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Entrevistas

Procurador Jonas Ratier Moreno - Trabalho Escravo

Responsável pela Coordenação Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho (MPT), o procurador Jonas Ratier Moreno, do Mato Grosso do Sul, conversou com o Bahia Notícias sobre as medidas tomadas pelo órgão para combater o trabalho análogo à escravidão. Ele cita casos emblemáticos, como a de uma das empresas terceirizadas à grife espanhola Zara, que mantinha bolivianos em condições de trabalho escravo no Brasil. A empresa firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e se comprometeu a reparar a situação. Segundo o procurador, a pobreza no país é a maior causa da existência do problema nos dias atuais. "Os trabalhadores migram de locais onde eles não têm a menor proteção, não têm educação, não têm saúde e não têm oportunidade de emprego. E como não têm oportunidade de educação, eles não têm a oportunidade da qualificação", classificou.

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Pense no Absurdo

Advogado é detido por se recusar a pagar conta de motel

Um advogado de 32 anos foi detido nesta quarta-feira (15), em Anápolis, no interior de Goiás, por se recusar a pagar a conta de um motel, no valor de R$ 72. O advogado tentou sair do estabelecimento sem pagar a conta, e discutiu com uma das funcionárias por ter achado o valor alto.

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Pense Direito

Jovem quer indenização após ser agredido no Salvador Shopping

Me poupe viu. Vai procura, acha e depois é o Shopping o culpado. Me bata um abacate; FORA AS PEDRAS PORTUGUESAS.

22/05/2013 - 23:11

Brian Matos

TJ-MG nega recurso de Aécio Neves em ação por desvio de R$ 4,3 bilhões da saúde

esse e o home que quer ser presidente ele rouba tambem

22/05/2013 - 19:17

joaosurubim

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Sábado, 18 de Fevereiro de 2012 - 15:30

Hackers ajudarão TSE a testar sistema das urnas eletrônicas

Hackers ajudarão TSE a testar sistema das urnas eletrônicas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai contar com a ajuda de hackers para testar o sistema de segurança das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições municipais de 2012. Entre os dias 20 e 22 de março, será realizado uma onda de ‘ataques’ pelos hackers para ver se a urna eletrônica está suscetível a falhas. O tribunal selecionará 25 hackers para participar do teste. Qualquer pessoa pode se inscrever. Durante os dois dias, os selecionados terão à disposição várias bancadas de computadores para realizar o teste. No primeiro teste realizado pelo TSE, em 2009, nenhum dos participantes conseguiu violar o sistema. O grupo era formado por peritos da Polícia Federal, estudantes de universidades de informática e especialistas em desenvolvimento de sistemas. De acordo com o TSE, os ‘ataques’ são necessários para explorar eventuais falhas do sistema relacionadas à violação da integridade e ao sigilo do voto. O tribunal fornecerá informações necessárias sobre a urna e seus componentes internos e externos. Os participantes poderão configurar os sistemas que serão utilizados no teste, além de desenvolver e aperfeiçoar os planos. Eles também terão acesso aos códigos-fonte do sistema e poderão acessar a internet para dar maior apoio ao projeto. Uma comissão Avaliadora e Disciplinadora acompanhará os testes em conjunto com observadores das áreas de Tecnologia da Informação e Segurança da Informação. Todo o ambiente de teste será monitorado por câmeras. O resultado será apresentado em uma audiência pública no dia 29 de março. Os participantes receberão um certificado das mãos do presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski.


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Artigos

Mario Lima

22/05/2013 11:04

Erros não corrigem erros

Desde cedo ouvimos dos nossos pais e seguimos repetindo aos nossos filhos que um erro não justifica outro. E se não justifica, menos ainda corrigi. Infelizmente, na prática, essa lição é quase sempre esquecida. E a prova maior disso está no Congresso Nacional. Ali tramitam algumas matérias assaz controvertidas. Destaco duas que me despertam duplo interesse: o de democrata radical e de profissional do Direito. São as PECs 37/2011 e a 33/2011. A primeira torna privativa da Polícia Federal e das Polícias Civis dos Estados a prerrogativa de investigação de diversos crimes, retirando-a do Ministério Público. Já a segunda, condiciona a validade de algumas decisões do Supremo Tribunal Federal ao pronunciamento do Legislativo e, se for o caso, a um plebiscito.

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