Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Lúcio, meu gordo, já vi que vossa excelência é adepto ao bordão: “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”. Tá explicado o motivo de o senhor fazer parte da comissão que investiga essa promiscuidade financeira entre empreiteiros e políticos. Digo é nada, viu, gordinho. Falando nisso, não entendo porque Gabrielli não cai fora do governo Wagner. Se ficar, pode comprometer o finalzinho da gestão do Galego, que tem pretensões maiores para os próximos anos. Não deixem de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Ricardo Pessoa

"Parte do dinheiro em espécie entregue a Youssef foi levado para pagar uma chantagem por parte de mulher de nome Mônica Santos com quem teve um breve relacionamento há cerca de 20 anos, a qual passou a lhe importunar a partir de meados de 2012"

Presidente da UTC participações, em depoimento sobre as transações que tinha com o doleiro Alberto Youssef.

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Comentários

Aleluia diz que política externa brasileira atende a ideologias do PT

O BRASIL COM LULA E DILMA MELHOROU A VIDA DAS PESSOAS QUE TINHA ESPERANÇA DESTE PAIS ISTO A OPOSIÇÃO NO BRASIL NÃO VAI ACEITAR NUNCA

21/11/2014 - 08:58

PAULO SERGIO MARTINS DOS SANTOS

TCM reprova contas de Érico Cardoso; prefeitura gastou R$ 1,2 mi a mais do que arrecadou

MAS RAPAZ NÃO TEM UMA PREFEITURA COM CONTAS APROVADA. ISSO É TÍPICO DE PAÍS QUE A IMPUNIDADE IMPERA.

21/11/2014 - 08:55

Paulo

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Entrevistas

Albino Rubim

Secretário Estadual de Cultura nos últimos quatro anos, Albino Rubim ainda não sabe se integrará o secretariado do novo governador e diz que cabe ao eleito, Rui Costa, definir quem fica no cargo. Em entrevista ao Bahia Notícias, o professor da Universidade Federal da Bahia especializado em políticas culturais faz um balanço sobre sua gestão, defende a nova postura de territorialização da pasta e diz que a Bahia deve ser transformada em polo de formação e capacitação de pessoas na área cultural. “A Bahia é reconhecida dentro e fora do país como um lugar de cultura, de produção e criação cultural. Essa imagem corresponde à nossa riqueza nessa área”, afirma. Albino também criticou sobre a criação de imagem, segundo o secretário, "de parte da população", de que o Pelourinho é pouco frequentado e que estaria deteriorado. "Eu não sei explicar o porquê dessa imagem, mas posso te afiançar que não corresponde à realidade. Nós temos a presença de pessoas lá, tanto durante o dia quanto de noite. E não só em ações do Estado, como também de instituições privadas e localizadas no Pelourinho. Se você pegar a programação do bairro durante o ano, é impressionante. Mesmo a imagem de que o Pelourinho está deteriorado não é verdadeira. Quem vai até lá sabe disso", avalia. O chefe da pasta comenta, ainda, sua relação com o secretário do Desenvolvimento, Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani e as últimas gestões do Ministério da Cultura (MinC), que teria ido de um dos períodos “mais brilhantes de política cultural que tivemos na história do Brasil”, com Gilberto Gil, para a perda de capital político da gestão de Marta Suplicy. “O MinC deixou de falar com a sociedade, deixou de ter presença internacional, deixou de falar para dentro do governo”, resume.

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Quarta, 30 de Janeiro de 2013 - 13:00

Primeira paralisação do governo Neto: Guardas municipais suspendem atividades por dois dias

Primeira paralisação do governo Neto: Guardas municipais suspendem atividades por dois dias
Foto: Divulgação
Às vésperas do carnaval, o novo prefeito de Salvador, ACM Neto, terá sua primeira paralisação de servidores para resolver. Isso porque os guardas municipais anunciaram, nesta quarta-feira (30), a suspensão das atividades por um período de 48 horas. A categoria exige que a prefeitura garanta a igualdade na escala especial de trabalho da Operação Carnaval 2013. De acordo com os servidores, a Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (Susprev) nega-se a modificar o planejamento atual para a festa, que segue idêntico ao de 2011 e não abrange todos os agentes interessados em trabalhar na folia. O diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Jeiel Soares, disse que a gestão não demonstrou qualquer vontade de atender aos pleitos dos trabalhadores e limitou-se, apenas, a manter a escala do ano passado com a alegação de que o início da administração do atual prefeito não poderia ter um carnaval comprometido. “A paralisação é o primeiro alerta oferecido ao atual governo. Não queremos que a cidade sofra, pois somos guardiões da cidadania. O contribuinte nos paga para trabalhar, e o plano proposto pela administração exclui homens e mulheres que compõem o contingente da Guarda Municipal, e que terminarão por ficar em casa vendo o carnaval pela televisão enquanto deveriam estar nas ruas colaborando para o êxito da festa”, declarou Soares. O dirigente afirmou ainda que, no período, muitos servidores serão substituídos por colaboradores terceirizados, o que, segundo ele, onera os cofres públicos e compromete os serviços. “Se há necessidade de pessoal excedente porque a administração não privilegia trabalhadores do seu próprio quadro ao invés de terceirizar? Isso é um paradoxo”, indagou. A categoria deve se reunir, nesta quinta (31), para definir novas deliberações a serem tomadas, caso ocorram rodadas de negociação com a gestão da Susprev. 

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Rodrigo Moraes
Salvador: marco inicial do direito de marcas

Dizem que baiano tem síndrome de pioneirismo. Daí o ex-governador Otávio Mangabeira ter dito essa antológica frase: “Pense num absurdo, na Bahia tem precedente”. O Brasil começou na Bahia, e a história brasileira do direito de marcas teve sua estreia na Cidade do Salvador. Sim, o primeiro caso do país sobre violação de marca ocorreu aqui na Soterópolis. O célebre litígio envolveu duas produtoras de tabaco em pó para inalação (rapé).

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 14 de março de 1988: Populismo e o PMDB

A liderança de políticos populistas nas pesquisas realizadas para aferir as preferências à Prefeitura de Salvador, fenômeno que nos últimos anos se implantou na cidade, depois de se manifestar em outras capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, é resultante do aprofundamento da crise social, ou do estado de miserabilidade das populações que vivem na periferia da cidade, desassistidas ou em condições de habitação e higiene subumanas, como são exemplos as favelas ou invasões que se proliferam quase diariamente. A conseqüência desta causa é o populismo, que normalmente brota do clientelismo, tipo serviço funerário gratuito, distribuição de alimentos ou coisas que tais.

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