Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Sei que não se deve mexer com os mortos, mas quem o fez foi a oposição ao lançar uma chapa com Geddel, Paulo Souto e Joaci Góes. Digo isso porque o velho ACM não deve ter gostado nada, já que desencarnou com os três engasgados na goela. Portanto, onde quer que esteja, deve estar radiante com tamanha derrota. Ou Neto não fez contato com o além para pedir conselho antes de lançar a chapa ou o contato estava com ruídos. Falando em ruídos, ri muito com um post do vereador Marcell Moraes. Ao agradecer os votos que obteve para sua eleição a deputado estadual, ele disse que foi eleito pelos animais. Não posso deixar de concordar em gênero, número e grau. Confira essas e outras notinhas dos políticos nas Curtas do poder!

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Pérola do dia

Eduardo Fontes

"A gente não vive em guerra. Não estamos na Idade Média."
 
Eduardo Fontes, preparador físico e atleta, ao comentar a rigidez do Teste de Aptidão Física da Polícia Militar.

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Comentários

Wagner é cotado para ministro da Fazenda de Dilma, diz revista

Piada! a sopa no mel!

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Prefeitura de Salvador prevê reajuste de tarifa de ônibus a partir de janeiro de 2015

Besta do ser humano que briga e confia em político...

24/10/2014 - 16:47

carlos madruga

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Entrevistas

Rui Costa

O governador eleito no último dia 5, Rui Costa (PT), foi entrevistado pelo Bahia Notícias em meio ao evento de apoio da candidatura de Dilma Rousseff (PT), no último dia 16. Ele elenca as três áreas consideradas prioritárias nos primeiros meses de seu governo (saúde, segurança pública e educação) e, diante de especulações sobre possíveis nomes para as secretarias, declarou que os terá somente em dezembro e nada ainda foi conversado. Em relação a uma possível eleição de Aécio Neves, Rui é bem taxativo ao perfilar os seus adversários tucanos. “A má vontade do PSDB com o nordeste é histórica e está presente nos dias de hoje”, comenta o governador da Bahia a partir de 2015. Costa aponta a interferência política como o principal motivo do adiamento da operação comercial, contudo, garante que os prazos das obras não foram prejudicados.

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Multimidia

Veja os gols de Bahia 1x1 Atlético-MG

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Segunda, 02 de Julho de 2012 - 11:50

Dois de Julho: Lídice naturaliza manifestações de professores

por Evilásio Júnior / Rodrigo Aguiar

A senadora Lídice da Mata (PSB) considerou naturais as manifestações dos professores estaduais contra o governo na manhã desta segunda-feira durante o cortejo do Dois de Julho e disse que já esperava testemunhar os episódios ocorridos. “O movimento dos professores se mobilizou durante toda a semana, convocando nas redes sociais e nas escolas. Era natural que assim acontecesse”, minimizou. A exemplo do que outras figuras ligadas ao governo, a parlamentar destacou a natureza “democrática” dos protestos. “Houve tempos em que um professor em greve não chegava tão perto de um governador”, comparou. Lídice ainda considerou uma “simbologia equivocada” a exigência feita pelo movimento grevista de que Wagner negocie pessoalmente com a categoria. ‘Se o governador assumir pessoalmente, será obrigado a negociar com todas as categorias. Os secretários existem parta cumprir esse papel”, afirmou a senadora.

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Artigos

Dilson Jatahy Fonseca Neto
Lula e Pompeu

Cada vez que abro um novo livro, ou conheço um novo relato da história, observo que os eventos são sempre os mesmos, mudando apenas os nomes, as datas e os lugares. A minha constatação, desta vez, é baseada nas eleições, tanto nas atuais quanto nas de Roma Antiga. Assistindo ao horário político, recentemente, me lembrei de uma pequena obra que li ano passado. O título é simples e direto, transmitindo o propósito da obra: “Como ganhar uma eleição”.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 25 de novembro de 1982 - O que será do PMDB baiano?

Não era o líder oposicionista de Feira quem estava, na segunda-feira última, na casa de Roberto Santos. O deputado Francisco Pinto estava lá, sobretudo, como secretário nacional do PMDB e sua missão, mais do que discutir o resultado das eleições, era sentir o ânimo do candidato Roberto Santos, que já não tinha qualquer esperança de uma mudança no quadro das apurações. Mário Kertész havia chegado pouco antes e, embora triste, não estava abatido.

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