Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Essas eleições foram a bagaceira na Bahia e no Brasil. Alguns políticos se deram mal. Mas aqui na terrinha o bicho pegou. Teve candidato achando que tava eleito se ferrando feio. Falando em candidato, com a derrota de Paulo Souto e Aécio, a disputa para a vice do Soberano nas próximas eleições será acirrada. De uma coisa tenho certeza: o deputado Bruno Reis tá fora. O povo não gosta de político que desrespeita as leis municipais e os agentes públicos. Confira os detalhes nas Curtas do poder!

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Pérola do dia

Lídice da Mata

“Eu defendo que o partido se mantenha independente, mas o partido ainda vai debater essa questão. Cada dia uma agonia”

Lídice da Mata, senadora pelo PSB, ao comentar sobre a situação da sigla após as eleições.

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Entrevistas

Marcelo Nilo

Após o término das eleições para o segundo turno, começa nos bastidores a disputa para saber quem assume a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). E quem já aparece como candidato à reeleição ao cargo é Marcelo Nilo (PDT), eleito para o seu sétimo mandato como deputado estadual, pela segunda vez o mais votado do estado, com 148.690 votos. Em entrevista ao Bahia Notícias, Nilo assume seu início de campanha para ser pela quinta vez presidente da AL-BA, fala sobre suas relações com o atual e o futuro governador do estado, e diz que todas as melhorias recentes na Bahia “passaram por sua caneta”. "Uma coisa que eu me orgulho muito é que tudo que ocorreu de positivo na Bahia tem a tinta da minha caneta. Se o governador fez uma estrada, passou pela assembleia. Se fez um centro tecnológico ou posto de saúde também”. Leia a entrevista completa.

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Multimidia

Veja os gols de Bahia 1x1 Atlético-MG

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Sábado, 04 de Agosto de 2012 - 08:20

'Dormia a nossa pátria mãe tão distraída', diz Gurgel após pedir prisão imediata de 36 réus do mensalão

'Dormia a nossa pátria mãe tão distraída', diz Gurgel após pedir prisão imediata de 36 réus do mensalão
Procurador citou canção de Chico Buarque |Foto: STF
A Procuradoria-Geral da República defendeu nesta sexta-feira (2) a prisão imediata dos réus que forem condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão. O procurador Roberto Gurgel pediu a condenação de 36 dos 38 réus. "A Procuradoria-Geral da República requer desde já a expedição de mandados de prisão imediatamente após a sentença", disse Gurgel. O pedido visa evitar que embargos de declaração atrasem o cumprimento da pena. O procurador destacou que não cabe recurso do mérito da decisão que vier a ser tomada pelo STF , afirmou ter obtido "todas as provas possíveis" e destacou que o escândalo aconteceu entre quatro paredes dentro do Palácio do Planalto, em referência ao ex-ministro José Dirceu (PT). "O Ministério Público só não conseguiu provas impossíveis", afirmou. Segundo ele, "jamais um delito foi tão fartamente comprovado" e o julgamento é "histórico". Gurgel aproveitou ainda para dizer que foi vítima de ataques "grosseiros e mentirosos" desde que apresentou as alegações finais ao processo mantendo as acusações contra quase a totalidade dos réus. "Foi tudo para constranger e intimidar procurador", acusou. Ele afirmou que este comportamento é "inaceitável" e "inútil". "Não nos intimidaremos jamais". E encerrou a sustentação oral com uma citação ao compositor Chico Buarque, notório simpatizante do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Dormia a nossa pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações".

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Artigos

Pablo Reis
O que será?

O que será de nós, agora que a eleição acabou? Passaremos de eleitores irascíveis e combativos, duelando mais por nomes do que por projetos concretos, a cidadãos atuantes, vigilantes da lei e da aplicação delas? Vamos continuar indignados com escândalos de corrupção, mas usando aplicativo de geolocalização para desviarmos da blitz de alcoolemia após umas bebidinhas sociais? Vamos manter o padrão de usar vida pessoal como argumento contrário a esse ou aquele político, enquanto exigimos que nossa privacidade seja preservada por nossos empregadores?

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 25 de novembro de 1982 - O que será do PMDB baiano?

Não era o líder oposicionista de Feira quem estava, na segunda-feira última, na casa de Roberto Santos. O deputado Francisco Pinto estava lá, sobretudo, como secretário nacional do PMDB e sua missão, mais do que discutir o resultado das eleições, era sentir o ânimo do candidato Roberto Santos, que já não tinha qualquer esperança de uma mudança no quadro das apurações. Mário Kertész havia chegado pouco antes e, embora triste, não estava abatido.

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