Sábado, 25 de Março de 2017 - 05:02

UMA TENDA NA AREIA

por Symona Gropper

UMA TENDA NA AREIA
Com alegria, esta coluna anuncia uma nova escritora baiana, a jornalista Symona Gropper, com um capítulo do livro A menina que foi vento – Memórias de uma imigrante, que será lançado nesta segunda-feira (27), a partir das cinco da tarde, no Restaurante Casa de Tereza, na Rua Odilon Santos 45, no Rio Vermelho. A edição é do selo CulturAL, da Assembleia Legislativa, e a obra, autobiográfica, conta a história de uma menina, arrancada do seu mundo pela insensatez humana. A autora pretende que seja um legado às novas e futuras gerações, de judeus e não judeus. Boa leitura. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 18 de Março de 2017 - 05:12

A MÃO

por Carlos Ribeiro

A MÃO
A coluna volta hoje com a prosa de Carlos Ribeiro, para mim um dos melhores textos entre os autores baianos e para nosso conforto colaborador neste espaço, que é destinado justamente a divulgar os trabalhos de poetas e escritores da terra, e aderentes; especialmente dos mais novos e desconhecidos, mas também dos mais antigos e consagrados. Isso também me conforta porque, faz tempo, não há mais espaço na mídia impressa convencional soteropolitana. Você vai gostar deste conto. Recomendo. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 11 de Março de 2017 - 05:01

BRASILINO, O REVOLUCIONÁRIO

por Carlos Navarro Filho

BRASILINO,  O REVOLUCIONÁRIO
As pessoas da minha geração possivelmente vão lembrar da cartilha “Um dia na vida do Brasilino”, que militantes secundaristas distribuíam no fim dos anos 1960, ridicularizando o uso diário e cativo de produtos de origem norte-americana, desde a pasta de dentes até a coca-cola. Saía Costa e Silva e entrava Médici, na fase mais dura do regime. E não é que a ditadura classificou a cartilhinha de ameaça à segurança nacional? E partiu para prender e arrebentar garotos e garotas que garbosamente "conspiravam", distribuindo a publicação nas escolas do ensino médio? Este conto, dedico ao repórter Antônio Silveira, um desses conspiradores que já não está mais entre nós.Este conto está no livro "Goroba", do autor, encontrado nas livrarias em Salvador, Alagoinhas e Vitória da Conquista. Por último, perdoem-me os poetas, mas encontrei, perdido entre tantos arquivos, um devaneio, olhando pela webcan a minha netinha, vinte mil quilômetros distante. Não tenho a coragem de publicá-lo isoladamente, mas, sem desmerecer a poesia e os poetas, aproveito a ponga nesse conto. Carlos Navarro Filho

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Quinta, 02 de Março de 2017 - 05:01

O visionário (memória e ficção)

por Jadson Oliveira

O visionário (memória e ficção)
Jadson Oliveira, o jornalista e revolucionário caminhador da américa espanhola, faz uma parada nas andanças. E alimenta a coluna com esse texto, recheado com os sonhos de um jovem seabrense do povoado de Olhos d’Água de Antônio Francisco, que ziguezaguiou pelo mundo conhecido de então nas lonjuras de Lençóis e pretendia o absurdo de chegar até Itaberaba. Não conto mais, leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 25 de Fevereiro de 2017 - 05:05

FÁBULA CARNAVALESCA

por Cristiano Teixeira

FÁBULA CARNAVALESCA
Cristiano nos lembra de outros carnavais, colombinas, pierrôs e piratas. E de figuras respeitáveis, tipo Ubirajara, dominado pela mulher em casa e na rua. O único dia do ano em que era liberado para vadiar à vontade era a terça-feira gorda. Tenho, aliás, um personagem parecido, o Dr.Pereira o Barnabé, conto do livro “Goroba”, só que este era formal demais para brincar carnaval. Ao contrário do outro, que gozando de um vale-terça-gorda, enfiou o pé na jaca, no baile do Fantoches da Euterpe. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017 - 05:05

HARÉM

por Eliser Cesar

HARÉM
Acompanhe uma noite na vida de um estudante pobre do interior do estado, vivendo na cidade grande, morador de pensionato em um quarto de metro e meio por dois metros, paredes frágeis e violáveis de compensado. É uma fase de grande penúria juvenil, pois o dinheiro mal paga a pensão e o transporte. Só resta então sonhar com as colegas de escola, que também vivem sonhando com os colegas, ou com as maravilhosas mulheres do cinema e da tv. Ou, quem sabe, um sonho das mil e uma noites. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 11 de Fevereiro de 2017 - 05:09

O dengo dessa mulher

por Otto Freitas

O dengo dessa mulher
A poesia do meu amigo Otto Gordo está cada vez mais sensível ao cantar o amor, na ventura e na desventura, ao cantar a beleza e os desígnios da mulher, as vontades, os caprichos, ao cantá-la por inteiro. Versos de grande beleza, como esta frase logo no comecinho do primeiro poema ... “mulher, que me faz menino, mas não quer brincar”... Gostar de poesia, ou de qualquer outra obra de arte, não dá margem a discussão, não se explica, o gostar é subjetivo. Você gosta, ou não. Não carece explicação. São situações em que o porque é secundário, até porque você encontraria milhares de motivos para justificar a emoção. A poesia de Otto tem esse poder de cativar. Leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 04 de Fevereiro de 2017 - 05:26

ACM, Darwin e o Carnaval

por Albenísio Fonseca

 ACM, Darwin e o Carnaval
O jornalista e escritor Albenísio Fonseca publica na sexta-feira (10) o seu livro "Jornalismo cultural em transe", no final da tarde, no MAB- Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória. A obra, da qual ele selecionou este capítulo para a coluna, propõe-se a resgatar um decurso histórico e fazer com que o leitor reflita sobre o que ocorreu em quase 40 anos da vida cultural baiana, mais especificamente de Salvador. São artigos, reportagens e entrevistas. A publicação é o terceiro título lançado pela Editora Boa Ideia fundada por ele. Boa leitura. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 28 de Janeiro de 2017 - 05:05

"Rômulo Almeida, Um Perceptor de Idéias"

por Antonio Jorge Moura

"Rômulo Almeida, Um Perceptor de Idéias"
O jornalista Antonio Jorge Moura selecionou para a coluna este capítulo do livro que escreveu com a biografia de Rômulo Almeida, que cujo centenário foi completado em 2014. Rômulo foi um economista, por assim dizer, um projetista de sonhos, em instituições e empreendimentos públicos que sobrevivem até os dias atuais voltados para o desenvolvimento econômico com inserção social. Um tanto esquecido, Rômulo deixou importante legado ao país e orgulha a todos nós baianos e não baianos. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 21 de Janeiro de 2017 - 05:07

A FOME, A FÉ E A VONTADE DE COMER

por Lázaro Carvalho

A FOME, A FÉ E A VONTADE DE COMER
E temos de volta Lázaro Carvalho em uma viagem imaginária pelas ruas e becos de Salvador à cata de comida para matar a fome antes que ela o matasse, o que não demoraria muito pois há dois dias o único alimento tinha sido uma hóstia em missa da Igreja do Rosário, que derretera no meio do caminho e não chegara ao estômago. Entrou em portas, que, apesar de abertas e acolhedoras, não mitigaram o mal que o acometia. Até que chegou a um candomblé... Leia e saiba o que aconteceu. Carlos Navarro Filho

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