Com Samuel Celestino

Receba Notícias do BN

Nome
E-mail *

Curtas do Poder

Curtas do poder

Não é por nada, mas até hoje não me recuperei do susto que levei quando soube, na última sexta-feira, lá em Mar Grande, desse balaio de gato que fizeram na chapa do Soberano. Soube que Geddel indicou Joaci de pirraça, pois o sujeito não tem voto. Independentemente da motivação, só imagino o velho ACM se remexendo todo no caixão. Se estivesse vivo o senador daria um ataque, até porque a chapa de Wagner é mais fiel aos princípios carlistas do que a de Neto. Como ACM, o avô, não está mais entre nós, vai aí um conselho de camarada para o soberano: evite centro espírita, terreiro de candomblé ou coisa que o valha. É capaz de o velho baixar e o resultado é imprevisível. Confira mais notícias dos bastidores da política nas Curtas do Poder!

Veja mais

Pérola do dia

Jaques Wagner

“As pessoas estão confundindo diálogo e negociação com falta de autoridade. Vamos mostrar que essa autoridade existe no Estado.”

Governador da Bahia, após afirmar que a greve da Polícia Militar tem cunho político-eleitoral.

Veja mais

Entrevistas

Paulo Souto

Com a candidatura anunciada oficialmente quatro meses após a divulgação do nome petista para a concorrência à sucessão ao governo do Estado, o escolhido da “união das oposições”, o ex-governador Paulo Souto (DEM), considera “legítimas” as aspirações do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) a encabeçar a chapa majoritária e acredita que o gestor de Salvador, ACM Neto (DEM), foi “um grande árbitro” na condução do processo de escolha. “Dificilmente se poderia desejar algo mais forte, mais robusto para disputar uma eleição: uma chapa que está reunindo os três maiores partidos da oposição”, defendeu, em entrevista ao Bahia Notícias. Souto nega haver um acordo tácito para que, caso seja eleito, não dispute a reeleição a fim de que Neto seja lançado ao cargo em 2018, embora admita a possibilidade de abrir caminho para o correligionário, a depender da avaliação futura do governo democrata.

Veja mais

Multimidia

Bahia empata com Vitória e é campeão baiano

Veja os gols do 2x2 no Estádio Pituaçu

Veja mais

Quinta, 29 de Novembro de 2012 - 00:00

Prefeito de Cansanção contratou empresa em nome de sobrinho; vereador acusa gestor de montar esquema

por Rodrigo Aguiar

Prefeito de Cansanção contratou empresa em nome de sobrinho; vereador acusa gestor de montar esquema
O prefeito reeleito de Cansanção, Ranulfo Gomes (PSD), contratou por diversos meios de licitação a empresa G. S. Informática – de nome empresarial G. S. de Oliveira ME – para prestar uma série de serviços à administração municipal, desde o fornecimento de material de expediente ou didático até aparelhos de ar condicionado, ou mesmo suprimentos de informática. Nos contratos com a prefeitura, a empresa é representada por Gabriel Santos de Oliveira, sobrinho da primeira-dama Vilma Rosa de Oliveira Gomes, também secretária de Saúde. Uma publicação do Diário Oficial da prefeitura de Cansanção no dia 6 de abril de 2011 dá uma ideia da quantidade de recursos obtidos pela G. S. Informática. De acordo com homologação do pregão presencial 021/2011, a empresa foi vencedora de 10 lotes para “suprir necessidades das secretarias municipais”, o que representava aproximadamente R$ 385 mil. A proximidade entre o gestor e seu sobrinho é tanta que, em 2 de dezembro de 2009, Gabriel constituiu Ranulfo seu procurador e lhe conferiu autoridade para movimentar sua conta bancária no Banco Bradesco, segundo certidão do Cartório 1º do Tabelionato de Notas com Funções de Protestos da Comarca de Cansanção. O fato levantou a suspeita de que Gabriel poderia atuar como laranja do político, que seria o verdadeiro proprietário da G. S. Informática. Em extrato do contrato 003/2011, o endereço informado como sede da empresa (Avenida Monte Santo, 346) é o mesmo do prefeito e de Gabriel. Segundo o vereador Cirilo Damasceno (PSDC), em entrevista ao Bahia Notícias, o gestor montou um esquema que incluiria outras empresas para se beneficiar em contratos com a prefeitura. “Todas as licitações são vencidas pelas empresas do próprio gestor, que estão em nomes de laranjas. Ele está beneficiando ele e a família; compra dele mesmo. É um prefeito procurador”, acusou Damasceno, que entrou com representações no Ministério Público Estadual e uma notícia-crime no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). De acordo com o vereador, também fariam parte do esquema as empresas M Neves de Oliveira – contratada para locação de veículos – e a E. S. de Oliveira ME, que forneceu combustível para a prefeitura.

Comentar

   

Histórico de Conteudo

Abril / 2014

Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930
Site Auditado pelo IVC - Bahia Noticias

Enquete

Quais serão os reflexos do caso Pasadena no cenário da política baiana?

Artigos

Aline Castelo Branco
Educação sexual evita violência

Veja mais