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Entrevistas

Procurador Jonas Ratier Moreno - Trabalho Escravo

Responsável pela Coordenação Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho (MPT), o procurador Jonas Ratier Moreno, do Mato Grosso do Sul, conversou com o Bahia Notícias sobre as medidas tomadas pelo órgão para combater o trabalho análogo à escravidão. Ele cita casos emblemáticos, como a de uma das empresas terceirizadas à grife espanhola Zara, que mantinha bolivianos em condições de trabalho escravo no Brasil. A empresa firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e se comprometeu a reparar a situação. Segundo o procurador, a pobreza no país é a maior causa da existência do problema nos dias atuais. "Os trabalhadores migram de locais onde eles não têm a menor proteção, não têm educação, não têm saúde e não têm oportunidade de emprego. E como não têm oportunidade de educação, eles não têm a oportunidade da qualificação", classificou.

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Pense no Absurdo

Advogado é detido por se recusar a pagar conta de motel

Um advogado de 32 anos foi detido nesta quarta-feira (15), em Anápolis, no interior de Goiás, por se recusar a pagar a conta de um motel, no valor de R$ 72. O advogado tentou sair do estabelecimento sem pagar a conta, e discutiu com uma das funcionárias por ter achado o valor alto.

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Pense Direito

MP lança livro em protesto contra a PEC 37

BRASIL MOSTRA SUA CARA ENRAIZADO NA CORRUPÇÃO Parabéns MP, mostra sua competência, mostra que vcs serão os vencedores, o povo brasileiro está atentamente de olho vivo nos malfeitores da nossa sociedade. Os malfeitores querem desarticular, enfraquecer, querem ter domínio para que vocês não investiguem, não denuncia, fica tudo como está, o povo na miséria, ninguém faz crítica, eles põem medo, aí eles vão mandar e desmandar, o país vai ficar sem segurança pública e jurídica, terra de ninguém, a democracia vai pro ralo. Agora que este país, com investigações do MP E POLÍCIA FEDERAL a mídia está mostrando a verdade, a cara do país que a longos anos que estão enraizados a palavra máfia criminosa e corrupta. Precisamos unir esforços e o povo deve ficar atento com os nossos representantes, colocamos eles aí para legislar projeto sério e honesto a benefício da sociedade brasileira, para que no futuro nosso povo possa viver em paz. Deputados e Senadores que seguir essa linha de raciocínio da aprovação do PEC 37 estão do lado de lá, não do povo que através do voto, levou até o congresso para fazer justiça e não ser contra o povo, ser a favor dessa barbaridade PEC 37 é desarticular as investigações, para que no futuro os mafiosos continua mandando e tendo força política. Enfim os malfeitores são minoria no país, mas infiltrado na política praticam esse tipo de manipulação, o bem sempre prevaleceu sobe o mal e não será desta vez que o mal levará a menor vantagem nessa articulação. Abraços Mariazinha Ploger Bacharel em direito Especialista em Penal e Processo Penal

23/05/2013 - 16:01

Mariazinha Ploger

Jovem quer indenização após ser agredido no Salvador Shopping

Me poupe viu. Vai procura, acha e depois é o Shopping o culpado. Me bata um abacate; FORA AS PEDRAS PORTUGUESAS.

22/05/2013 - 23:11

Brian Matos

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Ao CNJ, juiz diz que deixa caso Cachoeira por 'cansaço'
A corregedora nacional de Justiça ministra Eliana Calmon, afirmou, nesta quarta-feira (20) que o juiz Paulo Augusto Moreira Lima, que comandou as investigações sobre a atuação de Carlinhos Cachoeira em Goiás, deixou o posto a pedido alegando que estava “cansado” e temia pela sua família.  “Ele não sai por medo”, disse Calmon após a reunião no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com a ministra, o magistrado disse que recebeu todo o apoio que precisava para atuar no caso, mas argumentou que depois de 14 meses de investigação tinha preocupação com a saúde e com a família. "Ele não está se sentindo desconfortável. Mas tem sentimento de ameaças veladas", afirmou o corregedor do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), desembargador Carlos Olavo.  Lima não falou com os jornalistas e será removido para a 12ª vara de justiça de Goiás e não tratará de matérias criminais a seu pedido. Informações do site Estadão. 

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Artigos

Mario Lima

22/05/2013 11:04

Erros não corrigem erros

Desde cedo ouvimos dos nossos pais e seguimos repetindo aos nossos filhos que um erro não justifica outro. E se não justifica, menos ainda corrigi. Infelizmente, na prática, essa lição é quase sempre esquecida. E a prova maior disso está no Congresso Nacional. Ali tramitam algumas matérias assaz controvertidas. Destaco duas que me despertam duplo interesse: o de democrata radical e de profissional do Direito. São as PECs 37/2011 e a 33/2011. A primeira torna privativa da Polícia Federal e das Polícias Civis dos Estados a prerrogativa de investigação de diversos crimes, retirando-a do Ministério Público. Já a segunda, condiciona a validade de algumas decisões do Supremo Tribunal Federal ao pronunciamento do Legislativo e, se for o caso, a um plebiscito.

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