Colunistas

Elane Varjão

22/04/2014 - 08:35

Giro: Fotógrafa exibe mostra sobre fé católica em Salvador

A exposição registra momentos de devoção de fiéis da Paróquia Nossa Senhora do Resgate.

21/04/2014 - 15:00

Giro: Joaquim Barbosa no Red River

O ministro do Supremo Tribunal Federal em recente visita a Salvador

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Marcos Preto

14/04/2014 - 11:02

RelP: Política invade a moda através coleção do baiano Jeferson Ribeiro

Libelo, termo jurídico utilizado para requerer a condenação de um réu, é o nome da coleção que será desfilada no Dragão Fashion

07/04/2014 - 14:51

RelP: Elogiada coleção de verão de Vitorino Campos lota sala de desfile do SPFW

Batizada de "O Buraco Negro", a coleção é fruto de pesquisas embasadas em física quântica e filmes de ficção cientifica

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Savana Caldas

16/04/2014 - 12:08

Gourmet: Delícias de Páscoa – Fuja do Ovo Tradicional

E eis que chega uma das épocas mais gostosas do ano... Frutos do mar e chocolate à vontade, sem culpa e sem se preocupar com a balança, afinal, é Páscoa! Confira indicações deliciosas para o período.

11/04/2014 - 09:43

Gourmet: Mais boteco, por favor!

Nesta sexta-feira (11), foi dada a largada para o maior concurso de culinária de raiz do país. O Comida di Buteco, comemora 15 anos em uma disputa de lamber os beiços que vai eleger o melhor boteco de Salvador.

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Resenha BN

Baseada em memória afetiva, dupla apresenta trilhas sonoras de videogame no Gamboa Nova

Na última semana, o Teatro Gamboa Nova foi palco para as primeiras apresentações do “Videogame in Duo”. Idealizado pelos amigos e estudantes da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, Marcos Gomes e Tomaz Mota, o projeto ganhou corpo ainda nos muros da faculdade, em 2010, quando os dois tiveram de montar uma apresentação e se auto-exigiram fugir do perfil tradicional da música de câmara. “Como nós dois gostávamos de videogame, a gente optou por fazer uma apresentação baseada nesse repertório”, sintetizou Marcos Gomes em entrevista ao Bahia Notícias. A paixão pelos games, no entanto, não é algo extraordinário, garante. “Somos jogadores comuns, sempre que temos um tempo jogamos, mas nada demais”, afirma.

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Entrevistas

'Caras' de suas bandas, Andrea Martins e Giovani Cidreira buscam experimentações em carreiras solo

Os dois surgiram como vocalistas de duas bandas baianas e dão a cara a seus grupos, mas agora começam a se lançar na carreira solo. Andrea Martins estourou em todo o Brasil como a voz do grupo Canto dos Malditos na Terra do Nunca. Antes mesmo de fazer muitos shows, a banda fechou um contrato com a gravadora Warner, lançou disco e foi parar na MTV. “De fato, a banda não estava preparada para tanta exposição; não houve um trabalho de preparação para isso. Eu tinha 19, 20 anos, estava entendendo todo aquele processo, era meio bicho do mato. Fazer TV, fazer todas essas coisas ainda sem se entender como artista era uma questão meio assustadora”, confessou. Já Giovani surgiu anos depois, à frente da banda Velotroz, que ganhou destaque local ao participar e vencer o Desafio das Bandas. “Meu processo é totalmente diferente desse. Minha galera descobriu o MySpace, foi para Brotas gravar uma 'demozinha', depois foi gravar um EP. Não sei o que é gravadora”, resumiu Giovani. Apesar das diferenças existentes em suas trajetórias, os dois sentiram bem cedo a necessidade de fazer algo sozinhos e, entre proximidades e diferenças, usam as experimentações em seus voos solo para buscar novos rumos para a sua arte.

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Sexta, 16 de Agosto de 2013 - 10:20

'É uma história de amor', diz Glória Pires sobre 'Flores Raras', que estreia nesta sexta

por Marília Moreira

'É uma história de amor', diz Glória Pires sobre 'Flores Raras', que estreia nesta sexta
Dezoito anos se passaram desde a compra dos direitos do livro “Flores Raras e Banalíssimas”, de Carmen L. Oliveira, até a chegada do filme “Flores Raras” às salas de cinema de todo o Brasil nesta sexta-feira (15). O filme, dirigido por Bruno Barreto e protagonizado por Glória Pires e pela australiana Miranda Otto, se passa no Rio de Janeiro dos anos 50 e 60 e conta a história de amor entre a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares (interpretada pela primeira) – criadora do Aterro do Flamengo, um dos cartões postais da Cidade Maravilhosa – e a poetisa norte-americana Elizabeth Bishop (interpretada pela segunda). 
 
Glória Pires está no projeto desde o início, antes mesmo do diretor Bruno Barreto – que foi convidado anos depois por sua mãe, também produtora do filme. Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (12), em Salvador, Glória Pires e Bruno Barreto comemoram o fato de o filme estrear em um momento propício ao debate sobre os direitos civis dos homossexuais. “Esse momento é maravilhoso, porque o filme contribui positivamente para esse debate. Não é um filme sobre a homossexualidade, mas tem esse fato como a situação das personagens que protagonizam a história. E, por isso, contribui de uma maneira muito positiva, mostrando essa relação amorosa e o desejo, às vezes tão prosaicos, dessas duas mulheres”, afirmou Glória Pires.
 
Nascida nos Estados Unidos, Elizabeth Bishop sempre esteve à deriva. Nos anos 50, decidiu viajar ao Brasil para uma “cura geográfica”; acreditava que novos ares fariam bem a ela e à sua poesia. No Rio de Janeiro, ficou hospedada na casa de Lota de Macedo Soares, então companheira de Mary Morse, antiga colega sua de faculdade. Logo de início, o encontro entre Bishop e Lota pareceu um desastre. Devido a uma crise alérgica que a impediu de retornar aos Estados Unidos no tempo previsto, Bishop teve de ficar mais um tempo na casa de Lota e Mary. Foi nesse ínterim que surgiu a paixão arrebatadora entre as duas. Com o romance, que durou cerca de 14 anos, as duas potencializaram suas criações: Bishop recebeu o Prêmio Pulitzer pelo livro “North and South” e Lota criou o Aterro do Flamengo. 
 

 
Para Bruno Barreto, o filme é essencialmente isso: uma história de amor. “É uma história de amor, que mostra como uma das personagens, no caso a Lota, que é a forte, a vencedora, a que sabe o que quer, fica cada vez mais fraca porque não sabe lidar com a perda, e como a fraca, perdedora, alcoólatra, indecisa, que vive viajando pelo mundo e não tem residência fixa, que é a Bishop, vai ficando cada vez mais forte, porque mal ou bem ela lida com as perdas e não as joga para debaixo do tapete”, sintetizou o diretor.
 
Apesar de ser uma produção nacional, o filme é quase que integralmente falado em inglês. Há uma semana "Flores Raras" abriu o 41º Festival de Gramado, com direito a homenagem a Glória Pires, que ganhou o Troféu Oscarito. Internacionalmente, o filme foi agraciado com o prêmio de público no Festival de São Francisco, maior festival gay do mundo. “Embora nosso filme não levante nenhuma bandeira, ele está contribuindo de uma forma muito positiva, muito clara, sobre a questão”, afirmou Glória Pires, que também acredita no preparo do público para lidar com tema quando tratado com seriedade.
 
Com uma trilha sonora impecável, o filme, segundo o diretor, pode ser definido com uma música que não faz parte da produção: “Fugaz”, de Marina Lima. “Acho que quando a Lota abre os braços, a Bishop diz a ela: "e a gente faz um país". E quando elas se abraçam elas criam realmente esse país, que é a Samambaia, o mundo delas”, contou o diretor.

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Histórico de Conteudo

Ildázio Tavares Jr.

Ildázio Tavares Jr.: Prêmios, acordos e tentativas

14/04/2014 16:00

Na sua nova coluna, Ildázio Tavares Jr. fala sobre a última edição do troféu "Dôdo e Osmar", que, segundo o colunista "é um espelho do mercado criado pelos empresários (sic) do axé: outrora forte e poderoso, mas hoje, me desculpem, patético!". Ildázio comenta sobre a premiação de "destaque do carnaval" para o grupo Alavontê, formado por experientes cantores como Ricardo Chaves, Manno Góes e Magary Lord: "dar um troféu de destaque do carnaval a uma reunião de amigos das antigas que resolveu tomar cachaça e fazer um som, por mais que seja bacana, demonstra uma falta de noção!". O cantor Saulo, que entrou recentemente em carreira solo, também foi tema no texto de Ildázio. "Saulo bradou lá na cerimônia: 'Não deixem que ninguém diga o que devem cantar!' Me desculpe de novo, mas Saulo fez isso a vida inteira, da Chica Fé ao Eva! Só no final que se revoltou, mandou o Eva pastar e foi fazer a sua verdade acontecer. Todos ali, tirando um ou outro, se submeteram e se submetem a qualquer coisa para fazer sucesso e virar artista!". Leia a íntegra no texto na coluna Cultura.

Ildázio Tavares Jr: Fim de Festas, Reinados e Burrice à vista!

24/03/2014 12:27

Em sua coluna, Ildázio Tavares Jr. fala sobre as movimentações dos artistas baianos partindo para suas carreiras solo e afirma que o Axé "inicia seu irreversível processo de aposentadoria". "O Axé caminha de maneira melancólica para seus derradeiros momentos, fruto da ganância, cegueira de marketing, máfia musical, panelagem furada, e, acima de tudo, burrice de um bando de incompetentes". O colunista também comenta sobre o possível fim da "relação comercial mais bem sucedida do axé business" entre Durval Lelys e Marcelo Brasileiro no Asa de Águia. "Penso que Durval cansou de tudo isso". Leia a coluna completa!

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