Sábado, 22 de Abril de 2017 - 05:01

POESIA DE AVÓ

por Lili Machado Navarro

POESIA DE AVÓ
O dia que homenageia os avós no Brasil é datado em julho, mas nunca seria demais repetir, o que para muitos seria um batido lugar-comum, que todo dia é dia deles. Pelo menos em reconhecimento ao amor que emanam, porque avós, em especial elas, não pensam em outra coisa que não os netos. Aliás, é uma queixa recorrente dos avôs, a de que são deixados em segundo plano. Assim é que neto também dá poesia. E esta semana temos os versos delicados e ternos de uma avó não poeta, mas totalmente avó. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 15 de Abril de 2017 - 05:01

ESPELHO DE AURORAS ROTAS

por Florisvaldo Mattos

 ESPELHO DE AURORAS ROTAS
Este poema abre o livro que Florisvaldo Mattos lançou na semana passada. Foi uma grande festa, em um local digno do talento de Flori o Palacete das Artes, na Rua da Graça, a bela mansão, construída em 1912 pelo comendador Bernardo Martins Catharino e tombada pelo IPAC em 1986. O mundo intelectual baiano reuniu-se para registrar a admiração pelo poeta, um dos grandes da Bahia, em sua afirmação indiscutível de criador, como diria Jorge Amado. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 08 de Abril de 2017 - 05:02

A CASA

por Janio Soares Ferreira

A CASA
Janio, o grande beradeiro do São Francisco pauloafonsino, nos brinda com deliciosa crônica falando da terra onde nasceu, andou, voltou, e hoje a projeta aos quatro cantos com o belo trabalho que executa na cultura e turismo do município. Janio é um dos bons textos que enriquecem esta coluna. Leve, solto, criativo, sem besteiras, nem arroubos intelectualistas. Escreve fácil como poucos, escreve bem, bom de ler. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 01 de Abril de 2017 - 05:02

A VIDA É EFÊMERA

por Biaggio Talento

A VIDA É EFÊMERA
O meu amigo Biaggio, jornalista e escritor, hoje em atividade de assessor de político, já falou neste espaço do expediente usado pelos ricos, lá pelos idos do século 19, para comprar a entrada no céu. Pagavam caro, mas tinham todos os pecados perdoados. Falou também das agruras de um repórter para consertar uma informação truncada, com o interessado, enfurecido, cobrando junto à mesa. Agora, por vias esconsas (revisão, olha o dicionário), ele mostra como um paciente pode ir feliz para o exame de toque no proctologista. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 25 de Março de 2017 - 05:02

UMA TENDA NA AREIA

por Symona Gropper

UMA TENDA NA AREIA
Com alegria, esta coluna anuncia uma nova escritora baiana, a jornalista Symona Gropper, com um capítulo do livro A menina que foi vento – Memórias de uma imigrante, que será lançado nesta segunda-feira (27), a partir das cinco da tarde, no Restaurante Casa de Tereza, na Rua Odilon Santos 45, no Rio Vermelho. A edição é do selo CulturAL, da Assembleia Legislativa, e a obra, autobiográfica, conta a história de uma menina, arrancada do seu mundo pela insensatez humana. A autora pretende que seja um legado às novas e futuras gerações, de judeus e não judeus. Boa leitura. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 18 de Março de 2017 - 05:12

A MÃO

por Carlos Ribeiro

A MÃO
A coluna volta hoje com a prosa de Carlos Ribeiro, para mim um dos melhores textos entre os autores baianos e para nosso conforto colaborador neste espaço, que é destinado justamente a divulgar os trabalhos de poetas e escritores da terra, e aderentes; especialmente dos mais novos e desconhecidos, mas também dos mais antigos e consagrados. Isso também me conforta porque, faz tempo, não há mais espaço na mídia impressa convencional soteropolitana. Você vai gostar deste conto. Recomendo. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 11 de Março de 2017 - 05:01

BRASILINO, O REVOLUCIONÁRIO

por Carlos Navarro Filho

BRASILINO,  O REVOLUCIONÁRIO
As pessoas da minha geração possivelmente vão lembrar da cartilha “Um dia na vida do Brasilino”, que militantes secundaristas distribuíam no fim dos anos 1960, ridicularizando o uso diário e cativo de produtos de origem norte-americana, desde a pasta de dentes até a coca-cola. Saía Costa e Silva e entrava Médici, na fase mais dura do regime. E não é que a ditadura classificou a cartilhinha de ameaça à segurança nacional? E partiu para prender e arrebentar garotos e garotas que garbosamente "conspiravam", distribuindo a publicação nas escolas do ensino médio? Este conto, dedico ao repórter Antônio Silveira, um desses conspiradores que já não está mais entre nós.Este conto está no livro "Goroba", do autor, encontrado nas livrarias em Salvador, Alagoinhas e Vitória da Conquista. Por último, perdoem-me os poetas, mas encontrei, perdido entre tantos arquivos, um devaneio, olhando pela webcan a minha netinha, vinte mil quilômetros distante. Não tenho a coragem de publicá-lo isoladamente, mas, sem desmerecer a poesia e os poetas, aproveito a ponga nesse conto. Carlos Navarro Filho

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Quinta, 02 de Março de 2017 - 05:01

O visionário (memória e ficção)

por Jadson Oliveira

O visionário (memória e ficção)
Jadson Oliveira, o jornalista e revolucionário caminhador da américa espanhola, faz uma parada nas andanças. E alimenta a coluna com esse texto, recheado com os sonhos de um jovem seabrense do povoado de Olhos d’Água de Antônio Francisco, que ziguezaguiou pelo mundo conhecido de então nas lonjuras de Lençóis e pretendia o absurdo de chegar até Itaberaba. Não conto mais, leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 25 de Fevereiro de 2017 - 05:05

FÁBULA CARNAVALESCA

por Cristiano Teixeira

FÁBULA CARNAVALESCA
Cristiano nos lembra de outros carnavais, colombinas, pierrôs e piratas. E de figuras respeitáveis, tipo Ubirajara, dominado pela mulher em casa e na rua. O único dia do ano em que era liberado para vadiar à vontade era a terça-feira gorda. Tenho, aliás, um personagem parecido, o Dr.Pereira o Barnabé, conto do livro “Goroba”, só que este era formal demais para brincar carnaval. Ao contrário do outro, que gozando de um vale-terça-gorda, enfiou o pé na jaca, no baile do Fantoches da Euterpe. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017 - 05:05

HARÉM

por Eliser Cesar

HARÉM
Acompanhe uma noite na vida de um estudante pobre do interior do estado, vivendo na cidade grande, morador de pensionato em um quarto de metro e meio por dois metros, paredes frágeis e violáveis de compensado. É uma fase de grande penúria juvenil, pois o dinheiro mal paga a pensão e o transporte. Só resta então sonhar com as colegas de escola, que também vivem sonhando com os colegas, ou com as maravilhosas mulheres do cinema e da tv. Ou, quem sabe, um sonho das mil e uma noites. Carlos Navarro Filho

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