Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Rapaz, João Leão é um falastrão de marca maior. Andou dizendo que não é ministro de Dilma porque a mulher não deixou. O coroa do “buraco zero” gosta de ser folclórico, gosta de arrancar risadas, mas trabalho que é bom, nada. Falando em folclore, circula nos bastidores da política que a ida de Paulo Souto para a secretária da Fazenda é para que ele se fortaleça para ser candidato a vice no pleito de 2016. Antonio Imbassahy, que anda fechadinho com os irmãos Vieira Lima, está de olho e não está gostando nada desta história. Aí é briga de cachorro grande e eu quero cair fora. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Félix Jr.

Não há alguém que mande. Nem o presidente nem ninguém é melhor. Somos todos iguais.

Deputado federal do PDT, ao responder ao presidente da AL-BA Marcelo Nilo sobre a disputa ao comando da legenda na Bahia

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Entrevistas

Pedro Galvão

Sem convite do governador eleito Rui Costa para continuar no cargo, o secretário de Turismo, Pedro Galvão, faz um balanço da sua curta administração na pasta, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele assumiu o cargo na cota de indicação do PR em janeiro deste ano e organizou eventos como o Carnaval e a Copa do Mundo. Galvão afirma que tem "o melhor relacionamento" com o chefe da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani, na produção de eventos na capital. O secretário também elogia a futura extinção da Bahiatursa. "O novo governador [Rui Costa], com muita propriedade, entendeu que a Bahiatursa tinha uma série de problemas e que precisava ser requalificada. Acho que vai funcionar perfeitamente bem", avalia. Galvão também adianta que o projeto da Estrada Real da Chapada – roteiro que refaz o caminho aberto pela Coroa Poruguesa para unir a Bahia e Minas Gerais – deve entrar em fase de execução no próximo ano. "Ela está a todo vapor e acredito que em 2015 já esteja levada ao público através de uma propaganda, mostrando no Brasil e exterior que nós temos uma Estrada Real", informou.

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Multimidia

Veja gol de Bahia 1x0 Grêmio

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Segunda, 01 de Outubro de 2012 - 16:50

Eleições 2012: Número de municípios que receberão forças federais já chega a 143

 Eleições 2012: Número de municípios que receberão forças federais já chega a 143
Foto: TSE / Divulgação
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou, até o momento, o envio de forças federais como Exército, Marinha e Aeronáutica para reforçar a segurança durante as eleições em 143 municípios distribuídos por nove estados do país. Ao todo, 457 cidades, em 11 unidades federativas, pediram o auxílio. Desse total, 13 foram negados e 301 ainda aguardam decisão do tribunal. De acordo com o TSE, as forças de segurança começam a atuar nesta segunda-feira (1º) no município do Rio de Janeiro. Nas demais cidades, o trabalho será feito apenas no próximo domingo (7), dia da eleição. O Pará é o estado que tem o maior número de municípios que receberão tropas federais nestas eleições, com 67 cidades ao todo. Em seguida estão o Amazonas (29), Maranhão (27), Rio de Janeiro (8), Tocantins (7) e Amapá (2), além de Alagoas, da Paraíba e do Sergipe, com um município cada. Segundo o TSE, em 2008, as tropas federais foram enviadas para 135 cidades, em 13 estados, já em 2010, o número saltou para 257 municípios, em 12 estados. A solicitação de contingente federal para segurança é requisitada, primeiramente, pelo juiz eleitoral ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Caso o órgão julgue procedente o pedido, a requisição segue para o TSE, que fará nova análise. Aprovado o pedido, o TSE encaminha a solicitação para a Presidência da República, que autoriza o envio dos militares.

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A era Wagner

A Bahia, nesses últimos oito anos, viveu muitas transformações. Com a chegada do Partido dos Trabalhadores ao governo em 2006, deu-se início a uma revolução democrática. Revolução nas prioridades da gestão, no novo modelo de desenvolvimento e na forma de fazer política. Maior líder do projeto, Wagner deixa um legado de realizações profundas para a Bahia neste início de século.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 28 de janeiro de 81: Governadores eleitos, e daí?

Em todas as unidades da Federação os políticos de maior expressão já se antecipam e posicionam-se como candidatos aos governos. A emenda constitucional que devolveu ao povo o sagrado direito de escolher, pelo voto, seus governantes, antecipou, em muito, o processo sucessório. Mas eleições diretas, por si só, não bastam, porque são insuficientes para vestir o país com roupas democráticas. É preciso restabelecer, antes do pleito de 82, a autonomia dos estados e dos municípios, perdida na voragem centralizadora do movimento revolucionário. O princípio federativo foi literalmente destroçado, com a demasiada concentração de força do governo da União.

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