Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Esses dias estava analisando o menino Silvio Pinheiro, da Sucom, e acabei lembrando do velho ACM. O cabra é retado, não come reggae e manda derrubar mesmo. Tal qual o falecido senador na época do bico de ferro, quando ele mesmo dirigia o trator durante as demolições. Para você ter uma ideia, o homem da Sucom já é chamado pelos colegas de Silvinho – O Terrível. Falando em terrível, tem políticos dando uma recauchutada no visual. O filho do ex-prefeito João Henrique poderia dar uma mexida no visual, mas não o fez. Continuou daquele jeito. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Marina Silva

“Eu fui senadora, acho que você tem um certo desconhecimento da minha história política. Não sou filha de empresário ou de antigos políticos. No Acre é preciso ter relações pra ser eleito. Ser dono de uma grande rede de comunicações para se defender. Não é culpa dos acreanos, mas sim das circunstâncias”.


Marina Silva, candidata à Presidência da República pelo PSB, ao comentar sua trajetória política no Acre durante entrevista ao vivo no Jornal Nacional.

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Entrevistas

Marcos Mendes

O candidato ao governo do estado pelo PSOL, Marcos Mendes, foi o segundo postulante a conceder entrevista ao Bahia Notícias. Planos de cargos e salários para os funcionários públicos de diversas áreas, a reestruturação das políticas públicas para o semiárido e a crença na possibilidade de um governo isento de amarras partidárias e parceiros privados estão dentre os assuntos discutidos. “Nós temos que discutir um novo modelo de sociedade, então o seu voto tem três desdobramentos. Primeiro, você pode ser omisso, não votar em ninguém, votar nulo ou votar em branco, mas o PSOL está dando uma alternativa real, então não anule o seu voto. 72% das pessoas estão desacreditadas da política, mas o PSOL tem demonstrado que é o partido dos sonhos de qualquer ser humano. Segundo ponto: você pode ser conivente ou cúmplice e votar no que está aí. Paulo Souto, Lídice da Mata ou Rui Costa, mas saiba que daqui a quatro anos vai acontecer as mesmas coisas, porque eles são financiados pelas mesmas grandes empresas e o dinheiro público vai ser encaminhado para elas. O terceiro ponto é você acreditar em um projeto que vai ter ampla participação popular, ampla transparência, com dinheiro público que vai ser encaminhado para políticas reais. Esse é o modelo defendido pelo PSOL. No primeiro turno a gente volta nas melhores ideias e nas melhores propostas, por isso que tem dois turnos, nós somos uma alternativa real. Quero deixar uma frase de Simone de Beauvoir, escritora e pensadora francesa, que dizia: ‘O opressor não seria tão poderoso se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos’. Não alimente esse sistema com essas pessoas que estão cada vez mais destruindo o nosso estado”, afirmou Mendes.

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Quarta, 17 de Outubro de 2012 - 00:00

Conde: Candidato renuncia, elege esposa e diz a jornal que cidade terá dois prefeitos

por Bárbara Souza

Conde: Candidato renuncia, elege esposa e diz a jornal que cidade terá dois prefeitos
Se depender dos planos do ex-prefeito e ex-candidato à prefeitura de Conde, no litoral norte da Bahia, a cidade deverá experimentar uma situação atípica, a partir de janeiro do próximo ano, e ser administrada por dois prefeitos. “O prefeito de fato sou eu", disse Paulo de Oliveira, o Paulo Madeirol (PSD), ao jornal Folha de S. Paulo, que publicou reportagem sobre o assunto na edição da última sexta-feira (12). Dono de uma loja de materiais de construção, a Madeirol, o gestor é considerado ficha suja pela Justiça Eleitoral e renunciou à candidatura na antevéspera da eleição. Ele foi substituído pela mulher, Marly Leal de Oliveira, a Marly Madeirol (PTN), eleita com 6.683 votos (53,68%). "Pela primeira vez Conde vai ter dois prefeitos, um homem e uma mulher", declarou ao jornal paulista Paulo Madeirol, que já governou Conde entre 2001 e 2008. Antes de procurar o candidato do PSD, os repórteres da Folha contataram a prefeita eleita, “mas ela orientou a reportagem a procurar o marido”. Segundo o periódico, dos 68 candidatos apontados como fichas sujas pela Justiça, Madeirol foi um dos 33 políticos que conseguiram eleger parentes após adotar a mesma manobra: renunciar à candidatura e ser substituído por alguém da família.

O petista Zironaldo Barros, que recebeu 3.764 votos (30,24%) para a prefeitura de Conde, disse ao Bahia Notícias que o postulante do PSD formalizou a renúncia no Cartório Eleitoral da 21ª Zona de Esplanada no final da tarde de sexta-feira (5) e “não deu ampla divulgação do fato, como exige a legislação”. Segundo ele, Madeirol chegou a encaminhar uma “carta” para a Rádio Conde FM 87,9 – de propriedade de Zironaldo , mas aliados políticos teriam enviado dois carros de som à porta da emissora “para impedir” que o locutor “pudesse ler a carta”. Ainda de acordo com Zironaldo, que é advogado, Madeirol cometeu outras infrações: “não retirou nem os cartazes nem as placas do 55 (número do PSD), o que o juiz mandou fazer” e “pagou entre R$ 200 e R$ 300 para cada eleitor emprestar o título”, que, segundo Zironaldo, teria sido devolvido “um dia depois da eleição”. Ao ressaltar o “conjunto de ilegalidades” supostamente cometidas por Paulo Madeirol, Zironaldo defende a tese de que ele é quem deve assumir o comando da cidade em janeiro de 2013. De acordo com a assessoria de comunicação do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), candidaturas dos que substituíram postulantes a prefeito ou vice-prefeito às vésperas da eleição – coligações têm até 24 horas antes do pleito para fazer a substituição são submetidas ao mesmo trâmite que qualquer candidatura, ou seja, podem ser indeferidas pela Justiça Eleitoral. Caso isso aconteça com a prefeita eleita Marly Madeirol, conforme explicou ao BN a assessoria do TRE-BA, o segundo colocado assume a prefeitura. Procurado pelo Bahia Notícias, Paulo Madeirol disse que “ele [o repórter] falou coisas além do que eu disse”, ao se referir a um jornalista da Folha. Questionado sobre o que ele mesmo teria declarado ao jornal, o ex-candidato do PSD afirmou em tom veemente: “não vou falar com vocês não, porque vocês só escrevem o que interessa a vocês”. Em seguida, desligou a ligação sem avisar que o faria. 

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