Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Esse povo da Bahia também parece que não entende das coisas modernas. Dia desses vieram me fazer uma fofoca dizendo que os ferries que Dotô Otto comprou estão enferrujados. Sabem de nada, inocentes. Na verdade, ele mandou customizar as embarcações, que agora podem ser chamadas de retrô. Falando em coisa antiga, o gago Domingos Leonelli é tão das antigas que até suas placas são em preto e branco. Retrô, como os novos ferries. Na coluna de hoje eu ainda revelo quem anda a destruir placas de rua dos candidatos. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Primeira dos candidatos ao governo entrevistada pelo Bahia Notícias nessa série, a fonoaudióloga Renata Mallet (PSTU) mostra postura firme e um discurso à esquerda mais radical. Vai desde o final das terceirizações e das parcerias público-privadas à desmilitarização das polícias, com uma parada no fim da lei de responsabilidade fiscal. Para ela, a Bahia vive uma contradição entre ricos e pobres e que somente a participação de trabalhadores e jovens pode mudar o quadro. “Nós queremos o voto daqueles que não querem que a direita retorne no nosso estado. Que estão cansados do carlismo. E também queremos os votos daqueles que tiveram esperança com o PT e perceberam que o PT os traiu. A gente quer o voto daqueles que querem a mudança na Bahia. É necessário inverter a lógica da política na Bahia, parando de priorizar e dar privilégios para os ricos e começar a pensar políticas para os trabalhadores e para a juventude. Nossa proposta é de fazer um governo que convoque os trabalhadores a governar. As mãos que trabalham na Bahia também podem governar o nosso estado. E nós contamos com eles. Com a participação do movimento. A nossa eleição tem esse objetivo de fortalecer a luta dos trabalhadores e da juventude. Porque, para nós, a única forma de melhorar o estado de sofrimento da nossa população é deixar de construir uma Bahia para os ricos e começar agora, junto com os trabalhadores e a juventude, a construir uma Bahia com e para esse setor, para os trabalhadores e a juventude, que são a grande maioria da população”, defende Renata.

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Segunda, 24 de Setembro de 2012 - 17:35

Otto acusa gestão do ferry pela TWB de caixa dois: ‘Tanto é caso de MP quanto de polícia’

por Evilásio Júnior

Otto acusa gestão do ferry pela TWB de caixa dois: ‘Tanto é caso de MP quanto de polícia’
Foto: Adenilson Nunes/Secom-BA
O vice-governador Otto Alencar, que também é secretário de Infraestrutura do Estado, prometeu encaminhar as denúncias de irregularidade na gestão do sistema ferry boat pela TWB aos órgãos competentes para investigação. “Tanto é caso de Ministério Público quanto é caso de polícia”, definiu o gestor, em conversa com o Bahia Notícias, nesta segunda-feira (24), logo após entrevista coletiva marcada para detalhar os motivos da intervenção. Além do já divulgado débito de R$ 760 mil em compra de combustível, Otto informou que foram identificados desvios de recursos de aproximadamente R$ 500 mil para outras finalidades inclusive para o braço da companhia em São Paulo , a falta de R$ 153 mil da arrecadação, estacionamento alugado pela concessionária por R$ 3 mil mensais terceirizado para a empresa da mulher do diretor da organização embora os funcionários fossem lotados na TWB , e retirada de verbas sem identificação da aplicação, no total de R$ 316.032,85. “Ou seja, caixa dois. Além de uma série de irregularidades comprovadas de forma irrefutável, em apuração feita pelo interventor, Bruno Cruz, e pelo diretor-geral da Agerba, Eduardo Pessôa”, explicou. O titular da Seinfra salientou a ajuda que teve no processo de retomada do controle do serviço do governador Jaques Wagner e dos colaboradores da própria empresa. “Quero agradecer a compreensão e o profissionalismo de todos os funcionários da empresa para que o sistema continue operando. Vamos garantir a manutenção do emprego daqueles que colaboram para a manutenção desse sistema que é tão importante para os usuários”, destacou. Como apenas três embarcações estão em condição de operar, segundo Otto, será feito o “máximo esforço” para que, no próximo feriado prolongado, de 12 de outubro, até cinco balsas realizem a travessia Salvador-Itaparica. A previsão é a de que, até o fim do ano, sete ferries reforcem a frota. “O maior problema é o Ipuaçu, que já era para ter sido recuperado, mas a TWB deixou em estado de sucateamento”, criticou. Clique aqui para ler o relatório sobre as incorreções na íntegra.

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