Segunda, 27 de Fevereiro de 2017 - 18:20

Logan é o filme de super-herói mais humano já feito, com poderes sendo um mero detalhe

por Luiz Fernando Teixeira

Logan é o filme de super-herói mais humano já feito, com poderes sendo um mero detalhe
Quando o conceito Logan foi anunciado, os fãs de Wolverine ficaram felizes com a ideia de finalmente ver no cinema uma representação do herói que fosse fiel aos quadrinhos – assim como havia acontecido com Deadpool. O filme faz jus à expectativa e entrega uma narrativa complexa e sangrenta, ambientada em um futuro com um quê apocalíptico.

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Quinta, 12 de Janeiro de 2017 - 19:00

Documentário sobre 30 anos do Axé conquista ao apresentar as fragilidades da trajetória

por Júnior Moreira

Documentário sobre 30 anos do Axé conquista ao apresentar as fragilidades da trajetória
O nosso repórter Júnior Moreira decidiu fazer algo diferente para narrar a experiência de ter visto o documentário "Axé- Canto do Povo de um Lugar", idealizado por Chico Kertész, que durante cerca de duas horas, apresenta a linha do tempo dos 30 anos desse movimento, que, como explicitado no vídeo, é muito maior que um estilo musical, pois bebe da fonte de diversas influências. São depoimentos de empresários, produtores, jornalistas e músicos que vivenciaram desde o surgir em 1986 com a música Fricote, composição de Luiz Caldas e Paulinho Camafeu.

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Terça, 08 de Novembro de 2016 - 13:50

Mesmo sem ousar na ‘fórmula’, Doutor Estranho revigora os super-heróis no cinema

por Edimário Duplat

Mesmo sem ousar na ‘fórmula’, Doutor Estranho revigora os super-heróis no cinema
Desde a criação de seu universo cinematográfico, ocorrido em 2008 com o lançamento de Homem de Ferro, a Marvel Studios vem se destacando por algumas características dentro dos chamados “Filmes de super-heróis”. Além de películas que sabem preservar a mensagem do heroísmo dos quadrinhos e apresentar uma construção narrativa que mescla bom humor para todos os públicos com um ar de aventura juvenil, é inegável a forma como a empresa consegue conquistar os espectadores com os seus personagens, independente ou não de já serem conhecidos fora do universo das HQs.

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Sábado, 29 de Outubro de 2016 - 11:00

Sem romantizações, A Garota no Trem é fiel ao retratar a tensão do livro no cinema

por Ailma Teixeira

Sem romantizações, A Garota no Trem é fiel ao retratar a tensão do livro no cinema
Com o sucesso de vendas de A Garota no Trem, best-seller lançado em 2014, o buzz em cima da adaptação para o cinema era imenso e não tinha como ser diferente. Nos Estados Unidos, onde o filme estreou há quase três semanas, ele dividiu opiniões. Teve quem achasse superficial, teve também quem achasse surpreendente. Bom, para quem leu o livro, não dá para dizer que o filme é uma grande surpresa. Há algumas poucas mudanças, sim, como o não envolvimento sexual entre Rachel (Emily Blunt) e Scott (Luke Evans), mas a maior parte da versão cinematográfica é uma reprodução fiel da obra literária. O que significa uma história crua, sem dicotomias entre o bem e o mal. O elenco, que traz ainda Allison Janney e Lisa Kudrow é outro atrativo para assistir o longa, que está em cartaz na rede Cinépolis, dos shoppings Bela Vista e Paralela, em Salvador. A grande protagonista da história é Rachel, uma mulher de trinta e poucos anos, que não tem qualquer perspectiva de vida desde que seu marido a deixou há dois anos. Assim, a rotina da personagem se restringe a sair da casa que divide com uma amiga (Laura Prepon), fingir que vai trabalhar na agência de publicidade que a demitiu há mais de um ano, pegar o mesmo trem e vislumbrar a vida de um casal. Além de, é claro, passar o dia inteiro, todos os dias, bêbada.

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Tenso e objetivo, ‘O Homem nas Trevas’ subverte expectativas em suspense eficiente
O Homem nas Trevas (Don’t Breathe, 2016), em cartaz nas salas da rede Cinépolis desde a última quinta-feira (8), acompanha três jovens ladrões invadindo a casa de um velho cego. Eles acreditam que irão cometer o roubo mais fácil de suas vidas, mas a situação sai do controle quando a vítima demonstra está muito distante do estereótipo do deficiente inválido. A direção do uruguaio Fede Alvarez consegue construir um ambiente de estranheza e hostilidade que impressiona pela organicidade. O suspense é eficiente, e a sensação de claustrofobia é construída mais pelo aspecto de caçada humana, e teste físico aos quais os protagonistas são submetidos, que por qualquer traço de horror psicológico.

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Sexta, 02 de Setembro de 2016 - 14:30

Honesto e divertido, Star Trek: Sem Fronteiras sabe ousar sem desrespeitar a tradição

por Edimário Duplat

Honesto e divertido, Star Trek: Sem Fronteiras sabe ousar sem desrespeitar a tradição
Dentre as franquias que foram revitalizadas para o novo século, Star Trek carrega um positivo destaque na sua atual encarnação: Mesmo sendo adaptado para uma formula mais dinâmica e que valoriza as cenas de ação em detrimento das teorias cientificas, os seus novos filmes mantém o espirito altivo e valorizam a mensagem otimista de um futuro utópico em que a humanidade superou os seus problemas e chegou ao melhor da sua concepção de civilização. E dentro desta dinâmica, Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek: Beyond, 2016) é um dos mais audaciosos projetos desta nova fase, pois traz uma vertiginosa e incansável interpretação visual da ficção cientifica sem desrespeitar toda a tradição do famoso universo trekker.

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'Pets' é uma história simples e divertida sobre a vida secreta dos animais de estimação
Quando Toy Story chegou aos cinemas, em 1995, fomos apresentados a uma fórmula que sempre permeou o imaginário das crianças: e se meus brinquedos falassem enquanto eu não estou com eles? Com o sucesso da obra, que ainda rendeu duas continuações, a narrativa criada a partir de objetos ou animais do nosso cotidiano se tornou mais recorrente nas animações posteriores, rendendo contos com insetos, peixes, robôs e até sentimentos. Dessa maneira, Pets – A Vida Secreta dos Bichos (2016, Universal Pictures) se enquadra como mais uma alternativa a este segmento de história, trazendo os animais de estimação como protagonistas e sua relação com os seres humanos.

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DCpção: 'Esquadrão Suicida' oscila entre a extrema mediocridade e o insatisfatório
Esquadrão Suicida (Suicide Squad, 2016), em cartaz na rede Cinépolis de todo o país desde a última quinta-feira (4), oscila entre momentos ruins e de extrema mediocridade. No filme baseado no quadrinho homônimo da editora DC Comics, uma agência governamental recruta um grupo de supervilões aprisionados para cumprir uma missão perigosa em troca de redução de suas penas. O primeiro grande problema do filme dirigido e roteirizado por David Ayer é a história.

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Sexta, 22 de Julho de 2016 - 12:00

Violento e Engraçado, ‘Dois Caras Legais’ não merece passar despercebido

por Marcos Maia

Violento e Engraçado, ‘Dois Caras Legais’ não merece passar despercebido
Dois Caras Legais (The Nice Guys, 2016), em cartaz nos cinemas da rede Cinépolis desde a última quinta-feira (21), tem tudo para ser um dos ótimos filmes de 2016 que passarão despercebidos pelo grande público. A trama ambientado na Los Angeles de 1977 acompanha os personagens vividos por Russel Crowe e Ryan Gosling investigando o desaparecimento da filha da Chefe do Departamento de Justiça (Kim Basinger). Dirigido e roteirizado por Shane Black, o filme entrega cenas de ação eficientes e violentas permeadas por um senso de humor hostil (até macabro em determinados momentos) que flerta quase que integralmente com o limite do que pode ser considerado de mau gosto. Para quem não sabe, ou não se lembra, Black deu um novo fôlego ao subgênero do cinema de ação protagonizado por duplas de policiais ou detetives no final da década de 1980.

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Sequência de ‘Nemo’ lançada treze anos depois, ‘Procurando Dory’ é facilmente esquecível
Levou 13 anos para a aventura no fundo do mar ganhar uma continuação, mas, finalmente, “Procurando Dory” chegou aos cinemas. Com a mesma sinopse do peixinho perdido que quer voltar para casa, a nova animação da Pixar faz o público que lota as salas de cinema na estreia emitir vários “own” e risos, mas é só. Sem grandes dramas ou reflexões, a continuação de Nemo deve ser facilmente esquecida pelos saudosos do filme de 2003.

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