Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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Pérola do dia

Lídice da Mata

“Eu defendo que o partido se mantenha independente, mas o partido ainda vai debater essa questão. Cada dia uma agonia”

Lídice da Mata, senadora pelo PSB, ao comentar sobre a situação da sigla após as eleições.

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Entrevistas

Marcelo Nilo

Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Multimidia

Veja os gols de Bahia 1x1 Atlético-MG

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Domingo, 28 de Outubro de 2012 - 21:45

ACM Neto diz que governará de olho no futuro: 'Não adianta especular que o carlismo voltou'

por Rodrigo Aguiar / Evilásio Júnior

ACM Neto diz que governará de olho no futuro: 'Não adianta especular que o carlismo voltou'
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Prefeito eleito de Salvador, ACM Neto (DEM) dedicou o êxito nas urnas ao avô, o falecido senador Antônio Carlos Magalhães, mas negou que a sua gestão será espelhada nas administrações do parente. Em entrevista coletiva na noite deste domingo (28) no seu comitê, na Avenida Vasco da Gama, o democrata negou que a sua vitória represente a volta ao carlismo. "Estamos em 2012, assumirei em 2013 e governarei olhando para o futuro. Não adianta ficar especulando que o carlismo voltou", rechaçou. Neto revelou que vai montar nos próximos dias uma equipe de transição e procurar o prefeito João Henrique, que enfim se declarou seu aliado, para realizar o trabalho em conjunto. Por enquanto, a lista de escolhidos segue indefinida. "A discussão de nomes é a última coisa que acontecerá", avisou Neto, ao considerar que poderá manter no Palácio Thomé de Souza titulares da atual prefeitura. "Não farei caça às bruxas", justificou. O democrata também admitiu que "não dá para resolver da noite para o dia" os problemas da capital baiana. O próximo gestor soteropolitano elencou como prioridades arrumar a casa, tapar os buracos e melhorar o trânsito, a iluminação e a limpeza da cidade. ACM Neto evitou falar sobre a sucessão ao governo estadual, ao argumentar que "não é o momento de se discutir 2014". "Pelo amor de Deus. Eu e Célia [Sacramento, sua vice] fomos eleitos agora", pontuou.

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Artigos

Pablo Reis
O que será?

O que será de nós, agora que a eleição acabou? Passaremos de eleitores irascíveis e combativos, duelando mais por nomes do que por projetos concretos, a cidadãos atuantes, vigilantes da lei e da aplicação delas? Vamos continuar indignados com escândalos de corrupção, mas usando aplicativo de geolocalização para desviarmos da blitz de alcoolemia após umas bebidinhas sociais? Vamos manter o padrão de usar vida pessoal como argumento contrário a esse ou aquele político, enquanto exigimos que nossa privacidade seja preservada por nossos empregadores?

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 25 de novembro de 1982 - O que será do PMDB baiano?

Não era o líder oposicionista de Feira quem estava, na segunda-feira última, na casa de Roberto Santos. O deputado Francisco Pinto estava lá, sobretudo, como secretário nacional do PMDB e sua missão, mais do que discutir o resultado das eleições, era sentir o ânimo do candidato Roberto Santos, que já não tinha qualquer esperança de uma mudança no quadro das apurações. Mário Kertész havia chegado pouco antes e, embora triste, não estava abatido.

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