Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Esse povo da Bahia também parece que não entende das coisas modernas. Dia desses vieram me fazer uma fofoca dizendo que os ferries que Dotô Otto comprou estão enferrujados. Sabem de nada, inocentes. Na verdade, ele mandou customizar as embarcações, que agora podem ser chamadas de retrô. Falando em coisa antiga, o gago Domingos Leonelli é tão das antigas que até suas placas são em preto e branco. Retrô, como os novos ferries. Na coluna de hoje eu ainda revelo quem anda a destruir placas de rua dos candidatos. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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Pérola do dia

Lídice da Mata

"De jeito nenhum."

Candidata ao governo da Bahia pelo PSB, sobre a possibilidade de ter o ex-prefeito de Salvador, João Henrique, no palanque de campanha.

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Comentários

Uso de jato por Eduardo Campos fere resolução do TSE

Com certeza, no final das investigações,o defunto será declarado culpado.

22/08/2014 - 11:39

conceição

Souto promete aumentar salário de servidores de acordo com ?condição financeira do estado?

Vamos falar em números candidato. Durante os seus 8 anos de governo, os servidores públicos somente tiveram 6% de reajuste salarial, contra uma inflação no período de 50% em média. Ou seja, os servidores tiveram perda média de 40% dos salários. Não me parece que um governador que geriu desta forma o estado por 8 anos tenha algum compromisso com a qualificação e condições de trabalho do serviço público. Agora vamos falar em compromisso e verdade. Para que o senhor possa começar a conversar, sugiro que faças um documento com vossas propostas, registre-o em cartório e o encaminhe a todos os sindicatos do serviço público no estado, pautando com estes uma reunião. O senhor terá a chance assim, de falar por que a sua época, o servidor foi tratado a pão e água, por que o senhor sequer recebia os sindicatos para conversar, por que não houve melhoria das condições de trabalho, e após as suas explicações, se aceitas, poderás falar sobre seus planos. Vejas que é uma chance de grande valor para que o senhor moster que mudou, pois, o sentimento do serviço público é que o senhor é o mesmo, e caso seja eleito, vamos nos preparar para vir de sol e lua, pois, nossos salários novamente vão cair pela metade. Lembro até, que muitos servidores ao final do seu governo, ganhavam menos que o salário mínimo, o que é ilegal, mas havia e muito. Não nos venha agora com bolodório. O fato é que rejeição a vossa pessoa no serviço público é estratosférica.

22/08/2014 - 11:35

João Alberto

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Entrevistas

Renata Mallet

Primeira dos candidatos ao governo entrevistada pelo Bahia Notícias nessa série, a fonoaudióloga Renata Mallet (PSTU) mostra postura firme e um discurso à esquerda mais radical. Vai desde o final das terceirizações e das parcerias público-privadas à desmilitarização das polícias, com uma parada no fim da lei de responsabilidade fiscal. Para ela, a Bahia vive uma contradição entre ricos e pobres e que somente a participação de trabalhadores e jovens pode mudar o quadro. “Nós queremos o voto daqueles que não querem que a direita retorne no nosso estado. Que estão cansados do carlismo. E também queremos os votos daqueles que tiveram esperança com o PT e perceberam que o PT os traiu. A gente quer o voto daqueles que querem a mudança na Bahia. É necessário inverter a lógica da política na Bahia, parando de priorizar e dar privilégios para os ricos e começar a pensar políticas para os trabalhadores e para a juventude. Nossa proposta é de fazer um governo que convoque os trabalhadores a governar. As mãos que trabalham na Bahia também podem governar o nosso estado. E nós contamos com eles. Com a participação do movimento. A nossa eleição tem esse objetivo de fortalecer a luta dos trabalhadores e da juventude. Porque, para nós, a única forma de melhorar o estado de sofrimento da nossa população é deixar de construir uma Bahia para os ricos e começar agora, junto com os trabalhadores e a juventude, a construir uma Bahia com e para esse setor, para os trabalhadores e a juventude, que são a grande maioria da população”, defende Renata.

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Multimidia

Veja o lance do gol de Bahia 1x0 Corinthians

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Quinta, 13 de Setembro de 2012 - 12:10

Xique-Xique: Dono de instituto ameaça acionar criminalmente deputado que questionou pesquisa

por Evilásio Júnior/ Rodrigo Aguiar

Xique-Xique: Dono de instituto ameaça acionar criminalmente deputado que questionou pesquisa
Foto: Evilásio Júnior / Bahia Notícias
O dono da Compet Consultoria Marketing Pesquisas e Treinamentos, Denivaldo Fernandes, rebateu as declarações do deputado estadual Reinaldo Braga (PR), que entrou com um pedido de impugnação da divulgação de uma pesquisa eleitoral sobre a sucessão em Xique-Xique, e prometeu processá-lo. "Vou entrar com ação criminal por danos morais. Outras pessoas com quem eu trabalho me ligaram. Ele não conhece meu trabalho", revelou o empresário, em visita à redação ao Bahia Notícias. Sobre a alegação do parlamentar, de que a soma entre as intenções de voto dos candidatos, nulos, brancos e indecisos dá 98% e não 100%, Fernandes afirmou, por meio de nota, que “o percentual relativo total pode oscilar em torno dos 100%, entretanto, algumas dessas tabulações podem apresentar totais relativos que variem entre 98% e 102%, principalmente quando as alternativas de respostas são extensas” e complementou pessoalmente: "quem tem condições de avaliar os dados são técnicos e não políticos". De acordo com ele, a variação aconteceria em função de aproximações feitas – com porcentagens que variam de 0% a 0,4% arredondadas para 0% e as de 0,5% a 0,9% para 1%. O dono do instituto argumentou ainda que Braga não conhece a empresa e, por tal motivo, não estaria “autorizado” a declarar que a Compet não tem credibilidade. Segundo Fernandes, a empresa não é filiada a nenhum partido político e não tem ideologia. Outro ponto questionado pelo deputado foi a divulgação de uma pergunta que não constava no questionário disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sobre o item, Fernandes afirmou que seu levantamento de fato não fez a quarta indagação aos entrevistados e que a veiculação das iinformações cabe à coligação que o contratou. "É um deputado que não conheço, nunca ouvi, nem tive acesso, que presta declaração contra a minha empresa. Não sou responsável pela divugação de pesquisa nenhuma. Entrego o relatório ao contratante. Se ele pegou informação na rua, tem que ver quem veiculou, qual CNPJ está na documentação. Se foi a coligação que fez, ele tem que processar e reclamar da coligação", sugeriu.

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