Investigação aponta que pai foi morto 10h antes da família em chacina em São Paulo
Foto: Reprodução
Exames periciais apontam que o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, 40 anos, foi morto dez horas antes que os outros parentes assassinados dentro de casa em São Paulo. A principal suspeita da polícia é que o adolescente Marcelo Pesseghini, de 13 anos, matou o pai, a mãe, a avó e a tia e depois se matou com um tiro na cabeça entre a noite de domingo (4) e a madrugada de segunda-feira (5). O delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) Itagiba Franco afirmou que havia sangue na camiseta usada pelo menino. Ainda de acordo com o delegado, está praticamente descartada a participação de outros suspeitos na morte do menino, dos pais policiais militares além de outros dois familiares, em São Paulo. Para Itagibá, os depoimentos ouvidos até o momento reforçam a hipótese de que Marcelo matou sozinho o pai e a mãe, a avó e uma tia-avó dentro de casa - e depois cometeu suicídio. "Respeitamos a família [que não acredita na versão apresentada pela polícia], mas vamos trabalhar e, se comprovarmos que foi o menino, paciência", disse o delegado Itagiba Franco ao jornal Folha de S.Paulo. Três armas que estavam guardadas na sala da casa e que pertenceriam aos PMs foram encontradas nesta sexta-feira (9).

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