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Entrevistas

Advogado Eduardo Rodrigues - Direito de manifestação e liberdade de imprensa

"Infelizmente a polícia não tem preparo para lidar com as manifestações civis", diz advogado eleitoral e vice presidente da Comissão de Direitos da seccional baiana da ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA) Eduardo Rodrigues. Ele conversou com o Bahia Notícias sobre direito de manifestação e liberdade de imprensa. O defensor esclareceu pontos importantes em relação à liberdade de expressão, reunião, sobre a conduta dos manifestantes de da polícia. Na opinião de Rodrigues, os policiais brasileiros não sabem se relacionar com o cidadão de uma forma geral e a liberdade de imprensa ainda sofre grandes restrições no Brasil. "Para uma sociedade que não tem guerra civil, ordeira e democrática, nós temos alguns abusos relativos à liberdade de imprensa sim. Infelizmente alguns dos retratos mais fiéis do que realmente está acontecendo em São Paulo e no Rio só podem ser buscados na imprensa internacional", lamentou.

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Sexta, 14 de Setembro de 2012 - 10:00

STJ mantém suspensão das atividades da Chevron no Brasil

STJ mantém suspensão das atividades da Chevron no Brasil
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão de suspender todas as atividades de extração e transporte petrolífero da concessionária Chevron Brasil Upstream Frade e da operadora de sondas Transocean Brasil, por 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 500 milhões. No último dia 31 de julho, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), expediu uma liminar que suspendia as atividades da concessionária. As duas empresas respondem a uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), pelos vazamentos de petróleo ocorrido no Campo de Frade, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, em novembro de 2011 e março 2012. A liminar determina que as duas empresas adotem procedimentos necessários ao cumprimento integral do plano de abandono de poço, com fiscalização da ANP. Caso não cumpra esses pontos da determinação da Justiça, também estarão sujeitas a pena diária de R$ 500 milhões. No recurso, a Agência Nacional de Petróleo alegou que a liminar provocaria grave lesão à segurança, à ordem econômica e social e à ordem jurídica e administrativa. Ainda argumentou que o impedimento de realizar perfurações no Brasil acarretaria na rescisão dos contratos de outras empresas com a Transocean – maior empresa do ramo, com maior participação no país, que emprega mais de duas mil pessoas. O presidente do STJ, ministro Felix Fischer, afirmou que o Poder Judiciário ao conceder à liminar teve o objetivo de proteger o meio ambiente exclusivamente. O ministro considerou que não houve demonstração objetiva dos valores que caracterizam a lesão e nem o risco de prejuízo aos cofres públicos. A ação do MPF pede indenização de R$ 20 bilhões por danos ambientes causados pelos dois acidentes.

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Artigos

Fabio Martins Di Jorge e Victor Penitente Trevizan

15/06/2013 12:56

Política Nacional de Mobilidade Urbana: legislação completa, mas faltam investimentos

As diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana foi instituída pela Lei nº. 12.587/12, para emprestar efetividade no grau infraconstitucional aos artigos 21, XX e 182 ambos da Constituição Federal. Como instrumento da política de desenvolvimento, visa-se a integração entre os diferentes modais, a melhoria da acessibilidade e da mobilidade das pessoas e cargas nos Municípios, para fazer frente à histórica defasagem na infraestrutura urbana, o que tem causado caos em grandes centros urbanos, como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Soma-se a isso o encarecimento da logística no deslocamento urbano.

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