Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Sei que tem gente que não gosta de mim, mas eu só faço meu papel de informar. Os poderosos temem, mas as informações privilegiadas que recebo não podem ficar guardadas. Se fosse assim, ninguém saberia que Sidônio, após uma batalha sangrenta nas eleições, se uniu aos rivais ACM Júnior e ACM – O Neto. Se eu me calasse ninguém saberia que uns filhinhos de papai estão faturando alto operando o lixo na saúde municipal e meninos maluquinhos na educação. Enfim, hoje eu faço altas revelações dos bastidores da política baiana e brasileira. Leiam as Curtas do poder!

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“Isso é surreal, não existe a menor possibilidade disso. A minha relação com o prefeito e o deputado Imbassahy é a melhor possível”

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Mário Negromonte Jr.

Depois de quatro anos na Assembleia, o deputado estadual Mário Negromonte Jr. (PP) chegou à Câmara Federal para ocupar a vaga deixada pelo pai, Mário Negromonte, hoje conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios. Prestes a embarcar para Brasília, Negromonte Jr. faz um balanço positivo da sua experiência nas urnas, em 2010 e 2014, e, apesar de ter o sobrenome citado na Operação Lava-Jato, acredita que o pai não tem qualquer envolvimento com as denúncias. Para o tio, Adarico Negromonte, no entanto, ele é mais ponderado. “Se o meu tio errou, eu digo muito claramente, ele deve ser punido. Em relação a isso, a minha família, eu volto a dizer: eu não posso jamais responder pela atitude dos outros”, frisou. Do deputado estadual do “cacetinho baiano” a deputado federal, Negromonte Jr. promete defender os 169.215 – seis a mais que o pai em 2010 – o progressista admite a inspiração no genitor, mas garante que caminha com as próprias pernas.

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Quarta, 17 de Outubro de 2012 - 00:00

Coronel João Sá: Prefeito derrotado acusa Justiça Eleitoral de comprometer eleição e pede anulação do pleito

por David Mendes

Coronel João Sá: Prefeito derrotado acusa Justiça Eleitoral de comprometer eleição e pede anulação do pleito
Carlos Sobral perdeu eleição por diferença de 104 votos | Foto: Bahia Notícias
O atual prefeito de Coronel João Sá, Carlos Sobral (PMDB), entrou com uma ação na Justiça Eleitoral com um pedido de anulação do pleito municipal do último dia 7 de outubro, no qual disputou a reeleição, mas foi derrotado por Romualdo Costa (PSD). O adversário venceu com 50,51% dos votos válidos (5.175), uma diferença de 104 votos para Sobral, que obteve 5.071. A eleição contou apenas com os dois postulantes. Para o atual gestor, a derrota nas urnas se deu após uma atitude, considerada por ele “arbitrária”, do juiz da 51ª Zona Eleitoral, Antonio Henrique da Silva, e do promotor eleitoral da Comarca, Leonardo Cândido. Segundo o peemedebista, os representantes da Justiça Eleitoral no município do nordeste baiano ordenaram a prisão de pessoas que usavam camisas da cor adotada pela sua campanha. “No dia da eleição, por volta das 12h30, o juiz mandou prender todo mundo que estava de camisa vermelha. Não importava se era camisa de manga comprida, curta ou camiseta. E não tinha nome de candidato nenhum e os que estavam com camisa vermelha não realizavam panfletagem. A Polícia Militar, de armas em punho, começou a prender as pessoas. Quem não ficou na mira dos policiais saiu correndo e foi a maior confusão. Na verdade, foi um terror”, contou Sobral, em visita ao Bahia Notícias. Segundo o alcaide, 24 pessoas foram detidas e acomodadas em um ônibus que estava à disposição da Justiça Eleitoral. “Após as prisões, eu me dirigi ao juiz e perguntei a ele o que estava acontecendo já que ninguém entendia a ação e as detenções. O juiz me disse: ‘vocês mandaram na cidade até hoje. A partir de hoje quem manda sou eu. Acabou a palhaçada’. Então, virei para o juiz e para o promotor e disse que eles tinham prejudicado a minha eleição, porque o ue povo tem mais medo no interior é de juiz, promotor e da Polícia Militar. Por conta disso, ninguém mais foi votar por medo”, cogitou.
 

Carlinhos Sobral, como é conhecido, informou ainda que muitos eleitores foram barrados nas seções de votação e obrigados a tirar as vestes, o que teria contribuído ainda mais para a dispersão dos votantes, já que a notícia teria se espalhado pela cidade e muitos teriam ficado com receio de ser detido pela polícia. “O juiz ordenou que as pessoas que estavam na fila de votação de uma seção na beira da estrada retirasse e entregasse as camisas. Com isso, se espalhou que quem tivesse de camisa vermelha iria preso. A partir daí era gente abandonando as seções, gente correndo por dentro dos pastos com medo de se encontrar com a polícia. As pessoas que vinham dos distritos nos ônibus mandavam parar no meio do caminho para descer, já que recebiam ligações de parentes informando as prisões. Teve até duas mulheres que votaram apenas de sutiã, após tirar a camisa e entregar à Justiça. Moral da história: 2.134 abstenções. E isso porque muitas pessoas deixaram de votar com medo”, relatou. O prefeito assegurou que coletou assinaturas de mais de 201 eleitores, anexadas ao processo, que deixaram de votar por medo de serem presos.

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A liderança de políticos populistas nas pesquisas realizadas para aferir as preferências à Prefeitura de Salvador, fenômeno que nos últimos anos se implantou na cidade, depois de se manifestar em outras capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, é resultante do aprofundamento da crise social, ou do estado de miserabilidade das populações que vivem na periferia da cidade, desassistidas ou em condições de habitação e higiene subumanas, como são exemplos as favelas ou invasões que se proliferam quase diariamente. A conseqüência desta causa é o populismo, que normalmente brota do clientelismo, tipo serviço funerário gratuito, distribuição de alimentos ou coisas que tais.

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