Colunistas

Elane Varjão

22/11/2014 - 08:27

Giro: Bruna Vieira desafia Felipe Neto em encontro da Icekiss

Segundo Ricardo Fernandes, gerente de marketing da Cory, fabricante das balas Icekiss, esta é a maior ação no universo on-line já feita pela empresa.

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Literatura

Juventino e o Sinca Chambord

Jadson Oliveira é integrante histórico da nossa confraria de jornalistas. Confraria que bebeu muito, falou muito, pensou muito. Hoje continua bebendo muito, pensando muito, trabalhando, produzindo, mas os objetivos são mais sofisticados: análise da conjuntura nacional, comparar as barrigas, falar da vida alheia. À exceção das mulheres. Pouca gente sabe que lá para as tantas desconjuramos o machismo e as recebemos em nossos encontros, elas agregaram sensibilidade, sabedoria e continuam lindas. Jadson nos brinda com a figura singular de Juventino, um balconista de loja que não dava muita sorte no amor. Por Carlos Navarro Filho

 

Confraria IV, Chico o Pensador no Porto do Moreira

Esta semana voltamos ao tema da confraria que reúne há mais de 40 anos figuras ímpares do jornalismo baiano, agora já não tão jovens, ao contrário a calvície atacando a uns, barriguinha definida em forma de quibe em outros, todos grisalhos, já não tão barulhentos quanto antes mas sempre falando muito. O estágio atual é a passagem pelo Porto do Moreira, o mais tradicional restaurante da zona central de Salvador, quase centenário, comandado pelos irmãos Chico e Antônio. Não demorou muito tempo por causa do horário. A casa queria fechar às dez da noite e criou-se o conflito, todos tinham alforria para chegar bem mais tarde em casa.

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Entrevistas

Jean Wyllys estreia programa sobre cinema e quer a 'desconstrução de preconceitos'

Jean Wyllys estreia seu programa "Cinema em Outras Cores", no Canal Brasil, nesta quinta-feira (13). Com uma trajetória ligada à escrita, o baiano apresenta agora o programa de entrevistas voltado à discussão de curtas-metragens com temáticas como diversidade sexual e drogas. Diretores, atores e outros envolvidos nas produções são convidados a discutir as obras e os temas que as circundam em 13 episódios da primeira temporada. O jornalista e professor ficou conhecido nacionalmente após vencer a quinta edição do Big Brother Brasil e atualmente foi reeleito deputado federal (PSOL-RJ). Em entrevista, ele conta detalhes do programa, como concepção e escolha dos filmes, além de sua relação pessoal com cinema e sua opinião sobre a produção baiana, presente em dois curtas da atração. Na visão do deputado/comunicólogo, o programa tem a missão da "desconstrução de preconceitos". "O audiovisual tem um papel fundamental na educação do nosso povo, nas suas visões de mundo, então eu quero, com esse programa, levar pra eles outras representações dos modos de vida LGBT, sobre as drogas, que não sejam representações que “Bocão” e outros programas similares fazem, outros olhares sobre os problemas do Brasil". Leia a entrevista completa.

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Resenha BN

Ivete faz participação especial em show de Djavan em Salvador; veja vídeo do encontro

A (boa) surpresa da noite foi a participação especial de Ivete Sangalo, chamada de “Rainha do Brasil” pelo anfitrião. Ela foi anunciada por ele como “uma nova revelação da música baiana”. “Vamos ver se ela é afinada”, brincou. Quando Ivete entrou no palco, cantando “Meu Bem Querer”, o público vibrou. Veja o vídeo e leia mais sobre o encontro das estrelas da MPB em Salvador.

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Diga aí

Juventino e o Sinca Chambord

excelente,lembra um velho amigo,manda notícias

23/11/2014 - 13:08

luiza silva

Festival de Verão 2015 anuncia suas cinco primeiras atrações

Não dou um real.Pra ver tudo igual?

23/11/2014 - 08:05

Patricia SSA

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Quinta, 28 de Fevereiro de 2013 - 16:06

Gilda Mattoso revela bastidores de quando esteve longe, do lado de Renato Russo

por Evilásio Júnior | Fotos: Betto Jr./ Ag. Haack/ Bahia Notícias

O cantor e compositor Renato Russo (1960-1996) foi para a Itália com a assessora de imprensa Gilda Mattoso em 1995 já com as cores do álbum "Equilíbrio Distante", o seu segundo e último disco solo em vida, praticamente escolhidas. Parecia que era só para improvisar, mas os desafios do membro da família Manfredini eram específicos: além de pesquisar a música local, vasculhar a certidão de casamento dos avós para obter o passaporte italiano. "Assessora de encrenca", como se autodefine em seu livro, Gilda – nona mulher do poeta Vinicius de Moraes, há três décadas no mercado artístico –, revelou ao Bahia Notícias quase sem querer os bastidores da ida ao país da bota com o filho da revolução. Entre a busca por canções comerciais, documentos na periferia de Cremona – terra do violinista Antonius Stradivarius e dos seus ancestrais – e a sua ignorância com a língua local, Renato e Gilda viveram algumas histórias pelo avesso. Da "crise de ciúme" de Caetano Veloso à festa estranha na casa de um escritor comunista, ela conta detalhes de como o líder da Legião Urbana reagia quando achava não haver compaixão: "Sabe o que eles fazem com gente gay como eu? Eles botam no paredão! É o fim do mundo!", reclamou Renato ao tentarem catequizá-lo sobre Cuba. Ela não fazia ideia de que a aventura reabriria a janela para a então esquecida música italiana – na época, a desconhecida Laura Pausini emplacara quatro faixas: "La solitudine", "Gente", "Strani amori" e "Lettera" – e muito menos de que o desejo inverso de Renato já estava ao seu lado. Quis partir menos de um ano depois, mas ela guarda consigo um retrato e a saudade mais bonita: "O Renato faz muita falta".

Bahia Notícias – Eu li em casa o encarte do disco "Equilíbrio Distante", de 1995, e vi que você tem outra faceta. Além de assessora de imprensa do meio artístico, você também é pesquisadora musical e viajou com Renato Russo a Itália toda. Me conta como foi a experiência.

Gilda Mattoso – Olha, foi ótimo e foi complexo, porque Renato foi uma pessoa complexa. Ele ficou muito feliz porque eu não sou propriamente uma pesquisadora, mas morei na Itália, tenho amigos, músicos e radialistas italianos, então facilitou para ele. Ele, na viagem, teve duas intenções: pesquisar o Equilíbrio Distante e ir atrás de documentos para tirar o passaporte italiano. Foi atrás da certidão de casamento dos avós deles, e nós achamos.

BN – Em qual região?

GM – Em Cremona [na Lombardia, norte italiano, terra do violinista Antonius Stradivarius]. Na periferia de Cremona. Os avós eram de um lugar chamado Sesto Cremonese. Nós fomos para Milão, em Milão pegamos um trem, fomos para Cremona e chegamos lá. Foi ótimo. Foi uma delícia. Apresentei ele a Fiorella Mannoia [cantora italiana de pop, rock e folk], ao Sergio Bardotti [autor do musical infantil Os Saltimbancos, adaptado por Chico Buarque no Brasil], que era um compositor da antiga muito amigo do Vinicius (de Moraes), e ao Massimiliano de Tomasi [parceiro de Renato na versão "Wave (Come Fa Un'Onda)"], mais ou menos da idade dele, talvez o Max seja mais novo um pouco, que tem um programa na RAI só de música brasileira, então faz muito bem essa ponte entre o Brasil e a Itália.

BN – Você tem noção de que houve uma reabertura da porta para a música italiana no Brasil a partir daquele momento? Depois dos anos 60 e 70, quando havia uma abertura maior, com nomes como Rita Pavone, Pepino di Capri, a música italiana caiu no esquecimento e só a partir do Equilíbrio Distante o país descobriu a geração de Laura Pausini e Eros Ramazzotti...

GM – É, a música italiana conheceu um sucesso estrepitoso nos anos 60 no Brasil, com Sergio Endrigo, Pepino di Capri, Nico Fidenco, enfim. Depois veio Rita Pavone, que foi um fenômeno. Na época nem se falava em marketing, mas era uma coisa meio de marketing, assim. Tinha talento e tudo. Desde Dommenico Modugno [cantor dos anos 50] muitos italianos conheceram o sucesso. E aí o Renato, com a legião de fãs que ele tinha, fez as pessoas começaram a ouvir de novo. Ele deu um gás à música italiana. Mas acho que caiu de novo. Tem um ranço com a música francesa, com a música italiana...


BN – Mas você se sente parte da retomada também, né? Porque você estava ao lado dele cavando o repertório...

GM – ... apresentando ele a essas pessoas. É, eu fiquei muito feliz com o trabalho, embora eu viajei pensando que ele quisesse uma coisa e ele queria música comercial italiana, entendeu?

BN – Música pop...

GM – É. E eu estava pensando nos cantautori [cantor-compositor], no Lucho Battisti, Lucio Dalla e tal, mas ele foi mesmo para Laura Pausini... caiu no popular (risos).


BN – Naquela época, foi o último disco antes de ele ficar mal da doença, porque teve o sucesso do Equilíbrio Distante, em 1995, mas na sequência veio  "A Tempestade ou O Livro dos Dias" (1996), pela Legião Urbana, em que ele já estava mal e pouco depois de o disco ser lançado (20 de setembro), em 11 de outubro, ele morreu. Ele já mostrava que ele estava com a saúde debilitada?

GM – Eu não sabia que ele estava doente quando nós viajamos. Eu não sabia. Ele manteve muito isso com o empresário [Rafael Borges], os meninos da Legião [Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá] e pouquíssima gente. Acho que nem a família na época sabia. Ele viajou muito bem. Ele era muito temperamental, né? Assim, eu um dia quando o vi enlouquecido na loja de discos Virgin de Milão, eu falei 'Renato, como é que você vai levar isso tudo?' – 'Eu dou um jeito'. Eu falei com ele que eu viajo com uma malinha mínima para não ter problema e não compro nada. Ele falou assim: 'Se fosse o Caetano [Veloso] você carregava as coisas para ele'. (muitos risos).

BN – (risos) Crise de estrelismo?

GM – (risos) Crise de ciúme! Eu falei, 'primeiro que eu não carrego a mala do Caetano, eu sou uma senhora', mas aí ele comprou uma caixa cheia de Brancas de Neve, de coisas, e foi enchendo aquilo de livro e disco, livro e disco, livro e disco. Aí depois pagou excesso, trouxe aquilo tudo, quando chegou no Rio ele esvaziou a caixa e mandou para a minha filha, que era pequena na época, de presente.

BN – A Marina [integrante da equipe de produção do Camarote Expresso 2222]?

GM – É (risos). Eu falei 'nossa, me deu tapa com luva de pelica' (risos). Era uma caixa linda. Ela guardava todos os joguinhos e as coisas dela nessa caixa. Tinha Branca de Neve, tinha Cinderela...


BN – Como era a convivência com ele nessa temporada na Itália?

GM – Era muito boa porque ele era muito inteligente! Tinha um senso de humor muito peculiar e a gente se divertia bastante. Teve um episódio até muito engraçado que, quando nós estávamos em Roma, eu liguei para o Gianni Minà, que é um jornalista que cobre esportes e era muito amigo de Vinicius, e é assim comunista de carteirinha. Foi o primeiro italiano a ir a Cuba na revolução entrevistar Fidel, aquelas coisas assim. E o Minà, eu liguei para ele e ele me chamou para jantar na casa dele. Eu falei: 'Ah Minà, eu estou acompanhando um artista pop brasileiro...' – 'Traz ele também! Eu estou recebendo um escritor peruano' – comunista, claro, porque na casa dele só ia gente comunista (risos). E eu tentei falar 'Gianni...' e ele: 'não, eu quero muito te ver'. Ele estava com uma mulher nova e disse que queria que eu a conhecesse – 'pode trazer seu amigo! Oito horas em ponto'. Italiano marca a hora porque eles fazem o macarrão quando a pessoa chega, senão a massa fica dura ou mole, enfim, aquelas coisas de italiano. Mas aí eu falei 'eu vou desencorajar o Renato porque isso não vai prestar. Esse elenco junto?'. Falei para o Massimiliano: 'Inventa alguma coisa para fazer com o Renato? É porque eu tenho um jantar na casa do Minà. Você acha que vai combinar?'. Ele disse 'não. Renato, Gianni? Não!' Bom, mas aí eu falei para ele, disse quem era o Gianni Minà e ele ficou interessadíssimo – 'Eu quero ir com você. Eu não quero sair com o Max, não'. Aí eu falei 'olha, Renato, mas tem que ser na hora certa porque italiano tem o negócio da massa, não-sei-quê'. Aí ele atrasou horas, nós chegamos lá e as pessoas já tinham comido a massa e já estavam no segundo prato. A mulher do cara se levantou da mesa, foi para a cozinha fazer um pouquinho de macarrão. Eu falei 'não, não precisa. A gente come a partir do segundo prato' – 'Não, não, não. É uma pasta que eu faço. É a minha especialidade'. Aí, enfim, a conversa estava indo, ele meio assim, porque não falava italiano...

BN – Renato não falava italiano?

GM – Nada! Mas tanto o Minà quanto o escritor, que era de língua espanhola, começaram a falar espanhol para ele poder compreender. E
aí eles começaram a fazer elogio a Cuba, a falar das coisas de Cuba e perguntaram ao Renato: 'Você conhece Cuba?'. Ele bem sério, ficou em pé e falou assim: 'Não. Sabe o que eles fazem com gente gay como eu? Eles botam no paredão! É o fim do mundo!' Menino (risos), eu queria me enterrar, entrar debaixo da mesa... Ele tinha toda a razão no que ele estava dizendo, mas... Aí depois o Minà foi na biblioteca, pegou um livro dele sobre Fidel, fez uma dedicatória para o Renato e me disse: 'molto interessante questo amico'. Eu falei: 'é' (muitos risos)!

BN – Você conviveu com um dos ícones de toda uma geração e, hoje em dia, a gente não tem mais esse tipo de personalidade dentro do cenário rock'n'roll. É claro que a cultura brasileira é rica, mas no rock perdeu-se um pouco daquela essência crítica que se tinha com Legião Urbana, Plebe Rude, Barão Vermelho, Titãs, Ira!, enfim. Para você, o que aconteceu? É uma questão de época apenas?

GM – Eu acho que é. Eu acho que essa coisa da internet é uma faca de dois gumes, entendeu? Acho que pulverizou tudo e eu acho muito inconsistente o rock de hoje. Não acompanho muito de perto porque não é muito a minha praia, mas não se pode comparar com Paralamas, Cazuza, Legião, enfim. O Renato faz muita falta.

BN – Como amigo também?

GM –Como amigo também. Muito divertido o Renato, inteligente... nossa! Uma loucura!

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Histórico de Conteudo

Aninha Franco

Aninha Franco: A Casa do Rio Vermelho, abrigo da baianidade

14/11/2014 10:29

Um amigo, recentemente, descobriu um prazer que alguns de nós desfrutamos de nascença, quando participou da festa de aniversário da esposa de um pescador na Casa de Yá. Ele assistiu à baianidade legítima. Para desfrutá-la e, mesmo, para entendê-la, é preciso dispor de sentidos sensíveis, como os mencionados por Bilac em sua relação com as estrelas. “Amai para entendê-las, pois só quem ama pode ter ouvidos capaz de ouvir e de entender estrelas”. Nem todos merecem isso.

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