Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Não é por nada, mas até hoje não me recuperei do susto que levei quando soube, na última sexta-feira, lá em Mar Grande, desse balaio de gato que fizeram na chapa do Soberano. Soube que Geddel indicou Joaci de pirraça, pois o sujeito não tem voto. Independentemente da motivação, só imagino o velho ACM se remexendo todo no caixão. Se estivesse vivo o senador daria um ataque, até porque a chapa de Wagner é mais fiel aos princípios carlistas do que a de Neto. Como ACM, o avô, não está mais entre nós, vai aí um conselho de camarada para o soberano: evite centro espírita, terreiro de candomblé ou coisa que o valha. É capaz de o velho baixar e o resultado é imprevisível. Confira mais notícias dos bastidores da política nas Curtas do Poder!

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Pérola do dia

Jaques Wagner

“As pessoas estão confundindo diálogo e negociação com falta de autoridade. Vamos mostrar que essa autoridade existe no Estado.”

Governador da Bahia, após afirmar que a greve da Polícia Militar tem cunho político-eleitoral.

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Francamente

?Nessa guerra não teve vencidos, só perdedores?, diz titular da SSP sobre fim da greve

O povo sofreu com a greve ; o povo sofre com o Governo de Wagner ; o funcionalismo sofre com o descaso. Por enquanto,só o povo está perdendo.

17/04/2014 - 15:06

João Costa

?Nessa guerra não teve vencidos, só perdedores?, diz titular da SSP sobre fim da greve

A greve foi POLÍTICA e todos perderam, menos os que vão se eleger em outubro às custas dos que morreram,de roubos e do enorme prejuízo causado ao comércio.

17/04/2014 - 15:01

Paulo

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Entrevistas

Paulo Souto

Com a candidatura anunciada oficialmente quatro meses após a divulgação do nome petista para a concorrência à sucessão ao governo do Estado, o escolhido da “união das oposições”, o ex-governador Paulo Souto (DEM), considera “legítimas” as aspirações do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) a encabeçar a chapa majoritária e acredita que o gestor de Salvador, ACM Neto (DEM), foi “um grande árbitro” na condução do processo de escolha. “Dificilmente se poderia desejar algo mais forte, mais robusto para disputar uma eleição: uma chapa que está reunindo os três maiores partidos da oposição”, defendeu, em entrevista ao Bahia Notícias. Souto nega haver um acordo tácito para que, caso seja eleito, não dispute a reeleição a fim de que Neto seja lançado ao cargo em 2018, embora admita a possibilidade de abrir caminho para o correligionário, a depender da avaliação futura do governo democrata.

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Multimidia

Bahia empata com Vitória e é campeão baiano

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Segunda, 01 de Outubro de 2012 - 16:50

Eleições 2012: Número de municípios que receberão forças federais já chega a 143

 Eleições 2012: Número de municípios que receberão forças federais já chega a 143
Foto: TSE / Divulgação
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou, até o momento, o envio de forças federais como Exército, Marinha e Aeronáutica para reforçar a segurança durante as eleições em 143 municípios distribuídos por nove estados do país. Ao todo, 457 cidades, em 11 unidades federativas, pediram o auxílio. Desse total, 13 foram negados e 301 ainda aguardam decisão do tribunal. De acordo com o TSE, as forças de segurança começam a atuar nesta segunda-feira (1º) no município do Rio de Janeiro. Nas demais cidades, o trabalho será feito apenas no próximo domingo (7), dia da eleição. O Pará é o estado que tem o maior número de municípios que receberão tropas federais nestas eleições, com 67 cidades ao todo. Em seguida estão o Amazonas (29), Maranhão (27), Rio de Janeiro (8), Tocantins (7) e Amapá (2), além de Alagoas, da Paraíba e do Sergipe, com um município cada. Segundo o TSE, em 2008, as tropas federais foram enviadas para 135 cidades, em 13 estados, já em 2010, o número saltou para 257 municípios, em 12 estados. A solicitação de contingente federal para segurança é requisitada, primeiramente, pelo juiz eleitoral ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Caso o órgão julgue procedente o pedido, a requisição segue para o TSE, que fará nova análise. Aprovado o pedido, o TSE encaminha a solicitação para a Presidência da República, que autoriza o envio dos militares.

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