Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Não é por nada, mas até hoje não me recuperei do susto que levei quando soube, na última sexta-feira, lá em Mar Grande, desse balaio de gato que fizeram na chapa do Soberano. Soube que Geddel indicou Joaci de pirraça, pois o sujeito não tem voto. Independentemente da motivação, só imagino o velho ACM se remexendo todo no caixão. Se estivesse vivo o senador daria um ataque, até porque a chapa de Wagner é mais fiel aos princípios carlistas do que a de Neto. Como ACM, o avô, não está mais entre nós, vai aí um conselho de camarada para o soberano: evite centro espírita, terreiro de candomblé ou coisa que o valha. É capaz de o velho baixar e o resultado é imprevisível. Confira mais notícias dos bastidores da política nas Curtas do Poder!

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Pérola do dia

Dom Murilo Krieger

"Vi que eles perceberam a necessidade de se desarmar em todos os sentidos e que eles estavam propensos a ouvir o outro. Da parte do governo, também"

Arcebispo Primaz do Brasil, ao comentar o fim da greve da PM, após ter recebido o título de membro benemérito da Força Invicta

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Entrevistas

Paulo Souto

Com a candidatura anunciada oficialmente quatro meses após a divulgação do nome petista para a concorrência à sucessão ao governo do Estado, o escolhido da “união das oposições”, o ex-governador Paulo Souto (DEM), considera “legítimas” as aspirações do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) a encabeçar a chapa majoritária e acredita que o gestor de Salvador, ACM Neto (DEM), foi “um grande árbitro” na condução do processo de escolha. “Dificilmente se poderia desejar algo mais forte, mais robusto para disputar uma eleição: uma chapa que está reunindo os três maiores partidos da oposição”, defendeu, em entrevista ao Bahia Notícias. Souto nega haver um acordo tácito para que, caso seja eleito, não dispute a reeleição a fim de que Neto seja lançado ao cargo em 2018, embora admita a possibilidade de abrir caminho para o correligionário, a depender da avaliação futura do governo democrata.

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Multimidia

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Sábado, 01 de Setembro de 2012 - 18:30

Em retorno aos palanques, Lula ignora mensalão e ataca antigo aliado

Em retorno aos palanques, Lula ignora mensalão e ataca antigo aliado
O ex-presidente Lula não mencionou o julgamento do mensalão e atacou um antigo aliado em seu retorno aos palanques nesta sexta-feira (31), em Belo Horizonte. Em um discurso de pouco mais de 13 minutos, o petista incitou a militância da capital mineira contra o prefeito Marcio Lacerda (PSB), candidato à reeleição, de quem o PT foi aliado até junho. O gestor enfrenta o ex-ministro Patrus Ananias (PT), que está 16 pontos percentuais atrás do atual prefeito, segundo as pesquisas. “Deus colocou o dedo no lugar certo e disse o seguinte: [se] aqueles que o PT ajudou a chegar no poder não querem mais ficar com o PT, tudo bem. O PT não vai ficar chorando [...] Que eles saibam: eles não estariam no governo se não fosse por nós”, disse Lula para aproximadamente 5 mil pessoas. Devido a divergências políticas, o PT rompeu a aliança com o PSB e alega que Lacerda escolheu como aliado o senador Aécio Neves (PSDB). Durante o evento, Lula comentou o câncer que teve e disse que não podia falar muito para não ter um acesso de tosse. Informações da Folha.

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