Apoio:

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Entrevistas

'Tiramos a ideia que a Corregedoria pune servidores e magistrados', diz José Olegário

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) vai cumprir as metas impostas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o ano de 2015. Essa é a expectativa do desembargador José Olegário Monção Caldas, corregedor Geral de Justiça na Bahia. De acordo com dados do CNJ, o Tribunal baiano está entre os que têm menor produtividade no país. Em entrevista ao Bahia Notícias, o corregedor falou sobre os desafios de cumprir as metas do CNJ, como de realização de júri popular e julgamentos de casos de corrupção. Os desafios, segundo José Olegário, são a falta de estrutura, de servidores e magistrados. Questionado sobre sua percepção das mudanças promovidas na Corte mais antiga da América Latina, desde que Eserval Rocha assumiu a Presidência, ainda que na interinidade, o desembargador afirmou que essa “é a pergunta que todo mundo quer saber”. Ele falou sobre as mudanças que ocorrem na Corregedoria Geral, que passou a ser responsável pelas comarcas de entrância final, e não mais apenas só de Salvador. Além do mais, ele diz que se tirou “aquela coisa de que a Corregedoria prejudica, persegue, pune servidores e magistrados”. “Eu mudei essa coisa de corregedor para co-regente, de tomar conta junto”, explica. Olegário ainda conta como é a sua relação com o presidente do TJ e como são as tomadas de decisões atualmente no tribunal. O corregedor afirma que, com o afastamento do desembargador Mário Alberto Hirs da presidência do tribunal, Eserval Rocha foi muito cauteloso durante a interinidade. “Ele não tomou nenhuma iniciativa grande, sequer foi para o gabinete. Ele ficou no gabinete dele, e o gabinete da Presidência do tribunal ficou fechado todo o tempo em que ele esteve na interinidade”, diz. “A partir da posse oficial em fevereiro, procuramos fazer um relacionamento – até então inédito – porque nós passamos a trabalhar juntos. Nós nos reunimos para decidir as coisas do tribunal”, conta. O corregedor também fala sobre as sindicâncias abertas contra magistrados por morosidade e da atenção que muitos juízes, oriundos de outros estados, necessitam para produzir melhor.

Veja mais

Apoio:

Apoio:

Pense Direito

Harmonia, caos e o Direito

Excelente! Parabéns!

26/11/2014 - 11:50

Tiago Rocha

São Gonçalo dos Campos: Justiça determina indisponibilidade de bens de prefeito

Qual é o partido do prefeito?

25/11/2014 - 10:22

Zeca

Veja mais

Apoio:

Apoio:

Quinta, 16 de Dezembro de 2010 - 15:38

Servidores da Justiça Federal na Bahia suspendem a greve

por Rafael Albuquerque

 


Após assembleia na tarde desta quinta-feira (16), os servidores da Justiça Federal na Bahia, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal na Bahia (Sindijufe-BA), decidiram suspender a greve a partir desta segunda-feira (20). Contatada pela Coluna Justiça, Celeste Dias, representante do Sindicato, afirmou que “não faz sentido manter a greve durante o recesso dos servidores”.


Uma nova assembleia foi marcada para o dia 17 de janeiro. Na oportunidade, a greve deverá ser reiniciada formalmente caso ainda não tenha fechado um acordo sobre a aprovação do Plano de Cargos e Salários (PCS) contemplado no PL 6613/09, que tramita na Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados. A categoria está parada desde o dia 17 de novembro.


Comentar

   

Histórico de Conteudo

Apoio:

Artigos

João Paulo Lordelo
Harmonia, caos e o Direito

Em meados de agosto de 2014, ela resolveu marcar de se encontrar com uma antiga amiga, em um bar que pouco frequentava em Brasília. Já ele estaria no Distrito Federal por apenas quinze dias, para participar de um curso de iniciação na carreira. Era uma sexta-feira. Ele estava cansado e não pretendia sair após o curso. Ela estava igualmente cansada, mas havia marcado com a amiga de encontrá-la no bar. Ela foi. Ele também, motivado por alguns colegas, que ligaram, avisando que já se encontravam lá. Ele chegou atrasado, sentando na penúltima cadeira, restando a última desocupada. Ela chegou depois dele, junto com a amiga. Faltava (a ela) uma cadeira. De todos os lugares por onde seus olhos passaram, apenas em um havia uma cadeira vazia: ao lado dele. Ela então caminhou até o local, cutucou-lhe e disse: “por favor, essa cadeira está ocupada?”. Ele: “não”. Ela então puxou a cadeira e sentou-se na mesa exatamente ao lado dele. Um amigo dele, sentado à sua frente, perguntou-lhe: “não falar mais nada?”. E emendou à amiga dela: “perdoe a falta de educação de meu amigo, mas vocês gostariam de sentar conosco?”. Ele, então, dirigiu-se a ela: “verdade, quanta grosseria de minha parte! Por favor, sentem-se aqui conosco”. Hoje, passados alguns meses, ele e ela estão juntos.

Veja mais

Apoio:

Apoio: