Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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01/11/2014 - 07:09

Adelson

Wagner é preferido do PT para assumir Petrobras, diz jornal

ai é que a Petrobras vai afundar de vez!!!!! vai fisar sem gestao e sem dinheiro.

01/11/2014 - 06:42

joanna

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Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Quinta, 25 de Abril de 2013 - 00:00

Câmara: Votação aberta decidirá fim do voto secreto; movimento tenta reunir apoios

por Rodrigo Aguiar

Câmara: Votação aberta decidirá fim do voto secreto; movimento tenta reunir apoios
Fotos: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Iniciado na última segunda-feira (22), o movimento “Voto Aberto Já” pretende reunir até a próxima semana pelo menos 29 vereadores para aprovar o fim do voto secreto em deliberações sobre projetos vetados e contas do prefeito. Antes, porém, é necessário aprovar um requerimento de urgência-urgentíssima, por igual número de votos, para que a matéria tenha preferência na pauta da Casa. O projeto é de autoria do vereador Paulo Câmara (PSDB), presidente do Legislativo municipal. Segundo explicou ao Bahia Notícias a vereadora Fabíola Mansur (PSB), uma das líderes da frente política em defesa do voto aberto, a proposta do tucano pretende modificar um dos itens artigo 37 da Lei Orgânica do Município (LOM), que estabelece as três situações de votação secreta: julgamento do prefeito e vereadores (inciso I), deliberação sobre projetos vetados e contas do prefeito (inciso II) e eleição da Mesa (inciso III). Conforme relatou Fabíola, a meta é tornar abertas as votações descritas no segundo inciso, ou seja, continuariam secretos os posicionamentos dos vereadores em processos de perda de mandato ou escolha dos integrantes da Mesa.

“Temos em tese 25 vereadores que apoiam o requerimento. Vamos retomar a discussão na próxima terça [30], na reunião do colégio de líderes”, afirmou a vereadora. A longo prazo, o plano da socialista, no entanto, é ainda mais ambicioso. “Queremos fazer como Belo Horizonte”, revelou, ao se referir ao fim do voto secreto no Legislativo da capital mineira, aprovado em 2012. Para tanto, a oposicionista já elaborou um substitutivo a fim de derrubar também o caráter secreto em julgamentos de prefeito e vereadores. Fabíola, no entanto, reconhece que o movimento encontrará dificuldades para aprovar o voto aberto, devido à resistência de colegas. Além disso, o instrumento é estabelecido pela Constituição.

“É preciso fazer uma análise técnica da Constituição. O voto secreto foi instituído para proteger os legisladores de pressões, inclusive do Executivo”, avaliou Kiki Bispo (PTN). Para exemplificar seu raciocínio, o henriquista argumentou que os vereadores da antiga legislatura poderiam ter aprovado as contas de 2009 do ex-prefeito João Henrique, caso não estivessem protegidos pelo sigilo da votação. “João Henrique tinha maioria e os vereadores ficariam com receio de reprovar as contas”, elucubrou. Durante a sessão desta quarta (24), colaram em seus trajes adesivos do “Voto Aberto Já” diversos vereadores, entre eles Vado Malassombrado (DEM), Euvaldo Jorge (PP), Leandro Guerrilha (PSL), Ana Rita Tavares (PV), Fabíola Mansur (PSB), Aladilce (PCdoB), J. Carlos Filho (PT), Luiz Carlos (PRB), Sílvio Humberto (PSB), Hilton Coelho (PSOL), Everaldo Augusto (PCdoB), Arnando Lessa (PT), Léo Prates (DEM), Duda Sanches (PSD), Gilmar Santiago (PT), Prisco (PSDB) e Heber Santana (PSC). Não estavam com adesivos, mas também se disseram favoráveis à mudança Henrique Carballal (PT), Suíca (PT) e Marcell Moraes (PV). Como a votação pelo fim do voto secreto é aberta, será possível saber se algum deles mudar de opinião até lá.   

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