Colunistas

Elane Varjão

24/01/2015 - 08:00

Giro: Bailinho de Carnaval anima a criançada

O evento foi preparado pelo Shopping Itaigara para seu público infanto-juvenil

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Marcos Preto

09/01/2015 - 10:36

RelP: Alerta para o bicho da vez: a girafa!

As moradoras das savanas invadiram os guarda-roupas das fashionistas e é fácil de usar. Clica aqui!

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Literatura

Delírios de sábado à tarde, Juventino promovido e assediado

Jadson Oliveira é possivelmente o jornalista baiano que mais viaja pelos países latino-americanos, em especial os da parte sul do continente. Integrante histórico da nossa confraria, aposentou mas não sossegou. Viaja, convive com as comunidades que visita, produz reportagens para o blog que assina. Nos intervalos das viagens o passatempo preferido é escrever histórias e estórias do que viu e viveu. O personagem favorito nesses textos, no entanto, é baiano mesmo, um dos milhares que abandonam o interior em busca de oportunidades na capital. Atende por Juventino, é balconista, não dá sorte com as mulheres. Passa o tempo pensando nelas e sonhando a forma mais fácil e direta de conquistá-las. Os sonhos são sempre aos sábados bebendo pinga e cerveja no botequim e só acabam quando chega a hora d casa fechar. (Carlos Navarro Filho).

 

Raimundo Ceguinho e o perigo da guabirabinha

O jornalista baiano/feirense Edson Borges fala de andanças e lambanças no aprazível povoado de Baixio, adornado por bela praia de areias alvas, muito coqueiro e habitado por uma grande colônia de pescadores, que dividem o tempo entre o mar e a timbuca, gastando o restinho que sobra a contar culhuda. Ele já escreveu aqui sobre o sujeito que caminhava sobre brasas só pra tomar uma de graça e esta semana nos apresenta Raimundo Ceguinho. Mais, desafia os colegas de Salvador à uma aventura etílica no litoral norte e enfrentar a guabirabinha. Caso a ser estudado pelos mais corajosos. Carlos Navarro Filho

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Entrevistas

Secretário de cultura, Rodrigo Velloso fala sobre homenagem a Bethânia em Santo Amaro

A tradicional festa de Nossa Senhora da Purificação, realizada há mais de 400 anos em Santo Amaro, será especial em 2015. Celebrada entre 23 de janeiro e 2 de fevereiro, o evento contará com um show gratuito de Maria Bethânia, que celebra 50 anos de carreira em sua cidade natal, além de apresentações de nomes como Léo Santana, Harmonia do Samba e Tyrone Cigano. O ano marca também os 80 anos de Rodrigo Velloso, irmão de Bethânia e Caetano Veloso e atual secretário de cultura do município. Rodrigo concedeu entrevista ao Bahia Notícias e contou detalhes sobre a festa da padroeira e também de como vai comemorar suas oito décadas de vida. Também falou sobre como será a homenagem para sua irmã, além de anunciar obras de requalificação de diversos espaços culturais de Santo Amaro, entre eles a área onde acontece o Bembé do Mercado.

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Resenha BN

Ivete faz participação especial em show de Djavan em Salvador; veja vídeo do encontro

A (boa) surpresa da noite foi a participação especial de Ivete Sangalo, chamada de “Rainha do Brasil” pelo anfitrião. Ela foi anunciada por ele como “uma nova revelação da música baiana”. “Vamos ver se ela é afinada”, brincou. Quando Ivete entrou no palco, cantando “Meu Bem Querer”, o público vibrou. Veja o vídeo e leia mais sobre o encontro das estrelas da MPB em Salvador.

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Quinta, 28 de Fevereiro de 2013 - 16:06

Gilda Mattoso revela bastidores de quando esteve longe, do lado de Renato Russo

por Evilásio Júnior | Fotos: Betto Jr./ Ag. Haack/ Bahia Notícias

O cantor e compositor Renato Russo (1960-1996) foi para a Itália com a assessora de imprensa Gilda Mattoso em 1995 já com as cores do álbum "Equilíbrio Distante", o seu segundo e último disco solo em vida, praticamente escolhidas. Parecia que era só para improvisar, mas os desafios do membro da família Manfredini eram específicos: além de pesquisar a música local, vasculhar a certidão de casamento dos avós para obter o passaporte italiano. "Assessora de encrenca", como se autodefine em seu livro, Gilda – nona mulher do poeta Vinicius de Moraes, há três décadas no mercado artístico –, revelou ao Bahia Notícias quase sem querer os bastidores da ida ao país da bota com o filho da revolução. Entre a busca por canções comerciais, documentos na periferia de Cremona – terra do violinista Antonius Stradivarius e dos seus ancestrais – e a sua ignorância com a língua local, Renato e Gilda viveram algumas histórias pelo avesso. Da "crise de ciúme" de Caetano Veloso à festa estranha na casa de um escritor comunista, ela conta detalhes de como o líder da Legião Urbana reagia quando achava não haver compaixão: "Sabe o que eles fazem com gente gay como eu? Eles botam no paredão! É o fim do mundo!", reclamou Renato ao tentarem catequizá-lo sobre Cuba. Ela não fazia ideia de que a aventura reabriria a janela para a então esquecida música italiana – na época, a desconhecida Laura Pausini emplacara quatro faixas: "La solitudine", "Gente", "Strani amori" e "Lettera" – e muito menos de que o desejo inverso de Renato já estava ao seu lado. Quis partir menos de um ano depois, mas ela guarda consigo um retrato e a saudade mais bonita: "O Renato faz muita falta".

Bahia Notícias – Eu li em casa o encarte do disco "Equilíbrio Distante", de 1995, e vi que você tem outra faceta. Além de assessora de imprensa do meio artístico, você também é pesquisadora musical e viajou com Renato Russo a Itália toda. Me conta como foi a experiência.

Gilda Mattoso – Olha, foi ótimo e foi complexo, porque Renato foi uma pessoa complexa. Ele ficou muito feliz porque eu não sou propriamente uma pesquisadora, mas morei na Itália, tenho amigos, músicos e radialistas italianos, então facilitou para ele. Ele, na viagem, teve duas intenções: pesquisar o Equilíbrio Distante e ir atrás de documentos para tirar o passaporte italiano. Foi atrás da certidão de casamento dos avós deles, e nós achamos.

BN – Em qual região?

GM – Em Cremona [na Lombardia, norte italiano, terra do violinista Antonius Stradivarius]. Na periferia de Cremona. Os avós eram de um lugar chamado Sesto Cremonese. Nós fomos para Milão, em Milão pegamos um trem, fomos para Cremona e chegamos lá. Foi ótimo. Foi uma delícia. Apresentei ele a Fiorella Mannoia [cantora italiana de pop, rock e folk], ao Sergio Bardotti [autor do musical infantil Os Saltimbancos, adaptado por Chico Buarque no Brasil], que era um compositor da antiga muito amigo do Vinicius (de Moraes), e ao Massimiliano de Tomasi [parceiro de Renato na versão "Wave (Come Fa Un'Onda)"], mais ou menos da idade dele, talvez o Max seja mais novo um pouco, que tem um programa na RAI só de música brasileira, então faz muito bem essa ponte entre o Brasil e a Itália.

BN – Você tem noção de que houve uma reabertura da porta para a música italiana no Brasil a partir daquele momento? Depois dos anos 60 e 70, quando havia uma abertura maior, com nomes como Rita Pavone, Pepino di Capri, a música italiana caiu no esquecimento e só a partir do Equilíbrio Distante o país descobriu a geração de Laura Pausini e Eros Ramazzotti...

GM – É, a música italiana conheceu um sucesso estrepitoso nos anos 60 no Brasil, com Sergio Endrigo, Pepino di Capri, Nico Fidenco, enfim. Depois veio Rita Pavone, que foi um fenômeno. Na época nem se falava em marketing, mas era uma coisa meio de marketing, assim. Tinha talento e tudo. Desde Dommenico Modugno [cantor dos anos 50] muitos italianos conheceram o sucesso. E aí o Renato, com a legião de fãs que ele tinha, fez as pessoas começaram a ouvir de novo. Ele deu um gás à música italiana. Mas acho que caiu de novo. Tem um ranço com a música francesa, com a música italiana...


BN – Mas você se sente parte da retomada também, né? Porque você estava ao lado dele cavando o repertório...

GM – ... apresentando ele a essas pessoas. É, eu fiquei muito feliz com o trabalho, embora eu viajei pensando que ele quisesse uma coisa e ele queria música comercial italiana, entendeu?

BN – Música pop...

GM – É. E eu estava pensando nos cantautori [cantor-compositor], no Lucho Battisti, Lucio Dalla e tal, mas ele foi mesmo para Laura Pausini... caiu no popular (risos).


BN – Naquela época, foi o último disco antes de ele ficar mal da doença, porque teve o sucesso do Equilíbrio Distante, em 1995, mas na sequência veio  "A Tempestade ou O Livro dos Dias" (1996), pela Legião Urbana, em que ele já estava mal e pouco depois de o disco ser lançado (20 de setembro), em 11 de outubro, ele morreu. Ele já mostrava que ele estava com a saúde debilitada?

GM – Eu não sabia que ele estava doente quando nós viajamos. Eu não sabia. Ele manteve muito isso com o empresário [Rafael Borges], os meninos da Legião [Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá] e pouquíssima gente. Acho que nem a família na época sabia. Ele viajou muito bem. Ele era muito temperamental, né? Assim, eu um dia quando o vi enlouquecido na loja de discos Virgin de Milão, eu falei 'Renato, como é que você vai levar isso tudo?' – 'Eu dou um jeito'. Eu falei com ele que eu viajo com uma malinha mínima para não ter problema e não compro nada. Ele falou assim: 'Se fosse o Caetano [Veloso] você carregava as coisas para ele'. (muitos risos).

BN – (risos) Crise de estrelismo?

GM – (risos) Crise de ciúme! Eu falei, 'primeiro que eu não carrego a mala do Caetano, eu sou uma senhora', mas aí ele comprou uma caixa cheia de Brancas de Neve, de coisas, e foi enchendo aquilo de livro e disco, livro e disco, livro e disco. Aí depois pagou excesso, trouxe aquilo tudo, quando chegou no Rio ele esvaziou a caixa e mandou para a minha filha, que era pequena na época, de presente.

BN – A Marina [integrante da equipe de produção do Camarote Expresso 2222]?

GM – É (risos). Eu falei 'nossa, me deu tapa com luva de pelica' (risos). Era uma caixa linda. Ela guardava todos os joguinhos e as coisas dela nessa caixa. Tinha Branca de Neve, tinha Cinderela...


BN – Como era a convivência com ele nessa temporada na Itália?

GM – Era muito boa porque ele era muito inteligente! Tinha um senso de humor muito peculiar e a gente se divertia bastante. Teve um episódio até muito engraçado que, quando nós estávamos em Roma, eu liguei para o Gianni Minà, que é um jornalista que cobre esportes e era muito amigo de Vinicius, e é assim comunista de carteirinha. Foi o primeiro italiano a ir a Cuba na revolução entrevistar Fidel, aquelas coisas assim. E o Minà, eu liguei para ele e ele me chamou para jantar na casa dele. Eu falei: 'Ah Minà, eu estou acompanhando um artista pop brasileiro...' – 'Traz ele também! Eu estou recebendo um escritor peruano' – comunista, claro, porque na casa dele só ia gente comunista (risos). E eu tentei falar 'Gianni...' e ele: 'não, eu quero muito te ver'. Ele estava com uma mulher nova e disse que queria que eu a conhecesse – 'pode trazer seu amigo! Oito horas em ponto'. Italiano marca a hora porque eles fazem o macarrão quando a pessoa chega, senão a massa fica dura ou mole, enfim, aquelas coisas de italiano. Mas aí eu falei 'eu vou desencorajar o Renato porque isso não vai prestar. Esse elenco junto?'. Falei para o Massimiliano: 'Inventa alguma coisa para fazer com o Renato? É porque eu tenho um jantar na casa do Minà. Você acha que vai combinar?'. Ele disse 'não. Renato, Gianni? Não!' Bom, mas aí eu falei para ele, disse quem era o Gianni Minà e ele ficou interessadíssimo – 'Eu quero ir com você. Eu não quero sair com o Max, não'. Aí eu falei 'olha, Renato, mas tem que ser na hora certa porque italiano tem o negócio da massa, não-sei-quê'. Aí ele atrasou horas, nós chegamos lá e as pessoas já tinham comido a massa e já estavam no segundo prato. A mulher do cara se levantou da mesa, foi para a cozinha fazer um pouquinho de macarrão. Eu falei 'não, não precisa. A gente come a partir do segundo prato' – 'Não, não, não. É uma pasta que eu faço. É a minha especialidade'. Aí, enfim, a conversa estava indo, ele meio assim, porque não falava italiano...

BN – Renato não falava italiano?

GM – Nada! Mas tanto o Minà quanto o escritor, que era de língua espanhola, começaram a falar espanhol para ele poder compreender. E
aí eles começaram a fazer elogio a Cuba, a falar das coisas de Cuba e perguntaram ao Renato: 'Você conhece Cuba?'. Ele bem sério, ficou em pé e falou assim: 'Não. Sabe o que eles fazem com gente gay como eu? Eles botam no paredão! É o fim do mundo!' Menino (risos), eu queria me enterrar, entrar debaixo da mesa... Ele tinha toda a razão no que ele estava dizendo, mas... Aí depois o Minà foi na biblioteca, pegou um livro dele sobre Fidel, fez uma dedicatória para o Renato e me disse: 'molto interessante questo amico'. Eu falei: 'é' (muitos risos)!

BN – Você conviveu com um dos ícones de toda uma geração e, hoje em dia, a gente não tem mais esse tipo de personalidade dentro do cenário rock'n'roll. É claro que a cultura brasileira é rica, mas no rock perdeu-se um pouco daquela essência crítica que se tinha com Legião Urbana, Plebe Rude, Barão Vermelho, Titãs, Ira!, enfim. Para você, o que aconteceu? É uma questão de época apenas?

GM – Eu acho que é. Eu acho que essa coisa da internet é uma faca de dois gumes, entendeu? Acho que pulverizou tudo e eu acho muito inconsistente o rock de hoje. Não acompanho muito de perto porque não é muito a minha praia, mas não se pode comparar com Paralamas, Cazuza, Legião, enfim. O Renato faz muita falta.

BN – Como amigo também?

GM –Como amigo também. Muito divertido o Renato, inteligente... nossa! Uma loucura!

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Ildázio Tavares Jr

Ildázio Tavares Jr: Carnaval 2015, de morno a frio!

20/01/2015 16:05

Quando muita gente me pergunta o que acho que acontecerá no carnaval deste ano, eu fico espantado, sabia? Principalmente os empresários que me ligam e me dão ouvidos, pois está claro que será morno, se dermos sorte!! Estou até feliz, porque muitos que torciam o nariz hoje me ouvem!

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Aninha Franco

Aninha Franco: Tudo está bem na cultura baiana? Para quem, caro Albino?

05/12/2014 16:35

As declarações de Albino Rubim defendendo o cargo elucidam sua gestão. O Centro Histórico está bem, ele assegura, a Secult está instalada lá, ele adverte, e ignora os que sobrevivem da vida turística do bairro e nele investiram que é o que importa. É preciso lembrar que Rubim dispôs da ajuda de Domingos Leonelli para destruir o negócio turístico da Bahia.

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Henrique Wagner

Panorama da atual literatura baiana

05/12/2014 13:00

Não conheço tudo o que se produz em literatura na Bahia – e desafio quem o conheça. Alguém pode me dar o nome de um poeta que more em Pojuca? Um contista que more em Paulo Afonso? Nada disso me chegou ainda. E eu não sou caixeiro-viajante.

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Edimário Duplat

BN HQ: Brasileiro Thony Silas faz Workshop de Quadrinhos e lança Sketchbook em Salvador

21/01/2015 19:30

Conhecido dos fãs de quadrinhos por seus trabalhos com personagens como Demolidor, Homem-Aranha e Batman do Futuro, o recifense Thony Silas estará em dose dupla na capital baiana no próximo sábado (24), onde ministrará um workshop de desenho para Histórias em Quadrinhos na Universidade Estadual do Estado da Bahia (UNEB) e depois estará na RV Cultura e Arte, no Rio Vermelho, onde lança o seu Sketchbook para o público baiano.

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Mayana Winck

Make Up & Hair: alongamento de cïlios

11/12/2014 19:30

Quando falamos em um olhar fatal, pensamos imediatamente em cílios longos e cheios. No quesito maquiagem, seja qual for a ocasião, costumamos recorrer aos cílios postiços para dar um UP nos olhos! Os experts em maquiagens que o digam!!! Os cílios postiços costumam ser colocados no momento da maquiagem com uma cola a prova d'àgua e duram em média 24 horas, sendo facilmente removidos com a ajuda de um algodão umedecido com soro fisiológico morno. Se você é destas que são fissuradas por cílios e assim como eu não os tem tão fartos, aí vai uma super dica...

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Luiz Mott

Luiz Mott: Matar veado não é homicídio, é caçada!

28/11/2014 13:11

Data de 1985 esse abominável brado morte para os homossexuais, hoje referidos de forma politicamente correta como LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e trans (travestis e transexuais) – publicado pelo jornalista Berbert, auto proclamado “exterminador de veados”.

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Madame Castro

Madame Castro em: Gastronomia, a Arte que cresce, aparece e apetece

28/11/2014 16:10

Estava recolhida esperando a tempestade esfriar, relendo os melhores e comendo dos Chefs mais talentosos, quando o telefone tocou e Aninha Franco derramou milhares de perguntas, algumas com respostas, nos meus ouvidos. Parecia possuída pela loucura da velha Guima. – Você precisa voltar a escrever sobre gastronomia!

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Eduardo Bastos

Eduardo Bastos: O ano em que o Chiclete perdeu a bandana

12/12/2014 15:05

O grupo inglês Pink Floyd acaba de voltar à ativa com um álbum intitulado “The Endless River” (“O Rio Sem Fim”, em inglês). Poderíamos recorrer a uma metáfora semelhante – porém, mudando do elemento água para o elemento terra – para definir o panorama atual da música baiana mais popular, especialmente aquela que ficou conhecida como axé music: Um Deserto Sem Fim. Sim, porque a julgar pelo que foi produzido em 2014, nos depararemos inevitavelmente com o vazio criativo e a falta de perspectiva.

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Claudius Portugal

Claudius Portugal: o que escrever sobre arte?

24/12/2014 00:57

Aninha Franco me liga e pede um artigo sobre as artes visuais. Escrevo sobre arte, mas de cara dizendo que não sou crítico. Nem me interessa em ser. Leio, estudo, vejo, acompanho, entrevisto, escrevo reportagens, biografias, textos para catálogo. Uma linguagem, a do escritor, falando sobre outra linguagem. Apenas isto. Enquanto sou convencido, imediatamente penso no título de última Bienal de São Paulo: Como atravessar coisas que não existem. Aceito, após verificar que as coisas existem. E como existem!

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