Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

A pesquisa Ibope saiu na última quarta, mas trago hoje meus comentários sobre os números. Começo alertando que o DataNilo, o instituto de Marcelo Nilo que não é dele, mais uma vez enganou o Galego (JW). Falando em galego, me lembrei do propagandista Sidônio, que com a pesquisa e a derrota do Bahia deve ter tido uma das piores noites de sua vida. Posso definir a pesquisa com a mesma sensação que eu tive com Alemanha 5 e Brasil 0 aos 30 minutos do primeiro tempo. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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José Rocha

“O partido não está envolvido de maneira nenhuma nisso.”

Deputado federal e presidente do PR na Bahia, sobre a denúncia de que o parlamentar João Carlos Bacelar cobraria "pedágio" de 8% no fechamento de contratos de empreiteiras com o Ministério dos Transportes.

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Maurício Barbosa

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, está desde o início da gestão Jaques Wagner ligado ao governo do estado. Quatro anos como chefe de inteligência e os últimos quatro no comando da pasta de segurança, uma das criticadas, especialmente pelos rivais do governador baiano, que apontam a violência como um dos principais problemas a serem enfrentados nos próximos anos. Barbosa não deixa de reconhecer que ainda precisa se avançar muito no tema da segurança na Bahia, mas responde aos críticos que já estiveram no governo em outras gestões. "Falta? Falta muito. Mas nenhum outro governo contratou tantos policiais quanto o nosso. Temos indicadores para provar que nossa gestão na segurança pública foi muito melhor do que as gestões anteriores. Antigamente não se tinha gestão de segurança. Não vou entrar em seara de outros governadores que passaram porque segurança pública era feita por medidas meramente de respostas daquilo que estava acontecendo. Não tinha planejamento, não tinha absolutamente nada", diz em entrevista ao Bahia Notícias. O titular da SSP, que passou por duas greves de policiais, em 2012 e 2014, também alerta para o caráter eleitoral das paralisações e o risco de novos casos. "Já tivemos aqui duas greves, em outros estados até três greves. Vamos esperar o quê para tomarmos uma providência em relação a isso? Independentemente do governo que venha, daqui para frente está arriscado ter outra greve". Seja qual for o resultado das eleições em outubro, Barbosa indica que não deve continuar no cargo em caso de uma vitória da chapa da situação. "Tenho mais 15 anos na Polícia Federal. Então acho que tenho que procurar uma projeção de fazer algo diferente na minha carreira". Leia a entrevista completa:

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Sábado, 01 de Setembro de 2012 - 18:30

Em retorno aos palanques, Lula ignora mensalão e ataca antigo aliado

Em retorno aos palanques, Lula ignora mensalão e ataca antigo aliado
O ex-presidente Lula não mencionou o julgamento do mensalão e atacou um antigo aliado em seu retorno aos palanques nesta sexta-feira (31), em Belo Horizonte. Em um discurso de pouco mais de 13 minutos, o petista incitou a militância da capital mineira contra o prefeito Marcio Lacerda (PSB), candidato à reeleição, de quem o PT foi aliado até junho. O gestor enfrenta o ex-ministro Patrus Ananias (PT), que está 16 pontos percentuais atrás do atual prefeito, segundo as pesquisas. “Deus colocou o dedo no lugar certo e disse o seguinte: [se] aqueles que o PT ajudou a chegar no poder não querem mais ficar com o PT, tudo bem. O PT não vai ficar chorando [...] Que eles saibam: eles não estariam no governo se não fosse por nós”, disse Lula para aproximadamente 5 mil pessoas. Devido a divergências políticas, o PT rompeu a aliança com o PSB e alega que Lacerda escolheu como aliado o senador Aécio Neves (PSDB). Durante o evento, Lula comentou o câncer que teve e disse que não podia falar muito para não ter um acesso de tosse. Informações da Folha.

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