberto Santos. O deputado Francisco Pinto estava lá, sobretudo, como secretário nacional do PMDB e sua missão, mais do que discutir o resultado das eleições, era sentir o ânimo do candidato Roberto Santos, que já não tinha qualquer esperança de uma mudança no quadro das apurações. Mário Kertész havia chegado pouco antes e, embora triste, não estava abatido.

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