Colunistas

Elane Varjão

30/08/2014 - 08:00

Giro: Sotero Hotel apresenta nova política de gestão

O empreendimento agora segue tendência mundial da hotelaria

29/08/2014 - 11:00

Giro: Luiz Brandão comemora aniversário com missa

O evento foi realizado na Capela Santa Rita, na Faculdade Dom Pedro II.

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Marcos Preto

27/08/2014 - 17:32

RelP: Linda Lui comemora 10 anos com coquetel beneficente

O Hospital Infantil Martagão gesteira foi a instituição escolhida para receber as doações arrecadadas

26/08/2014 - 11:13

RelP: Um guia especial de lojas baianas que estão dando o que falar

Com conceito inovador e lifestyle auntenticamente baiano, as lojas de rua da terra vêm se destacando e, aos poucos, arrebatando um público ávido por novidades.

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Mayana Winck

31/08/2014 - 09:10

Make Up & Hair: seus cabelos e o clima

As mudanças de estações, calor, frio, vento, chuva, as colorações repetitivas, os alisamentos, a exposição ao secador, pranchinhas, blábláblá... Nossos cabelos não ficam nada satisfeitos... A mudança de clima constante e a umidade acabam deixando nossos cabelos expostos a agressões extremas, entre elas o frízz, as pontas duplas e o ressecamento excessivo.

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Paulo Roque Garcia

24/08/2014 - 09:30

Sampaulices: Food trucks invadem as ruas de São Paulo. Algum chef baiano se habilita?

A nova mania gastronômica mundial, nascida nos Estados Unidos, são os food trucks. Literalmente, comida sobre rodas, feita por chefs estreantes, chefs estrelados e até mesmo rock stars. São Paulo começa a sentir sentir o gostinho da street food, o que está causando uma corrida às oficinas que fabricam os trucks, adaptados de furgões e kombis.

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Savana Caldas

31/07/2014 - 09:02

Gourmet - Outback revela surpresa para o Dia dos Pais

O Outback Steakhouse, em parceria com a Coca-Cola, preparou uma surpresa especial para o Dia dos Pais. Em todos os restaurantes da rede no domingo, 10 de agosto, os pais que forem comemorar a data no restaurante também receberão...

23/07/2014 - 18:55

Gourmet - Torre de Pizza anuncia nova unidade

Com mais de 30 anos de tradição, a Torre de Pizza ganhará a mais uma unidade de sua reconhecida rede de pizzarias. Em clima de ‘soft opening’, a inauguração acontece em agosto, na Praia de Buraquinho.

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Literatura

O Imaginário de Juraci Dórea no Sertão/Veredas

O cineasta Tuna Espinheira fala do novo filme que realizou pelos sertões da região de Feira de Santana, na Bahia, um documentário sobre a obra de Juraci Dórea, importante artista plástico brasileiro que leva o Projeto Terra, por ele idealizado, um museu itinerante a semear arte a céu aberto exibindo pinturas em telas de bom tamanho e grandes esculturas de madeira envolta em couro pelos povoados e cidades onde passa. O dom do artista ganhou corpo e terminou extrapolando a catinga para bienais em Veneza, São Paulo, Havana.

 

A reinvenção da noite

O jornalista Albenísio Fonseca mostra com muita sensibilidade os mistérios e os segredos da noite na "civilização urbanóide", fascínio, temores, prazeres, "Barra, sorvete, mariscos na Ribeira", o movimento de mentes e corpos desde o anoitecer até voltar a raiar o sol em uma nova manhã. Leia no texto desta semana.

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Resenha BN

Ivete faz participação especial em show de Djavan em Salvador; veja vídeo do encontro

A (boa) surpresa da noite foi a participação especial de Ivete Sangalo, chamada de “Rainha do Brasil” pelo anfitrião. Ela foi anunciada por ele como “uma nova revelação da música baiana”. “Vamos ver se ela é afinada”, brincou. Quando Ivete entrou no palco, cantando “Meu Bem Querer”, o público vibrou. Veja o vídeo e leia mais sobre o encontro das estrelas da MPB em Salvador.

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Entrevistas

Conheça o som folk de Benjamin, músico de Conquista que lança seu primeiro disco, ‘Last’

Vem da fria Vitória da Conquista um dos lançamentos mais quentes da música baiana em 2014, um biscoito fino ainda pouco conhecido e degustado pelo público, mas que começa a ganhar seus fãs pela internet. É o folk de Diego Oliveira, 28 anos, que em seu projeto assume a alcunha de Benjamin. Há pouco mais de um mês, Diego, melhor, Benjamin, lançou seu primeiro álbum, ‘Last’, com dez composições próprias em inglês que conseguem quebrar em sua audição até mesmo barreiras linguísticas por suas belas melodias. Atualmente residindo em São Caetano do Sul, cidade do ABC paulista, para melhor divulgar sua obra, este músico conquistense conversou com o Bahia Notícias sobre sua formação musical, com influências distintas que vão dos ‘sertanejos’ Elomar e Almir Sater, o pop/rock de Ryan Adams e até mesmo o heavy metal, a importância da internet na divulgação da sua música, além de sua vida em Conquista antes de partir para viver em São Paulo, entre outros assuntos. Leia a entrevista completa.

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Diga aí

Caetano Veloso declara apoio aberto a Marina Silva: ?Recusar isso seria estar cego para toda luz?

Cadê os comentários da galera?? Pra que vou comentar se não postam?

31/08/2014 - 17:04

Karen

Caetano Veloso declara apoio aberto a Marina Silva: ?Recusar isso seria estar cego para toda luz?

Apoiados!viva viva.....

31/08/2014 - 15:44

Silvana Silva Tavares

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Quinta, 28 de Fevereiro de 2013 - 16:06

Gilda Mattoso revela bastidores de quando esteve longe, do lado de Renato Russo

por Evilásio Júnior | Fotos: Betto Jr./ Ag. Haack/ Bahia Notícias

O cantor e compositor Renato Russo (1960-1996) foi para a Itália com a assessora de imprensa Gilda Mattoso em 1995 já com as cores do álbum "Equilíbrio Distante", o seu segundo e último disco solo em vida, praticamente escolhidas. Parecia que era só para improvisar, mas os desafios do membro da família Manfredini eram específicos: além de pesquisar a música local, vasculhar a certidão de casamento dos avós para obter o passaporte italiano. "Assessora de encrenca", como se autodefine em seu livro, Gilda – nona mulher do poeta Vinicius de Moraes, há três décadas no mercado artístico –, revelou ao Bahia Notícias quase sem querer os bastidores da ida ao país da bota com o filho da revolução. Entre a busca por canções comerciais, documentos na periferia de Cremona – terra do violinista Antonius Stradivarius e dos seus ancestrais – e a sua ignorância com a língua local, Renato e Gilda viveram algumas histórias pelo avesso. Da "crise de ciúme" de Caetano Veloso à festa estranha na casa de um escritor comunista, ela conta detalhes de como o líder da Legião Urbana reagia quando achava não haver compaixão: "Sabe o que eles fazem com gente gay como eu? Eles botam no paredão! É o fim do mundo!", reclamou Renato ao tentarem catequizá-lo sobre Cuba. Ela não fazia ideia de que a aventura reabriria a janela para a então esquecida música italiana – na época, a desconhecida Laura Pausini emplacara quatro faixas: "La solitudine", "Gente", "Strani amori" e "Lettera" – e muito menos de que o desejo inverso de Renato já estava ao seu lado. Quis partir menos de um ano depois, mas ela guarda consigo um retrato e a saudade mais bonita: "O Renato faz muita falta".

Bahia Notícias – Eu li em casa o encarte do disco "Equilíbrio Distante", de 1995, e vi que você tem outra faceta. Além de assessora de imprensa do meio artístico, você também é pesquisadora musical e viajou com Renato Russo a Itália toda. Me conta como foi a experiência.

Gilda Mattoso – Olha, foi ótimo e foi complexo, porque Renato foi uma pessoa complexa. Ele ficou muito feliz porque eu não sou propriamente uma pesquisadora, mas morei na Itália, tenho amigos, músicos e radialistas italianos, então facilitou para ele. Ele, na viagem, teve duas intenções: pesquisar o Equilíbrio Distante e ir atrás de documentos para tirar o passaporte italiano. Foi atrás da certidão de casamento dos avós deles, e nós achamos.

BN – Em qual região?

GM – Em Cremona [na Lombardia, norte italiano, terra do violinista Antonius Stradivarius]. Na periferia de Cremona. Os avós eram de um lugar chamado Sesto Cremonese. Nós fomos para Milão, em Milão pegamos um trem, fomos para Cremona e chegamos lá. Foi ótimo. Foi uma delícia. Apresentei ele a Fiorella Mannoia [cantora italiana de pop, rock e folk], ao Sergio Bardotti [autor do musical infantil Os Saltimbancos, adaptado por Chico Buarque no Brasil], que era um compositor da antiga muito amigo do Vinicius (de Moraes), e ao Massimiliano de Tomasi [parceiro de Renato na versão "Wave (Come Fa Un'Onda)"], mais ou menos da idade dele, talvez o Max seja mais novo um pouco, que tem um programa na RAI só de música brasileira, então faz muito bem essa ponte entre o Brasil e a Itália.

BN – Você tem noção de que houve uma reabertura da porta para a música italiana no Brasil a partir daquele momento? Depois dos anos 60 e 70, quando havia uma abertura maior, com nomes como Rita Pavone, Pepino di Capri, a música italiana caiu no esquecimento e só a partir do Equilíbrio Distante o país descobriu a geração de Laura Pausini e Eros Ramazzotti...

GM – É, a música italiana conheceu um sucesso estrepitoso nos anos 60 no Brasil, com Sergio Endrigo, Pepino di Capri, Nico Fidenco, enfim. Depois veio Rita Pavone, que foi um fenômeno. Na época nem se falava em marketing, mas era uma coisa meio de marketing, assim. Tinha talento e tudo. Desde Dommenico Modugno [cantor dos anos 50] muitos italianos conheceram o sucesso. E aí o Renato, com a legião de fãs que ele tinha, fez as pessoas começaram a ouvir de novo. Ele deu um gás à música italiana. Mas acho que caiu de novo. Tem um ranço com a música francesa, com a música italiana...


BN – Mas você se sente parte da retomada também, né? Porque você estava ao lado dele cavando o repertório...

GM – ... apresentando ele a essas pessoas. É, eu fiquei muito feliz com o trabalho, embora eu viajei pensando que ele quisesse uma coisa e ele queria música comercial italiana, entendeu?

BN – Música pop...

GM – É. E eu estava pensando nos cantautori [cantor-compositor], no Lucho Battisti, Lucio Dalla e tal, mas ele foi mesmo para Laura Pausini... caiu no popular (risos).


BN – Naquela época, foi o último disco antes de ele ficar mal da doença, porque teve o sucesso do Equilíbrio Distante, em 1995, mas na sequência veio  "A Tempestade ou O Livro dos Dias" (1996), pela Legião Urbana, em que ele já estava mal e pouco depois de o disco ser lançado (20 de setembro), em 11 de outubro, ele morreu. Ele já mostrava que ele estava com a saúde debilitada?

GM – Eu não sabia que ele estava doente quando nós viajamos. Eu não sabia. Ele manteve muito isso com o empresário [Rafael Borges], os meninos da Legião [Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá] e pouquíssima gente. Acho que nem a família na época sabia. Ele viajou muito bem. Ele era muito temperamental, né? Assim, eu um dia quando o vi enlouquecido na loja de discos Virgin de Milão, eu falei 'Renato, como é que você vai levar isso tudo?' – 'Eu dou um jeito'. Eu falei com ele que eu viajo com uma malinha mínima para não ter problema e não compro nada. Ele falou assim: 'Se fosse o Caetano [Veloso] você carregava as coisas para ele'. (muitos risos).

BN – (risos) Crise de estrelismo?

GM – (risos) Crise de ciúme! Eu falei, 'primeiro que eu não carrego a mala do Caetano, eu sou uma senhora', mas aí ele comprou uma caixa cheia de Brancas de Neve, de coisas, e foi enchendo aquilo de livro e disco, livro e disco, livro e disco. Aí depois pagou excesso, trouxe aquilo tudo, quando chegou no Rio ele esvaziou a caixa e mandou para a minha filha, que era pequena na época, de presente.

BN – A Marina [integrante da equipe de produção do Camarote Expresso 2222]?

GM – É (risos). Eu falei 'nossa, me deu tapa com luva de pelica' (risos). Era uma caixa linda. Ela guardava todos os joguinhos e as coisas dela nessa caixa. Tinha Branca de Neve, tinha Cinderela...


BN – Como era a convivência com ele nessa temporada na Itália?

GM – Era muito boa porque ele era muito inteligente! Tinha um senso de humor muito peculiar e a gente se divertia bastante. Teve um episódio até muito engraçado que, quando nós estávamos em Roma, eu liguei para o Gianni Minà, que é um jornalista que cobre esportes e era muito amigo de Vinicius, e é assim comunista de carteirinha. Foi o primeiro italiano a ir a Cuba na revolução entrevistar Fidel, aquelas coisas assim. E o Minà, eu liguei para ele e ele me chamou para jantar na casa dele. Eu falei: 'Ah Minà, eu estou acompanhando um artista pop brasileiro...' – 'Traz ele também! Eu estou recebendo um escritor peruano' – comunista, claro, porque na casa dele só ia gente comunista (risos). E eu tentei falar 'Gianni...' e ele: 'não, eu quero muito te ver'. Ele estava com uma mulher nova e disse que queria que eu a conhecesse – 'pode trazer seu amigo! Oito horas em ponto'. Italiano marca a hora porque eles fazem o macarrão quando a pessoa chega, senão a massa fica dura ou mole, enfim, aquelas coisas de italiano. Mas aí eu falei 'eu vou desencorajar o Renato porque isso não vai prestar. Esse elenco junto?'. Falei para o Massimiliano: 'Inventa alguma coisa para fazer com o Renato? É porque eu tenho um jantar na casa do Minà. Você acha que vai combinar?'. Ele disse 'não. Renato, Gianni? Não!' Bom, mas aí eu falei para ele, disse quem era o Gianni Minà e ele ficou interessadíssimo – 'Eu quero ir com você. Eu não quero sair com o Max, não'. Aí eu falei 'olha, Renato, mas tem que ser na hora certa porque italiano tem o negócio da massa, não-sei-quê'. Aí ele atrasou horas, nós chegamos lá e as pessoas já tinham comido a massa e já estavam no segundo prato. A mulher do cara se levantou da mesa, foi para a cozinha fazer um pouquinho de macarrão. Eu falei 'não, não precisa. A gente come a partir do segundo prato' – 'Não, não, não. É uma pasta que eu faço. É a minha especialidade'. Aí, enfim, a conversa estava indo, ele meio assim, porque não falava italiano...

BN – Renato não falava italiano?

GM – Nada! Mas tanto o Minà quanto o escritor, que era de língua espanhola, começaram a falar espanhol para ele poder compreender. E
aí eles começaram a fazer elogio a Cuba, a falar das coisas de Cuba e perguntaram ao Renato: 'Você conhece Cuba?'. Ele bem sério, ficou em pé e falou assim: 'Não. Sabe o que eles fazem com gente gay como eu? Eles botam no paredão! É o fim do mundo!' Menino (risos), eu queria me enterrar, entrar debaixo da mesa... Ele tinha toda a razão no que ele estava dizendo, mas... Aí depois o Minà foi na biblioteca, pegou um livro dele sobre Fidel, fez uma dedicatória para o Renato e me disse: 'molto interessante questo amico'. Eu falei: 'é' (muitos risos)!

BN – Você conviveu com um dos ícones de toda uma geração e, hoje em dia, a gente não tem mais esse tipo de personalidade dentro do cenário rock'n'roll. É claro que a cultura brasileira é rica, mas no rock perdeu-se um pouco daquela essência crítica que se tinha com Legião Urbana, Plebe Rude, Barão Vermelho, Titãs, Ira!, enfim. Para você, o que aconteceu? É uma questão de época apenas?

GM – Eu acho que é. Eu acho que essa coisa da internet é uma faca de dois gumes, entendeu? Acho que pulverizou tudo e eu acho muito inconsistente o rock de hoje. Não acompanho muito de perto porque não é muito a minha praia, mas não se pode comparar com Paralamas, Cazuza, Legião, enfim. O Renato faz muita falta.

BN – Como amigo também?

GM –Como amigo também. Muito divertido o Renato, inteligente... nossa! Uma loucura!

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Ildázio Tavares Jr.

Ildázio Tavares Jr.: Um novo carnaval, uma nova proposta e uma nova cidade!

18/07/2014 17:10

Em sua nova coluna, Ildázio Tavares Jr. conta uma novidade dos bastidores da música baiana: uma proposta de novo circuito do Carnaval no Centro Administrativo da Bahia, o CAB. "Soube em uma destas tantas conversas que 16 empresários, produtoras e empresas, enfim, o trade do movimento musical que reinou por aqui, irá debandar de uma vez, mandar as favas os circuitos da Avenida e Barra e firmar um novo circuito no CAB". Segundo o colunista, a criação do que chama de 'axezódromo' será boa para a festa soteropolitana. "Sem corda, a violência vai diminuir. O flagelo do cordeiro acaba, a população vai se sentir prestigiada em ter novamente uma festa feita e pensada para ela. Turistas virão e gastarão grana". Leia o texto completo na coluna Cultura.

Ildázio Tavares Jr.: O modelo de negócio banda

23/06/2014 15:40

Em sua nova coluna, Ildázio critica a organização do mercado musical baiana que, segundo o colunista, gira em torno do "modelo de negócio banda". "O Axé music foi vendido como um movimento musical, mas a real é que a arte e a cultura ficaram sempre em décimo plano. O primordial foi, e sempre será, matar o cachê da banda! Tenho convicção que esse foi um dos grandes motivos para nunca ter se edificado uma ou mais casas de shows decentes aqui." Ildázio ainda diz que tal organização dos "empresários e dono de banda" acabaram destruindo carreiras de vários artistas. "Onde anda o Araketu? Ou o Terra Samba, que teve o disco mais vendido do axé music ao vivo em BH ?!?! E Ninha, Xéxeu e Patricia? Márcia Freire? Entupiram as rádios, com seu poder de jabá, das mais diversas imbecilidades musicais. É só lembrar de “Maria Joaquina de Amaral Pereira Goés, você contribói para o meu viver!”. Leia o texto completo na coluna Cultura.

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