Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Depois de iludir o Galego (Jaques Wagner) e fazê-lo acreditar que Piligrino seria prefeito de Salvador, o tal do Marcelo Nilo, fanfarrão de ofício, vem pra cá com a conversinha de que não é dono do Datanilo. Ora, garanto que se o PT ganhasse as eleições ele não estaria dizendo isso. Dizer que o Datanilo não lhe pertence é, no mínimo, ser muito dissimulado. Falando em fanfarrão, o Romano Coletor de Impostos, mais conhecido como Mauro Ricardo, está me saindo um expert. Depois de alardear que só paga a quem não está no Cadin e a quem o prefeito determinar, continuo achando o seguinte: Romano deve explicações à sociedade soteropolitana, pois ainda não disse qual foi a empresa que JH pagou R$ 90 milhões em duplicidade. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Maurício Barbosa

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, está desde o início da gestão Jaques Wagner ligado ao governo do estado. Quatro anos como chefe de inteligência e os últimos quatro no comando da pasta de segurança, uma das criticadas, especialmente pelos rivais do governador baiano, que apontam a violência como um dos principais problemas a serem enfrentados nos próximos anos. Barbosa não deixa de reconhecer que ainda precisa se avançar muito no tema da segurança na Bahia, mas responde aos críticos que já estiveram no governo em outras gestões. "Falta? Falta muito. Mas nenhum outro governo contratou tantos policiais quanto o nosso. Temos indicadores para provar que nossa gestão na segurança pública foi muito melhor do que as gestões anteriores. Antigamente não se tinha gestão de segurança. Não vou entrar em seara de outros governadores que passaram porque segurança pública era feita por medidas meramente de respostas daquilo que estava acontecendo. Não tinha planejamento, não tinha absolutamente nada", diz em entrevista ao Bahia Notícias. O titular da SSP, que passou por duas greves de policiais, em 2012 e 2014, também alerta para o caráter eleitoral das paralisações e o risco de novos casos. "Já tivemos aqui duas greves, em outros estados até três greves. Vamos esperar o quê para tomarmos uma providência em relação a isso? Independentemente do governo que venha, daqui para frente está arriscado ter outra greve". Seja qual for o resultado das eleições em outubro, Barbosa indica que não deve continuar no cargo em caso de uma vitória da chapa da situação. "Tenho mais 15 anos na Polícia Federal. Então acho que tenho que procurar uma projeção de fazer algo diferente na minha carreira". Leia a entrevista completa:

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Quinta, 13 de Setembro de 2012 - 12:10

Xique-Xique: Dono de instituto ameaça acionar criminalmente deputado que questionou pesquisa

por Evilásio Júnior/ Rodrigo Aguiar

Xique-Xique: Dono de instituto ameaça acionar criminalmente deputado que questionou pesquisa
Foto: Evilásio Júnior / Bahia Notícias
O dono da Compet Consultoria Marketing Pesquisas e Treinamentos, Denivaldo Fernandes, rebateu as declarações do deputado estadual Reinaldo Braga (PR), que entrou com um pedido de impugnação da divulgação de uma pesquisa eleitoral sobre a sucessão em Xique-Xique, e prometeu processá-lo. "Vou entrar com ação criminal por danos morais. Outras pessoas com quem eu trabalho me ligaram. Ele não conhece meu trabalho", revelou o empresário, em visita à redação ao Bahia Notícias. Sobre a alegação do parlamentar, de que a soma entre as intenções de voto dos candidatos, nulos, brancos e indecisos dá 98% e não 100%, Fernandes afirmou, por meio de nota, que “o percentual relativo total pode oscilar em torno dos 100%, entretanto, algumas dessas tabulações podem apresentar totais relativos que variem entre 98% e 102%, principalmente quando as alternativas de respostas são extensas” e complementou pessoalmente: "quem tem condições de avaliar os dados são técnicos e não políticos". De acordo com ele, a variação aconteceria em função de aproximações feitas – com porcentagens que variam de 0% a 0,4% arredondadas para 0% e as de 0,5% a 0,9% para 1%. O dono do instituto argumentou ainda que Braga não conhece a empresa e, por tal motivo, não estaria “autorizado” a declarar que a Compet não tem credibilidade. Segundo Fernandes, a empresa não é filiada a nenhum partido político e não tem ideologia. Outro ponto questionado pelo deputado foi a divulgação de uma pergunta que não constava no questionário disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sobre o item, Fernandes afirmou que seu levantamento de fato não fez a quarta indagação aos entrevistados e que a veiculação das iinformações cabe à coligação que o contratou. "É um deputado que não conheço, nunca ouvi, nem tive acesso, que presta declaração contra a minha empresa. Não sou responsável pela divugação de pesquisa nenhuma. Entrego o relatório ao contratante. Se ele pegou informação na rua, tem que ver quem veiculou, qual CNPJ está na documentação. Se foi a coligação que fez, ele tem que processar e reclamar da coligação", sugeriu.

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