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Entrevistas

Procurador Alberto Balazeiro - Segurança e bem estar no trabalho

Desde 2008 no Ministério Público do Trabalho, o procurador Alberto Balazeiro já atuou nas cidades de Barreiras, Eunápolis e Feira de Santana. Coordenador do Fórum Estadual de Proteção ao Meio Ambiente do Trabalho, ele levantou, em entrevista ao Bahia Notícias, temas relativos à segurança e bem estar dos trabalhadores. "Primeiro, se combateu trabalho infantil, depois jornada exaustiva, depois segurança no trabalho, até se chegar ao assédio", listou. "O assédio é um grande problema no ambiente de trabalho". Para ele, problemas como o trabalho infantil e práticas análogas à escravidão se parecem em determinados aspectos. "Todo e qualquer trabalho tem normas de segurança que devem ser atendidas", considerou.

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Advogado pode ser investigado por atropelar um ladrão que tentou assaltá-lo
Foto: Terra
Um advogado de São Paulo poderá ser investigado por lesão corporal dolosa por ter atropelado um ladrão que tentou assaltá-lo na noite desta quarta-feira (12), quando se dirigia para um restaurante para comemorar o dia dos namorados. Segundo a polícia, o assaltante estava com uma arma de brinquedo. O advogado foi de assalto ao parar no semáforo, e teve seu celular e relógio roubados. Logo após, o ladrão passou em frente ao carro da vítima e foi atropelado pelo motorista, que perdeu o controle do carro e bateu em dois veículos estacionados. Na delegacia, o defensor afirmou que atropelou o ladrão por impulso. Ele responderá a lesão corporal dolosa, caso fique comprovado que cometeu o atropelamento com intenção de machucar o assaltante e não para se defender. O advogado conseguiu recuperar os objetos roubados, avaliados em R$ 15 mil. O assaltante estava sem documentos e disse ser menor de idade. Ele foi encaminhado para o Hospital das Clínicas e não há informações sobre seu estado de saúde. Informações do G1.

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Juiz proíbe uso de decotes e roupas transparentes em fórum de São Paulo

O juiz de Direito Maurício Campos, diretor do Fórum Regional de Santana, em São Paulo, proibiu, através de uma portaria, o uso de decotes “profundos a ponto de deixarem mais da metade do colo dos seios visíveis”, roupas transparentes e sem alça para as mulheres, e o uso de camisetas com gola “U” ou “V”, por parte dos homens, que “deixe mais da metade do tórax exposto”. De acordo com o dispositivo, a portaria visa não criar “situações de desconforto” aos magistrados que trabalham no fórum regional. A medida ainda proíbe o uso de roupas que deixem a barriga exposta ou mais de um terço das costas desnudas, shorts ou bermudas, ainda que se usem meias-calça, saias que não cubram ao menos dois terços das coxas, chapéu, gorro, boina ou boné. O magistrado ainda proíbe o ingresso de pessoas ao Fórum descalças ou em péssimas condições de higiene. A portaria ainda designa duas pessoas da fiscalização judiciária para fazer a vistoria. A norma foi editada no dia 13 de maio e passará a ter validade neste mês de junho.


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Juiz israelense diz que 'algumas meninas gostam de ser estupradas'
O juiz israelense Nissim Yeshaya causou polêmica nesta quarta feira (5) ao afirmar em uma audiência de um caso de estupro de uma menor de idade que “algumas meninas gostam de ser estupradas”. O comentário foi feito em uma sessão da Comissão de Apelação da Previdência Social e gerou protestos de toda a sociedade bem como o repúdio de todos os políticos locais. Segundo informações da EFE, a garota estuprada não estava presente na audiência. Yeshaya já está aposentado, mas ainda atua em alguns casos de apelações institucionais no Distrito de Tel Aviv. Logo após a onde de protestos, no mesmo dia, o magistrado renunciou ao cargo, decisão que foi elogiada pelo ministra da Justiça Tzipi Livni. A presidente da Comissão Parlamentar para o Status da Mulher, Aliza Laví, já havia pedido  a Livni que interditasse imediatamente Yeshaya que atua como presidente de tribunais administrativos e de orientação. A jovem violentada, hoje com 19 anos, tinha 13 quando foi estuprada por quatro homens palestinos. A advogada da garota, Aloni Sadovnik, comentou a declaração do juiz na rádio do exército israelense. "No meio de um debate acalorado, o juiz diz de repente alto e para todos os presentes ouvirem: 'há algumas meninas que gostam de ser estupradas'". "A sala ficou em silêncio", acrescentou a advogada, detalhando que "inclusive os (outros dois) membros do tribunal (de apelações) ficaram calados por vários minutos. Ele nem sequer percebeu o que acabava de dizer. Não entendia por que todo mundo estava em silêncio ao mesmo tempo". O juiz se desculpou antes de renunciar, mas disse que o escândalo “não era sério”. "Estão tentando conseguir publicidade as minha custas. Eu não acho que a vítima de um estupro não sofre danos com ele ou que o estupro não é um crime grave. (Meus comentários) foram mal interpretados", alegou.

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Ao invés de prender, juiz 'passa sermão' em homens enquadrados na Maria da Penha
Um juiz do Mato Grosso resolveu modificar a punição dada a homens que agridem suas mulheres. Ao invés de decretar a prisão do agressor, Jamilson Haddad, titular da 1.ª Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra Mulher de Cuiabá, passa um sermão naqueles que são enquadrados na Lei Maria da Penha. O magistrado, que já aplicou o procedimento em oito casos, afirma que uma audiência para convencer o agressor a não reincidir no crime é mais eficaz do que a prisão.“O juiz se depara com um agressor que não tem antecedentes nem histórico de violência. Vemos um enfraquecimento da família, com alto nível de estresse e ansiedade, que, por vezes, termina em desentendimento”, diz Haddad. No entanto, a medida causa divergências. Para a advogada Maria Amélia de Almeida Teles, presidente da União de Mulheres de São Paulo e coordenadora do Programa Promotoras Legais Populares, o juiz chamar a atenção do homem violento não é o bastante. “O importante é o Judiciário tomar consciência de que tem de aplicar de fato a lei. Cada caso é um caso e não dá para generalizar”, afirma. “O agressor tem de ser devidamente punido. O Judiciário desvaloriza as denúncias feitas pelas mulheres e não dá credibilidade a elas. (A Justiça) as tem colocado em risco. É um fato o aumento da violência.” O primeiro caso em que Haddad utilizou o método, envolveu uma mulher grávida e o marido se mostrou arrependido na sessão. Segundo o juiz, o casal se separou, mas não houve notícia de novas agressões. Apesar do procedimento polêmico, o magistrado, além da conversa, utiliza as outras medidas restritivas previstas pela lei Maria da Penha como, afastamento do acusado do lar e a obrigação de ficar a uma distância mínima da vítima. De acordo com especialistas, em algumas cidades pequenas essa prática de conciliação também já é utilizada. Informações do Estadão. 

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Advogado é detido por se recusar a pagar conta de motel
Foto: Reprodução

Um advogado de 32 anos foi detido nesta quarta-feira (15), em Anápolis, no interior de Goiás, por se recusar a pagar a conta de um motel, no valor de R$ 72. O advogado tentou sair do estabelecimento sem pagar a conta, e discutiu com uma das funcionárias por ter achado o valor alto. Ele forçou a saída e danificou o portão do motel. A revolta do causídico foi registrado por câmeras de segurança do local. Segundo testemunhas, o defensor entrou no motel acompanhado de outro homem e permaneceram por 1 hora e 43 minutos. Uma funcionária disse que ele estava muito nervoso. A Polícia foi chamada e o homem foi levado para o 6º Distrito Policial de Anápolis. Ele foi liberado logo em seguida e deverá comparecer ao Poder Judiciário para prestar contas da conduta.


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Estudantes são condenados por criar comunidade 'Rodeio das Gordas' no Orkut
MPF aplicou TAC por danos morais aos universitários | Foto: Reprodução
O Ministério Público de São Paulo aplicou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em três estudantes envolvidos na criação de uma comunidade no Orkut, chamada de “Rodeio das Gordas”. A página foi criada em 2010, em Assis, logo depois do evento universitário Interunesp, que reúne estudantes da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), realizado em Araraquara, no interior de São Paulo. A competição consistia em rapazes agarrar colegas obesas por um maior tempo possível durante os jogos universitários. Na comunidade, eram estabelecidas as regras para o torneio, bem como a premiação para o melhor “montador de gordas”. Um dos estudantes foi condenado a pagar 30 salários mínimos, equivalente a pouco mais de R$ 20 mil, por danos morais. Os outros dois estudantes, criadores da comunidade na rede social, assinaram o TAC por conteúdo ofensivo, e vão pagar 20 salários mínimos, de valor aproximado a R$ 13,5 mil. Os valores serão destinados a três instituições filantrópicas e ao Fundo Estadual de Reparação dos Interesses Difusos Lesados. A ação civil pública correu na Segunda Vara Cível de Araraquara. Os três universitários já haviam sido condenados em 2011 a doar, a título de indenização, 20 salários mínimos cada um. 

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Estudante de Direito é indiciada por roubar carro de test drive

Uma estudante de Direito do Paraná se utilizou de suas qualidades físicas para conquistar a confiança de um vendedor de uma concessionária para roubar um carro utilizado em test drive. A estudante Fabiana Sporh Godk, 27 anos, que está a um ano da sua colação de grau, pediu a um vendedor para fazer um test drive em um carro da Hyndai, modelo HB20. Ao sair da loja com o veículo e com o vendedor, a estudante pegou uma arma e deu voz de assalto, e largou o funcionário da concessionária na rua e fugiu com o automóvel. Nesta quinta-feira (9), os investigadores da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos encontraram o carro abandonado. Através de imagens das câmeras de segurança da loja, os investigadores chegaram à autora do roubo. Há sete meses, Fabiana havia comprado um carro do mesmo modelo. Na delegacia, a estudante de Direito negou o crime e disse que queria penas dar uma volta com o veículo. De acordo com o delegado Renato Figueroa, a jovem que tem passagem por porte ilegal de arma, queria retirar as peças do carro roubado para repor em seu veículo, que tinha batido há algumas semanas. Ela será indiciada por roubo qualificado. Informações do Paraná Online.


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Nova Zelândia proíbe registro de bebês com os nomes 'Anal' e 'Lucifer'
Outros 77 nomes estão proibidos para o registro de nascimento no país

O governo da Nova Zelândia publicou uma lista com 77 nomes próprios que estão proibidos de serem utilizados no país para registros de nascimentos de crianças. A lista proíbe a utilização de nomes como “4Reall”, “Lucifer” e “V8” por serem bizarros ou ofensivos. A lista aponta que uma criança iria se chamar “Anal” antes que o Departamento de Assuntos Internos vetasse a proposta, além de impedir que outro cidadão se chamasse “ponto”, representado simplesmente pelo próprio sinal gráfico (.), sem nenhuma letra. Em alguns casos, os pais mantêm os nomes já existentes na família ao adicionar III, IV ou V. A norma ainda proíbe o registro que possam dar as crianças títulos como “King”, “Duke” e “Princess”. Outro nome atípico que neozelandeses tentam registrar os filhos é “Justice”, e suas variáveis, como “Justus” e “Juztice”, que não conseguiram aprovação oficial. A Corte familiar da Nova Zelândia, em 2008, obrigou um casal que batizou a filha de "Talula Makes the Hula from Hawaii" (Talula Faz a Hula do Havaí) a mudar o nome da criança para que não sofresse vergonha no presente, ou futuramente. Na época, o juiz Rob Murfitt criticou os nomes estranhos que os pais batizam os filhos, como “Ponto de Ônibus 16”, “Chardonnay” e os gêmeos “Benson" e "Hedges”, que juntos formam uma marca de cigarros dos Estados Unidos.


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Advogada é condenada por dizer que se jogaria no Lago Igapó se ganhasse R$ 600

Uma advogada foi condenada pela Justiça de Londrina a pagar R$ 1.356 de reparação por dano moral a um trabalhador ofendido durante uma audiência de conciliação realizada na Vara de Família. A sentença foi proferida pela juíza Dhebora Lopes Maldonado. Segundo os autos, o autor da ação foi questionado durante a audiência de pensão alimentícia sobre o quanto recebia mensalmente. Após informar o seu salário, a advogada declarou que se “fosse ele e recebesse apenas R$ 600 mensais, se jogaria no Lago Igapó”. A sentença ainda afirma que a advogada o chamou de “mentiroso”. A juíza analisou que “das expressões ofensivas proferidas pela requerida, na condição de advogada de uma das partes envolvidas em processo judicial, dirigidas diretamente à outra parte em audiência, extrai-se que efetivamente restou caracterizado o abalo moral passível de reparação". A indenização corresponde a dois salários mínimos e será corrigido pelos índices oficiais da Justiça do Paraná, acrescido de juros de mora. Informações do Espaço Vital.


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Juiz paga multa, criada por ele mesmo, por deixar celular tocar em julgamento
O juiz norte-americano Raymond Voet, conhecido por sua severidade nos tribunais e intolerância com o uso de celular nas audiências, se viu em uma saia justa quando um aparelho tocou no final das alegações da acusação sobre um julgamento de violência doméstica, em Michigan, nos Estados Unidos. Ao constatar que o telefone que tocava era o dele, o magistrado encontrou dificuldades para desligá-lo e acionou o modo viva voz. Voet disse à imprensa local que ficou muito envergonhado e achava que isso nunca aconteceria com ele. O juiz já havia chegado a afixar cartazes na sala de julgamento de que alerta o público sobre uma multa de US$ 25 para caso o celular toque durante a sessão, além da apreensão do telefone. Com a norma, Voet já apreendeu vários aparelhos no distrito forense pertencentes a policiais, advogados, partes e testemunhas durante audiências. O juiz pagou a multa por ter infringido a própria determinação, mas não deixou o celular retido.

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Americana pede para polícia recuperar dinheiro que pagou a traficante
Depois de pagar um traficante com os últimos US$ 50 que possuía, Katrina Tisdale, moradora do condado de Tisdale, Flórida (EUA) resolveu pedir ajuda a polícia para reaver a quantia. Ao comprar a droga Katrina teria ficado sem dinheiro já que ainda não havia recebido um seguro por invalidez. Sem saber o que fazer, ela resolveu ligar para o serviço de emergência e pedir que policiais recuperassem o dinheiro do homem. Após duas ligações Katrina foi presa por uso impróprio do serviço de emergência.

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Japonesa de 77 anos indeniza ex-namorado depois de dar seu dinheiro para o amante
Uma idosa de 77 anos foi condenada pelo tribunal japonês de Shizuoka a pagar  400 milhões de ienes (cerca de R$ 8 milhões) a um ex-namorado de 79 anos. O valor da indenização corresponde ao total do montante desviado pela senhora para pagar os favores sexuais de um amente com quem teve um caso durante sete anos. Os desvios aconteceram entre 2000 e 2007 quando a japonesa concenceu o companheiro a dar o dinheiro para ela alegando que necessitava saudar uma dívida que havia feito com um outro homem para não ser obrigada a se casar com ele. Contudo, o dinheiro foi utilizado para comprar carros e apartamentos de luxo para o amante, que no entendimento do Tribunal se configurou como golpe. Entre os bens adquiridos estão uma BMW, um Jaguar, uma Mercedes e um apartamento de luxo. 

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Pensão será dividida por duas mulheres que tinham união estável com mesmo homem

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que duas mulheres que mantiveram uniões estáveis e simultâneas com o mesmo homem dividirão a pensão por morte do companheiro. A 6ª Turma manteve a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que reconheceu a divisão da pensão de um servidor do Instituto Nacional Colonização e Reforma Agrária (Incra) entre as duas mulheres. O TRF-4 considerou que há dependência econômica das duas em relação ao servidor falecido e entendeu que ambas deveriam dividir a pensão por morte. Para o Incra, não seria possível conceder duas pensões, pois a legislação brasileira impediria o reconhecimento de duas uniões estáveis simultâneas. O ministro Hamilton Carvalhido, já aposentado, considerou que o Incra apenas se limitou a discutir a questão da união estável simultânea e omitiu sobre a dependência econômica, além da existência de filhos. Com esse entendimento, ele rejeitou a admissão do recurso especial. A decisão foi mantida pelo relator atual do caso na 6ª Turma, ministro Og Fernandes.


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Advogado é proibido de acessar Facebook depois de falar mal de promotor
O advogado Cássius Haddad foi proibido de acessar redes sociais como Facebook e Twitter.  A sanção se deu depois que o causídico postou na internet críticas ao desempenho do promotor Luiz Bevilacqua que o processou na esfera cível e criminal. A decisão foi do juiz Henrique Alves Correa da 2ª Vara Criminal de Limeira, leste de São Paulo. “Os comentários depreciativos estão sendo feitos através da internet, devendo o denunciado permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações", afirmou o juiz na liminar. Na decisão o magistrado estabeleceu que os provedores devem enviar relatórios mensais dos acessos do advogado. Haddad também terá que comparecer mensalmente à Justiça para relatar suas atividades. Em caso de descumprimento o causídico pode ser preso. Em sua página no Facebook Haddad acusa o Ministério Público de negligenciar as investigações de suspeitas de corrupção envolvendo um shopping da cidade. As afirmações foram rebatidas por um desagravo promovido em março pela Procuradoria Geral do Município e pela Associação Paulista do Ministério Público. Nesta segunda-feira (8), Cassius publicou uma carata de despedida na rede social afirmando que vai respeitar a decisão.

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Prefeitura do interior de SP é condenada a pagar R$ 7 mil por sacrificar cachorro
Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal
O sacrifício de um cachorro da raça beagle, Gabriel, rendeu à prefeitura de Araraquara, São Paulo, uma multa de R$ 7 mil. A prefeitura alega que a morte do cão foi porque ele estava com sarna, mas para a Justiça a atitude foi injustificada e desnecessária. Gabriel fugiu de casa em março de 2012 e foi recolhido pelo Centro de Controle de Zoonoses. Doze dias depois ele foi sacrificado. Luciana Silva Nogueira, dona do animal, afirma no processo que sua filha Ana Laura Nogueira Titato, 8 anos, sofreu demais com a perda porque o beagle foi um presente do pai dela, já falecido. Afirmando também ser ilegal e desnecessário o sacrifício, a autora da ação pediu a indenização no valor de 150 salários mínimos, cerca de R$ 100 mil, mas o pedido não foi atendido. A prefeitura se defende dizendo que encontrou o animal com sarnas e para "preservar a saúde dos outros animais, dos servidores e da coletividade, a eutanásia foi necessária". E informou ainda não ter certeza se o cachorro sacrificado era mesmo Gabriel, já que não há provas. A Justiça considerou a ação como dano emocional à família. A assessoria informou que a Secretaria de Negócios Jurídicos vai recorrer da decisão. As informações são da Folha de São Paulo.

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Segunda, 18 de Março de 2013 - 18:08

Bart Simpson da vida real será julgado por Burns

Bart Simpson da vida real será julgado por Burns
Imagem: Reprodução
Uma coincidência no mínimo pitoresca levou um Bart Simpson a encontrar um Burns. Um homem chamdo Bart Simpson, de 56 anos, acusado de porte de arma proibida no aeroporto de Birmingham, na Inglaterra, em maio de 2012 foi levado a júri e será julgador por um juiz Burns. "É uma coincidência bizarra que um Bart Simpson seja levado diante de um juiz Bruns, mas o caso vai se desenrolar da mesma forma que outros casos", disse um funcionário do tribunal, de acordo com o site "SWNS". No clássico desenho "Os Simpsons", Montgomery Burns é o dono da usina nuclear em Springfield onde Homer, o pai de Bart, trabalha.

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Amante e ex-noivo são condenados a pagar R$ 25 mil à mulher traída
Foto: Portal Mídia
A amante do ex-noivo de uma técnica de enfermagem, da Galiléia, no interior de Minas Gerais foi condenada a pagar R$ 25 mil por danos morais. A decisão foi tomada em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de MG e é definitiva, não cabendo recurso. No dia do seu casamento a noiva recebeu uma ligação de uma mulher informando ser amante do seu companheiro. Ao questionar o marido sobre a veracidade do fato, ele negou. Mas cartas da amante e mensagens no celular, encontradas pela noiva foram a prova do relacionamento. Após constatar a traição o casal se separou dez dias depois do casório e o marido foi morar com a amante. A técnica de enfermagem mantinha o relacionamento desde outubro de 2007 e casou-se em dezembro de 2009. O pedido de indenização foi feito na Justiça em abril de 2011, quando ela requereu também o ressarcimento das despesas com a cerimônia de casamento. O ex-marido e a amante recorreram alegando que o casamento foi realizado com a contribuição financeira de ambos os noivos, portanto, não havia o que indenizar. O valor fixado em primeira instância, R$ 50 mil por danos morais e R$ 11 mil pelas despesas do casamento, foi considerado abusivo pelo responsável pela 14ª Vara Civil do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o desembargador Antônio de Pádua, que compreendeu que não "há dúvida quanto à configuração do dano moral". Informações do UOL.

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Terça, 12 de Março de 2013 - 10:55

Professor de matemática mata a mulher e recebe pensão

Professor de matemática mata a mulher e recebe pensão
Foto: Blog Advocacia Tribst
O professor de matemática, Claudemir Nogueira, matou a mulher, a fisioterapeuta Sesi Mônica El Khouri, enforcada com um fio em 2009, dentro de casa num bairro de classe média na zona sul de São Paulo. Claudemir contou com riqueza de detalhes à polícia como cometeu o crime. Apesar da confissão, o professor recebeu em 2010 R$ 19 mil de pensão. Em nota, o INSS disse que "a posição da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS é contrária à concessão do benefício de pensão por morte ao ex-cônjuge responsável pelo óbito do segurado". Nogueira ainda continua recebendo os vencimentos por ser professor da rede estadual, no valor de R$ 2.509 ao mês. Ele foi afastado das salas de aula, mas ainda atua em atividades burocráticas da pasta. A Secretaria da Educação afirmou que, assim que soube do caso, abriu processo administrativo e disciplinar, "que tramita em sigilo e garante amplo direito à defesa".
Para os parentes da vítima essa situação é de revolta. "Você consegue imaginar a nossa revolta? Ele matou a Mônica, confessou em várias instâncias e está nessa situação confortável, com pensão e salário do Estado", disse a tia de Mônica, Samiha Tauil. Em depoimento a Justiça, a defesa afirmou que o réu cometeu o crime após discussão, em que perdeu o controle. À polícia, o professor disse que quis livrar a mulher de depressão. Até o momento, Claudemir não foi julgado, já que a defesa entrou com pedido para tirar o caso do Tribunal do Júri, nem preso, porque não possui antecedentes e não oferece risco às investigações, segundo avaliação da Justiça. A família da vítima luta para cancelar a pensão do professor e transferi-la para a mãe de Mônica. Informações da Folha de São Paulo.

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'A carne é fraca', diz advogado de padre que foi filmado em sexo com menor
Padre Emilson ao deixar delegacia Foto: Bruno Gonzalez / Extra
O advogado Roberto Vitagliano, defensor do padre Emilson Soares Côrrea, filmado em uma relação sexual com uma menor de idade, justificou o delito do seu cliente alegando que "a carne é fraca". “Padre também é ser humano”, disse o causídico. O ato teria ocorrido na casa paroquial da igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, no bairro de Cubango em Niterói, zona sul do Rio de Janeiro. De acordo com Vitagliano, o pároco admite fez sexo com a garota quando ela já tinha 18 anos e não aos 13 como afirmado pela família da jovem. “Ele manteve sim relações (com a jovem) desde o ano passado. "É uma moça lúcida, bonita e insinuante. Sabia o que estava fazendo", afirmou. Já a denúncia de abuso da irmã da jovem, que supostamente teria se iniciado quando a menina tinha 7 anos, é negada pelo religioso. O advogado ressalta que a garota seduziu o padre. “O Emilson é uma pessoa simples e apuração dos fatos mostrará que ele é uma vítima. Tanto que comunicou tudo o que aconteceu ao Ministério Público, em novembro do ano passado, antes de os fatos virem à tona. Essa acusação de estupro é uma deslavada mentira. A criança está sendo manipulada pelo pai”, acusa. Entretanto, o defensor não quis comentar o vídeo porque não teve acesso ao material. O pai das garotas é quem acusa o pároco. Contudo, testemunhas disseram que ele chantageava Emilson dizendo que se ele não desse dinheiro ou uma casa para família iria divulgar o vídeo. A delegada Marta Dominguez, da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói, disse que o pai das meninas pode ser acusado de extorsão.Contudo o homem nega as acusações. “Não existiu nenhum tipo de oferecimento nem de dinheiro nem de imóvel. Tudo está documentado e comprovado. Era um absurdo. Minha esposa beijava a mão dele”, disse ao relatar que o religioso ia a sua casa uma vez por mês. Com informações do Extra.

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A estudante de radiologia Izabela Araújo, de 23 anos, resolveu processar o atacante do Fluminense Fred. O motivo seria a superexposição que a jovem vem sofrendo depois que um vídeo em que ela aparece dando um selinho no jogador foi postado na internet. Segundo o advogado da garota, Marcos Padilha, “ela está disposta a mover as medidas judiciais cabíveis, em face da violenta exposição que vem sofrendo na mídia.” Izabela, que é estagiária de um hospital em Belo Horizonte, quer reparação de danos pessoais e profissionais. No vídeo, que foi publicado pelos amigos do atacante no começo da semana, Fred está dentro de um carro parado no meio de uma avenida conversando com a Izabela e pede um selinho, no que é prontamente atendido pela garota. Logo após o beijo ela pede que o vídeo seja apagado, pois é comprometida, pedido que, pelo visto, os amigos do jogador não atenderam. Com informações da ESPN.


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Fabio Martins Di Jorge e Victor Penitente Trevizan

15/06/2013 12:56

Política Nacional de Mobilidade Urbana: legislação completa, mas faltam investimentos

As diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana foi instituída pela Lei nº. 12.587/12, para emprestar efetividade no grau infraconstitucional aos artigos 21, XX e 182 ambos da Constituição Federal. Como instrumento da política de desenvolvimento, visa-se a integração entre os diferentes modais, a melhoria da acessibilidade e da mobilidade das pessoas e cargas nos Municípios, para fazer frente à histórica defasagem na infraestrutura urbana, o que tem causado caos em grandes centros urbanos, como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Soma-se a isso o encarecimento da logística no deslocamento urbano.

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