Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Não tenho nada contra quem se dá bem na vida e prospera. Até admiro o caso do ex-soldado Prisco, que foi exonerado da polícia baiana, mas ganha um salário gordo na Câmara Municipal de Salvador. Até aí tudo bem, não fosse a grande diferença entre o discurso e a prática no finalzinho da greve da PM. Prisco, rouco e visivelmente cansado, anunciou no seu poderoso microfone que o fim da paralisação seria comemorado com churrasco e arrocha. Aí vocês me perguntam: em que local o sujeito foi preso pela Polícia Federal? No luxuoso complexo hoteleiro de Costa do Sauípe. Nada contra ele ter grana para ostentar no Litoral Norte, mas que soa estranho, soa. E falando em Prisco, soube que o Soberano (ACM, o Neto) tá retado com o Galego (Jaques Wagner). Se sentiu usado para fazer o ex-soldado evitar a greve e, depois, a cessar com o movimento. Detalhe: Neto não sabia do mandado de prisão omitido por Wagner em seus cordiais diálogos. Por enquanto, estão levando tudo em banho maria. Não deixe de ler essas e outras notícias dos bastidores políticos nas Curtas do Poder!

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Pérola do dia

Otto Alencar

"Como médico, avalio que a declaração de Geddel manifesta complexo de superioridade e falta de humildade. [...] Vou seguir trilhando meu caminho com as sandálias da humildade, serenidade e firmeza."

Vice-governador da Bahia e pré-candidato ao Senado pelo PSD, ao diagnosticar o adversário Geddel Vieira Lima (PMDB), que se baseia em "números" e seu "sentimento" para determinar que sua oponente mais perigosa é a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon (PSB).

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Entrevistas

Geddel Vieira Lima

Ser no senado a voz da Bahia no Brasil. É com esse discurso que Geddel Vieira Lima (PMDB) apresenta-se como candidato a uma vaga como senador da República. "Acho que esse talvez seja o meu grande diferencial em relação aos outros candidatos. Não preciso aprender a caminhar no congresso nacional. Eu já vou chegar trabalhando pelo estado", disse o ex-ministro Ministro da Integração Nacional em entrevista ao Bahia Notícias. O pemedebista afirma que chegou a ser "claramente sinalizado' que seria o candidato ao governo do estado, mas que a sua candidatura acabou 'ficando inviável', o que resultou na confirmação de Paulo Souto (DEM) como nome da oposição para ser o adversário de Rui Costa (PT) na disputa da sucessão ao Palácio de Ondina. Geddel declarou que se considera favorito em relação aos seus adversários por uma vaga no senado e que, ao contrário do que poderia se imaginar, considera a ministra Eliana Calmon (PSB) uma adversária mais forte que o vice-governador Otto Alencar (PSD). "Digo com muita simplicidade que eu não vejo nada de bicho-papão na candidatura dele (Otto Alencar). A última eleição que ele disputou foi em 1998, o resto foi como candidato a vice-governador. Tenho apreço por ele, mas acho que, sinceramente, o meu adversário é a ministra Eliana Calmon".

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Sábado, 01 de Setembro de 2012 - 18:30

Em retorno aos palanques, Lula ignora mensalão e ataca antigo aliado

Em retorno aos palanques, Lula ignora mensalão e ataca antigo aliado
O ex-presidente Lula não mencionou o julgamento do mensalão e atacou um antigo aliado em seu retorno aos palanques nesta sexta-feira (31), em Belo Horizonte. Em um discurso de pouco mais de 13 minutos, o petista incitou a militância da capital mineira contra o prefeito Marcio Lacerda (PSB), candidato à reeleição, de quem o PT foi aliado até junho. O gestor enfrenta o ex-ministro Patrus Ananias (PT), que está 16 pontos percentuais atrás do atual prefeito, segundo as pesquisas. “Deus colocou o dedo no lugar certo e disse o seguinte: [se] aqueles que o PT ajudou a chegar no poder não querem mais ficar com o PT, tudo bem. O PT não vai ficar chorando [...] Que eles saibam: eles não estariam no governo se não fosse por nós”, disse Lula para aproximadamente 5 mil pessoas. Devido a divergências políticas, o PT rompeu a aliança com o PSB e alega que Lacerda escolheu como aliado o senador Aécio Neves (PSDB). Durante o evento, Lula comentou o câncer que teve e disse que não podia falar muito para não ter um acesso de tosse. Informações da Folha.

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