Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Depois de iludir o Galego (Jaques Wagner) e fazê-lo acreditar que Piligrino seria prefeito de Salvador, o tal do Marcelo Nilo, fanfarrão de ofício, vem pra cá com a conversinha de que não é dono do Datanilo. Ora, garanto que se o PT ganhasse as eleições ele não estaria dizendo isso. Dizer que o Datanilo não lhe pertence é, no mínimo, ser muito dissimulado. Falando em fanfarrão, o Romano Coletor de Impostos, mais conhecido como Mauro Ricardo, está me saindo um expert. Depois de alardear que só paga a quem não está no Cadin e a quem o prefeito determinar, continuo achando o seguinte: Romano deve explicações à sociedade soteropolitana, pois ainda não disse qual foi a empresa que JH pagou R$ 90 milhões em duplicidade. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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“As eleições foram prostituídas. O sujeito da eleição de 2016 já está fazendo campanha desde agora.”

Senador pelo PT-BA, ao defender a urgência da implantação da reforma política.

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Maurício Barbosa

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, está desde o início da gestão Jaques Wagner ligado ao governo do estado. Quatro anos como chefe de inteligência e os últimos quatro no comando da pasta de segurança, uma das criticadas, especialmente pelos rivais do governador baiano, que apontam a violência como um dos principais problemas a serem enfrentados nos próximos anos. Barbosa não deixa de reconhecer que ainda precisa se avançar muito no tema da segurança na Bahia, mas responde aos críticos que já estiveram no governo em outras gestões. "Falta? Falta muito. Mas nenhum outro governo contratou tantos policiais quanto o nosso. Temos indicadores para provar que nossa gestão na segurança pública foi muito melhor do que as gestões anteriores. Antigamente não se tinha gestão de segurança. Não vou entrar em seara de outros governadores que passaram porque segurança pública era feita por medidas meramente de respostas daquilo que estava acontecendo. Não tinha planejamento, não tinha absolutamente nada", diz em entrevista ao Bahia Notícias. O titular da SSP, que passou por duas greves de policiais, em 2012 e 2014, também alerta para o caráter eleitoral das paralisações e o risco de novos casos. "Já tivemos aqui duas greves, em outros estados até três greves. Vamos esperar o quê para tomarmos uma providência em relação a isso? Independentemente do governo que venha, daqui para frente está arriscado ter outra greve". Seja qual for o resultado das eleições em outubro, Barbosa indica que não deve continuar no cargo em caso de uma vitória da chapa da situação. "Tenho mais 15 anos na Polícia Federal. Então acho que tenho que procurar uma projeção de fazer algo diferente na minha carreira". Leia a entrevista completa:

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Quarta, 14 de Dezembro de 2011 - 18:50

Tanque Novo: Empresário líder de esquema é pai do prefeito

 Tanque Novo: Empresário líder de esquema é pai do prefeito
Operação parou a cidade na manhã desta quarta (14) | Foto: Jornal Farol
A Polícia Civil divulgou mais detalhes da Operação Marabu, realizada nesta quarta-feira (14), que prendeu oito integrantes de uma quadrilha acusada de sonegação fiscal no município de Tanque Novo, no sudoeste baiano. João Neves de Oliveira, um atacadista de 70 anos, pai do prefeito Elson Neves de Oliveira (PTdoB), foi apontado como líder do esquema que causou um prejuízo de R$ 54 milhões. Entre as operações fraudulentas, constam a utilização de notas fiscais frias; o “calçamento” de notas fiscais; a utilização de notas fiscais com numeração paralela à autorizada pela Sefaz; a utilização de empresas de fachada constituídas em nome de outras pessoas; operações comerciais em nome de empresas fictícias; a falta de emissão de notas fiscais; e a simulação de venda de mercadorias para outros estados, com utilização de empresas de fachada.  A operação conjunta realizada pelas pastas da Fazenda (Sefaz), Segurança Pública (SSP) e o Ministério Público é fruto de três anos de investigações. Além do pai do prefeito, também foram presas Judith Alves Carneiro, mulher do empresário, um filho do casal, Laeson Neves de Oliveira, e os netos Diogo Carneiro Neves de Oliveira e João Carlos Neves de Oliveira, além de uma irmã de João Neves, Eunice de Oliveira Magalhães. Todos os presos estão à disposição da Justiça no Complexo Policial de Guanambi. A Polícia Civil divulgou que o empresário, ao perceber a movimentação dos agentes, tentou se livrar de uma pasta com documentos, jogando-a por cima do muro. Em sua residência foram apreendidos documentos, notas promissórias e mais de R$ 30 mil em espécie.

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