Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Quarta, 17 de Outubro de 2012 - 00:00

Coronel João Sá: Prefeito derrotado acusa Justiça Eleitoral de comprometer eleição e pede anulação do pleito

por David Mendes

Coronel João Sá: Prefeito derrotado acusa Justiça Eleitoral de comprometer eleição e pede anulação do pleito
Carlos Sobral perdeu eleição por diferença de 104 votos | Foto: Bahia Notícias
O atual prefeito de Coronel João Sá, Carlos Sobral (PMDB), entrou com uma ação na Justiça Eleitoral com um pedido de anulação do pleito municipal do último dia 7 de outubro, no qual disputou a reeleição, mas foi derrotado por Romualdo Costa (PSD). O adversário venceu com 50,51% dos votos válidos (5.175), uma diferença de 104 votos para Sobral, que obteve 5.071. A eleição contou apenas com os dois postulantes. Para o atual gestor, a derrota nas urnas se deu após uma atitude, considerada por ele “arbitrária”, do juiz da 51ª Zona Eleitoral, Antonio Henrique da Silva, e do promotor eleitoral da Comarca, Leonardo Cândido. Segundo o peemedebista, os representantes da Justiça Eleitoral no município do nordeste baiano ordenaram a prisão de pessoas que usavam camisas da cor adotada pela sua campanha. “No dia da eleição, por volta das 12h30, o juiz mandou prender todo mundo que estava de camisa vermelha. Não importava se era camisa de manga comprida, curta ou camiseta. E não tinha nome de candidato nenhum e os que estavam com camisa vermelha não realizavam panfletagem. A Polícia Militar, de armas em punho, começou a prender as pessoas. Quem não ficou na mira dos policiais saiu correndo e foi a maior confusão. Na verdade, foi um terror”, contou Sobral, em visita ao Bahia Notícias. Segundo o alcaide, 24 pessoas foram detidas e acomodadas em um ônibus que estava à disposição da Justiça Eleitoral. “Após as prisões, eu me dirigi ao juiz e perguntei a ele o que estava acontecendo já que ninguém entendia a ação e as detenções. O juiz me disse: ‘vocês mandaram na cidade até hoje. A partir de hoje quem manda sou eu. Acabou a palhaçada’. Então, virei para o juiz e para o promotor e disse que eles tinham prejudicado a minha eleição, porque o ue povo tem mais medo no interior é de juiz, promotor e da Polícia Militar. Por conta disso, ninguém mais foi votar por medo”, cogitou.
 

Carlinhos Sobral, como é conhecido, informou ainda que muitos eleitores foram barrados nas seções de votação e obrigados a tirar as vestes, o que teria contribuído ainda mais para a dispersão dos votantes, já que a notícia teria se espalhado pela cidade e muitos teriam ficado com receio de ser detido pela polícia. “O juiz ordenou que as pessoas que estavam na fila de votação de uma seção na beira da estrada retirasse e entregasse as camisas. Com isso, se espalhou que quem tivesse de camisa vermelha iria preso. A partir daí era gente abandonando as seções, gente correndo por dentro dos pastos com medo de se encontrar com a polícia. As pessoas que vinham dos distritos nos ônibus mandavam parar no meio do caminho para descer, já que recebiam ligações de parentes informando as prisões. Teve até duas mulheres que votaram apenas de sutiã, após tirar a camisa e entregar à Justiça. Moral da história: 2.134 abstenções. E isso porque muitas pessoas deixaram de votar com medo”, relatou. O prefeito assegurou que coletou assinaturas de mais de 201 eleitores, anexadas ao processo, que deixaram de votar por medo de serem presos.

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