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Entrevistas

Procurador Jonas Ratier Moreno - Trabalho Escravo

Responsável pela Coordenação Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho (MPT), o procurador Jonas Ratier Moreno, do Mato Grosso do Sul, conversou com o Bahia Notícias sobre as medidas tomadas pelo órgão para combater o trabalho análogo à escravidão. Ele cita casos emblemáticos, como a de uma das empresas terceirizadas à grife espanhola Zara, que mantinha bolivianos em condições de trabalho escravo no Brasil. A empresa firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e se comprometeu a reparar a situação. Segundo o procurador, a pobreza no país é a maior causa da existência do problema nos dias atuais. "Os trabalhadores migram de locais onde eles não têm a menor proteção, não têm educação, não têm saúde e não têm oportunidade de emprego. E como não têm oportunidade de educação, eles não têm a oportunidade da qualificação", classificou.

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Pense no Absurdo

Advogado é detido por se recusar a pagar conta de motel

Um advogado de 32 anos foi detido nesta quarta-feira (15), em Anápolis, no interior de Goiás, por se recusar a pagar a conta de um motel, no valor de R$ 72. O advogado tentou sair do estabelecimento sem pagar a conta, e discutiu com uma das funcionárias por ter achado o valor alto.

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Pense Direito

Jovem quer indenização após ser agredido no Salvador Shopping

Me poupe viu. Vai procura, acha e depois é o Shopping o culpado. Me bata um abacate; FORA AS PEDRAS PORTUGUESAS.

22/05/2013 - 23:11

Brian Matos

TJ-MG nega recurso de Aécio Neves em ação por desvio de R$ 4,3 bilhões da saúde

esse e o home que quer ser presidente ele rouba tambem

22/05/2013 - 19:17

joaosurubim

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Herdeiro da Tetra Pak é condenado por ocultação de cadáver

Um dos homens mais ricos da Inglaterra, Hans Kristian Rausing, herdeiro da Tetra Pak, foi condenado pela Justiça de Londres, nesta quarta-feira (1º), por esconder o corpo de sua mulher por dois meses. O tribunal considerou que Rausing impediu a esposa ter um enterro digno. Inicialmente, a Justiça o condenou a 10 meses de prisão por ocultação de cadáver e mais dois meses por dirigir sob o efeito de drogas, mas foi suspensa por dois anos para que ele se submeta a tratamento psiquiátrico.

O caso foi descoberto pela Polícia no último dia 9 de julho, quando Rausing foi flagrado dirigindo drogado pelas ruas de Londres. Os policiais foram até a sua casa à procura de drogas e descobriram o corpo de Eva Rausing em avançado estado de decomposição. Eles eram casados há 19 anos e eram dependentes químicos. A autópsia e um exame toxicológico no corpo de Eva constataram que ela morreu de overdose. Rausign se declarou culpado por esconder o cadáver da mulher no tribunal. Ele explicou que não conseguiu aceitar a morte de Eva e deixou o corpo em um dos quartos da casa por não querer deixá-la ir embora. O casal vivia isolado na mansão num bairro nobre de Londres. A defesa de Rausing alegou que ele entrou em surto psicológico, logo que notou que a mulher tinha morrido.

O tribunal descartou qualquer indício de envolvimento de Rausing na morte de Eva. O argumento de que ele sofre problemas psiquiátricos foi aceito pela corte, mas que ele precisa ser punido por ocultar o corpo da mulher. Para fixar a pena, o tribunal considerou as intenções da ocultação do cadáver. O juiz explicou que quando a ocultação é decorrente para impedir que a Justiça seja feita, ou quando a morte foi criminosa, a pena é a prisão imediata. Mas como não foi isso que acontece, decretou que o herdeiro seja submetido a tratamento psiquiátrico e de desintoxicação para se livrar das drogas. Rausing não poderá dirigir por dois anos e, se nesse período cometer qualquer outra ofensa ou violar as regras da condicional, deverá ser preso.


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Artigos

Mario Lima

22/05/2013 11:04

Erros não corrigem erros

Desde cedo ouvimos dos nossos pais e seguimos repetindo aos nossos filhos que um erro não justifica outro. E se não justifica, menos ainda corrigi. Infelizmente, na prática, essa lição é quase sempre esquecida. E a prova maior disso está no Congresso Nacional. Ali tramitam algumas matérias assaz controvertidas. Destaco duas que me despertam duplo interesse: o de democrata radical e de profissional do Direito. São as PECs 37/2011 e a 33/2011. A primeira torna privativa da Polícia Federal e das Polícias Civis dos Estados a prerrogativa de investigação de diversos crimes, retirando-a do Ministério Público. Já a segunda, condiciona a validade de algumas decisões do Supremo Tribunal Federal ao pronunciamento do Legislativo e, se for o caso, a um plebiscito.

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