Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Depois de iludir o Galego (Jaques Wagner) e fazê-lo acreditar que Piligrino seria prefeito de Salvador, o tal do Marcelo Nilo, fanfarrão de ofício, vem pra cá com a conversinha de que não é dono do Datanilo. Ora, garanto que se o PT ganhasse as eleições ele não estaria dizendo isso. Dizer que o Datanilo não lhe pertence é, no mínimo, ser muito dissimulado. Falando em fanfarrão, o Romano Coletor de Impostos, mais conhecido como Mauro Ricardo, está me saindo um expert. Depois de alardear que só paga a quem não está no Cadin e a quem o prefeito determinar, continuo achando o seguinte: Romano deve explicações à sociedade soteropolitana, pois ainda não disse qual foi a empresa que JH pagou R$ 90 milhões em duplicidade. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Marcelo Guimarães Filho

"Tirei o time da segunda divisão e botei na primeira; fiz o maior CT [Centro de Treinamento] do clube; ganhei o Campeonato Baiano depois de 11 anos [2012]; consegui o maior patrocínio da história do Bahia... tenho serviços prestados ao clube. [...] Sobre a minha atuação parlamentar, beneficiei diversos municípios e tive uma atuação marcante na busca de recursos."

Ex-presidente tricolor, em resposta à indagação do deputado estadual Zé Neto (PT) sobre o que ele teria feito pelo Bahia e pela Bahia.

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Francamente

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Entrevistas

Marcelo Nilo

Concorrente ao sétimo mandato na Assembleia Legislativa em outubro, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT), admite dificuldades para se reeleger. No seu entendimento, um atual deputado federal da oposição que tenta regressar à AL-BA é o favorito a liderar a disputa. "Acho que o filho de Paulo Souto [Fábio Souto], por ser filho do candidato, provavelmente será o mais votado. Eu não estou preocupado se serei o mais votado e sim se vou me eleger. Porque o mar é feito de gotas d’águas e cada voto é uma gota d’água", comparou, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele diz já ter superado a derrota na disputa a membro da chapa majoritária, devido à escolha do petista pelo governador Jaques Wagner (PT). Nilo revela que foi chamado pelo prefeito ACM Neto (DEM) para integrar a chapa oposicionista, capitaneada por Paulo Souto (DEM), mas declinou do convite. “Ser convidado pelo outro lado para fazer parte da chapa fez me sentir honrado. Agradeci e disse que ficava muito feliz, mas, infelizmente, não poderia ir porque estou há 24 anos fazendo política de um lado”, justificou. O chefe do Legislativo baiano ainda opinou sobre o imbróglio administrativo entre Neto e Wagner, gerado com a criação da Entidade Metropolitana, e prometeu que a Casa deve fazer um mutirão para aprovar projetos pendentes antes de o plenário ser esvaziado com a proximidade da eleição.

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Sexta, 25 de Janeiro de 2013 - 07:28

São Félix: Prefeito explica uso de policiais e não contratação de concursados

São Félix: Prefeito explica uso de policiais e não contratação de concursados
O prefeito de São Félix, Duda Macedo (PSB), explicou a utilização de policiais para evitar que candidatos aprovados em concurso da prefeitura local entrassem na sede da administração na última terça-feira (22). Segundo o gestor, ele não estava no município no dia e os policiais foram acionados para manter a ordem, porque a porta do predo teria sido chutada, assim como para evitar maiores danos ao patrimônio público. Em nota enviada ao Bahia Notícias, o prefeito argumentou que a gestão anterior nomeou indiscriminadamente os concursados, de forma ilícita. “Minha intenção como gestor não foi e nunca será prejudicar nenhum concursado e sim efetuar os atos em conformidade com o Código Penal e a Lei de Responsabilidade Fiscal, que de forma clara trazem a luz do conhecimento que não é permitido que nos 180 dias do encerramento do mandato nenhum gestor possa promover ato que aumente a despesa com pessoal”, afirmou Macedo. De acordo com o socialista, ele encontrou a administração municipal no patamar de alerta de despesas com pessoal e já há uma notificação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) referente a julho de 2012, na qual a Corte aponta que os limites estão acima do permitido, de 61,28%.

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