Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Rapaz, João Leão é um falastrão de marca maior. Andou dizendo que não é ministro de Dilma porque a mulher não deixou. O coroa do “buraco zero” gosta de ser folclórico, gosta de arrancar risadas, mas trabalho que é bom, nada. Falando em folclore, circula nos bastidores da política que a ida de Paulo Souto para a secretária da Fazenda é para que ele se fortaleça para ser candidato a vice no pleito de 2016. Antonio Imbassahy, que anda fechadinho com os irmãos Vieira Lima, está de olho e não está gostando nada desta história. Aí é briga de cachorro grande e eu quero cair fora. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Manoel Vitório

“Vai ter ter cinto apertado sim. E vamos apertar principalmente nas atividades-meio. Vamos trabalhar muito em cima de alguns pilares como as oportunidades de crescimento de arrecadação, principalmente através do combate à sonegação”

Secretário da Fazenda baiano, que será mantido no cargo no governo Rui Costa.

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Manoel Vitório

Homem da confiança do governador eleito Rui Costa, Manoel Vitório foi o responsável pela equipe de transição entre o atual governo Wagner e a futura gestão de Rui. Vitório começou no governo Wagner na pasta de Administração em 2007 e desde 2013 assumiu a secretaria da Fazenda, cargo no qual será mantido pelo futuro governador. Em entrevista ao Bahia Notícias, o secretário disse que, apesar de Wagner entregar para Rui o governo “até uma situação um pouco mais confortável” que outros estados brasileiros e prometer manter obras importantes, haverá “cinto apertado”. “Vai ter ter cinto apertado sim. E vamos apertar principalmente nas atividades-meio. Vamos trabalhar muito em cima de alguns pilares como as oportunidades de crescimento de arrecadação, principalmente através do combate à sonegação”. Convocado a dizer quais as diferenças entre Wagner e Rui, o secretário disse que o atual governador “é uma das pessoas mais brilhantes que conheci, tem uma inteligência fantástica”. Já o sobre o futuro gestor baiano, Vitório classificou Rui como “um homem extremamente inteligente, tem um traço muito técnico”. Clique aqui e leia a entrevista completa.

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Quinta, 29 de Novembro de 2012 - 00:00

Prefeito de Cansanção contratou empresa em nome de sobrinho; vereador acusa gestor de montar esquema

por Rodrigo Aguiar

Prefeito de Cansanção contratou empresa em nome de sobrinho; vereador acusa gestor de montar esquema
O prefeito reeleito de Cansanção, Ranulfo Gomes (PSD), contratou por diversos meios de licitação a empresa G. S. Informática – de nome empresarial G. S. de Oliveira ME – para prestar uma série de serviços à administração municipal, desde o fornecimento de material de expediente ou didático até aparelhos de ar condicionado, ou mesmo suprimentos de informática. Nos contratos com a prefeitura, a empresa é representada por Gabriel Santos de Oliveira, sobrinho da primeira-dama Vilma Rosa de Oliveira Gomes, também secretária de Saúde. Uma publicação do Diário Oficial da prefeitura de Cansanção no dia 6 de abril de 2011 dá uma ideia da quantidade de recursos obtidos pela G. S. Informática. De acordo com homologação do pregão presencial 021/2011, a empresa foi vencedora de 10 lotes para “suprir necessidades das secretarias municipais”, o que representava aproximadamente R$ 385 mil. A proximidade entre o gestor e seu sobrinho é tanta que, em 2 de dezembro de 2009, Gabriel constituiu Ranulfo seu procurador e lhe conferiu autoridade para movimentar sua conta bancária no Banco Bradesco, segundo certidão do Cartório 1º do Tabelionato de Notas com Funções de Protestos da Comarca de Cansanção. O fato levantou a suspeita de que Gabriel poderia atuar como laranja do político, que seria o verdadeiro proprietário da G. S. Informática. Em extrato do contrato 003/2011, o endereço informado como sede da empresa (Avenida Monte Santo, 346) é o mesmo do prefeito e de Gabriel. Segundo o vereador Cirilo Damasceno (PSDC), em entrevista ao Bahia Notícias, o gestor montou um esquema que incluiria outras empresas para se beneficiar em contratos com a prefeitura. “Todas as licitações são vencidas pelas empresas do próprio gestor, que estão em nomes de laranjas. Ele está beneficiando ele e a família; compra dele mesmo. É um prefeito procurador”, acusou Damasceno, que entrou com representações no Ministério Público Estadual e uma notícia-crime no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). De acordo com o vereador, também fariam parte do esquema as empresas M Neves de Oliveira – contratada para locação de veículos – e a E. S. de Oliveira ME, que forneceu combustível para a prefeitura.

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