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E. C. Bahia


Bahia divulga relacionados para estreia no Brasileirão

O Bahia, na manhã desta sexta-feira (24), divulgou a lista de jogadores relacionados para o primeiro jogo do tricolor no Campeonato Brasileiro de 2013, contra o Criciúma, no próximo domingo (26), às 16h.

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Quinta, 12 de Abril de 2012 - 13:50

Capenga

por Éder Ferrari

Queda de rendimento. Isso é algo natural em qualquer time. É um momento crucial e que precisa ser analisado com critério e bom senso. A depender da situação, sempre é convidativo para as pancadas e a precipitação. Também pode servir para mudar o que está dando errado e retomar os acertos. A única coisa que não se pode ter é desespero. No entanto, na reta final do Campeonato Baiano, com jogos decisivos na Copa do Brasil e, principalmente, com o Brasileiro batendo na porta, esse futebol angustiante apresentado pelo Bahia nos últimos jogos é, realmente, preocupante. O que está acontecendo?
 
Motivos para o futebol meia boca não faltam. O primeiro é simplesmente a carência do setor esquerdo, desde a origem na defesa. Titi não é nem sombra do “Titibul” do Brasileiro de 2011. Espero que ele não repita no Bahia o que aconteceu no Vasco. Foi muito bem na primeira temporada, mas na segunda só há o que se lamentar. É cedo para crucificar ou valorizar Gutierrez, porém é nítido que lhe falta cacoete ofensivo. Quando passa da linha do meio de campo, age como zagueiro que é. Um pouco mais à frente o problema continua. Morais - fez a partida menos ruim do ano contra o Remo, algo alentador, mas mostra como vinha mal -, Lulinha e Magno não conseguem render o suficiente por ali. Sem o lateral e um atacante para abrir o jogo na esquerda, o time segue capenga. Enquanto Gabriel e Madson – jogando muito mais que Coelho – têm fôlego e liberdade, o time rende. Acontece que é fácil para os adversários enxergarem como o tricolor é unidimensional e rapidamente fecham aquele lado e o Bahia fica sem alternativas. 
 
Zé Roberto ainda está muito longe do que pode apresentar. Aliás, esse é um problema que entra ano e sai ano, bate na cara do Bahia. Sempre buscam jogadores há muito tempo parados e, com esse calendário patético, com apenas nove dias de pré-temporada e jogo quarta e domingo, fica difícil pegarem o ritmo e o fortalecimento físico necessário, sem sofrer problemas musculares. Só para lembrar alguns exemplos. Ano passado teve gente como Tiago, Dodô, Souza e Ramon, que demoram a render ou simplesmente, no caso do último, se resumiu há poucos minutos em alguns jogos. Nessa temporada, além de Zé Roberto, Coelho e Morais também sofrem com isso. Esse é o problema de contratar reservas pouco utilizados. Coelho não jogava desde maio!
 
Sem Souza, Falcão tem errado nas substituições. É nítido que falta confiança em Ciro e Rafael. Como Júnior machucou e, com quase 36 anos, demora a aguentar o ritmo forte de jogo, o treinador começa a buscar alternativas com cara de invenção. Já colocou Lulinha por ali e contra o Remo foi Zé Roberto. Quebra toda a desenvoltura do time sem uma referência. E, na moral, chegou a hora de Fahel deixar o time. É inegável a raça, mas isso apenas não basta. Fosse assim, Mosquera teria sido titular absoluto ano passado. O ex-treinador tricolor, Sérgio Guedes, me dizia em nossas conversas pós-treino. “Se você vê um volante correndo de um lado para o outro, mesmo com a jogada lenta, não se trata de excesso de vontade e sim por que não sabe se posicionar”. Esse é o caso de Fahel que, quando não atua como terceiro zagueiro, fica perdido! Diones, Lenine e até Fabinho têm jogado mais. 
 
Com o entra e sai de jogadores, muitos voltando de lesão, o time não consegue ter regularidade durante os 90 minutos. Contra o Remo, Madson, Gabriel, Diones e Morais boiaram. Isso vem ocorrendo constantemente. Teve a virada nos acréscimos diante do Bahia de Feira, mas em quase todas as partidas, a queda de rendimento no segundo tempo é visível e preocupante. Jogadores fora de forma, muitas lesões, referências jogando pedra em santo, preciosismo e carências do lado esquerdo. Motivos de sobra para o mau momento. Falcão tem errado e, enquanto o time continuar capenga, seguirá errando. Para uns, vai errar com Júnior. Para outros com Ciro. Já cicrano vai o apontar como professor pardal por colocar Magno. Outro por colocar Morais. Já passou da hora, também, dos caras chamarem a responsabilidade e jogarem com foco e acabar com a displicência e o desleixo.  

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Quem é o maior culpado por essa atual situação do Bahia?

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Omar elogia Cristóvão e diz estar pronto para ser titular

Presidente do Esporte C. Bahia, Marcelo Guimarães Filho, Fora, Basta! Presidente Marcelo Guimarães Filho, Nós, torcedores do Esporte Clube Bahia, através deste comunicado, reafirmamos total repúdio à sua continuidade frente aos destinos do nosso clube, uma vez que a sua representatividade, legitimidade e credibilidade, bastante questionáveis, não mais o credenciam a continuar como Presidente do clube, mesmo porque, o Senhor foi reeleito com regras antidemocráticas e por um Conselho muito menos representativo. Uma demonstração de sua fragilidade são as graves acusações na Procuradoria Geral da República. Após gestões administrativamente fracassadas, e com o time acumulando vergonhosas e sucessivas derrotas, o clube foi levado à perda de prestígio e respeito no cenário nacional, perdendo, a cada ano, espaço, visibilidade e patrocinadores no futebol brasileiro. Por conseqüência, vão-se também os investimentos e respeito dos profissionais que atuam no cenário esportivo brasileiro. Presidente, o Bahia é um Patrimônio Público e tem como seu maior patrimônio a sua apaixonada torcida, que jamais abandonou o time de seu coração, mesmo diante de atuações vergonhosas em divisões inferiores do campeonato brasileiro, chegando a ser goleado por times isentos de tradição e de técnica no futebol brasileiro. Basta lembrar-se da derrota na série C, em 2007, pelo escore de 4 x2 para a equipe do CRAC, do Ceará. Esta torcida, que aprendeu a amar, apoiar e defender seu clube em quaisquer circunstâncias, reconhecida em todo o Brasil por sua fidelidade, foi premiada em 2010, pela CBF, como Torcida de Ouro 2010 do futebol Brasileiro. Presidente Marcelo G. Filho, não aceitamos mais a humilhação que estamos passando, sendo ignorados e tratados com palavras Chulas. Exigimos respeito e queremos ser ouvidos. Clube do norte-nordeste com maior expressão nacional até o inicio da década de 90, começou a perder espaço no Futebol baiano e brasileiro, logo após o titulo de campeão brasileiro. Este declínio culminou em sua queda para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 1997. Em 2000, graças à Copa João Havelange, o Bahia volta a serie A. Porém, os erros recorrentes da então diretoria encabeçada pelo então presidente Marcelo Guimarães resultaram numa nova queda em 2003. O clube foi rebaixado sofrendo grandes goleadas em plena Fonte Nova. Com Marcelo G. Filho na presidência, o Bahia completou dez anos sem ganhar um titulo e sete anos fora da serie A, e estamos novamente na eminência de ser rebaixado. Senhor Presidente, o Bahia não é time de várzea para ser administrado com improvisações. O Clube deixou de evoluir e se modernizar, graças a esses presidentes, diretores e conselheiros que se perpetuam no clube. Fomos vitoriosos até quando o futebol foi administrado com amadorismo. O Bahia necessita profissionalizar-se efetivamente. Futebol exige planejamento, investimento, comprometimento, dedicação e amor ao clube. Primeiro Campeão Brasileiro primeiro representante brasileiro na Taça Libertadores das Américas, fundador do clube dos 13, a elite do futebol brasileiro, o Nosso Clube, necessita urgentemente de um choque de gestão, democracia, e participação direta da torcida nas eleições. devolvameuBahêa@devolvameubahia Torcedor há 61 anos do meu Bahia.

24/05/2013 - 17:27

Eduardo dantas

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