Sábado, 16 de Setembro de 2017 - 04:38

A GOSTOSA DO MÊS

por Elieser Cesar

A GOSTOSA DO MÊS
Divirta-se com este delicioso texto do jornalista, escritor e poeta Elieser Cesar nessa imisção por um mundo ainda tabu em determinadas camadas da sociedade, preconceituosas, mas que morrem de curiosidade sobre o universo de uma casa de tolerância, brega, buate, risca faca, zona, meretrício e tantos outros apelidos. Em Salvador tornaram-se lendários o 63, Maria da Vovó e Cimara, todos no centro antigo e frequentados por homens de negócio, políticos, por quem tinha bala na agulha, como se dizia. Mas o amigo Elieser trata mesmo é de um concurso, uma promoção da casa para atrair fregueses e aumentar o faturamento. Leia, você vai rir. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 09 de Setembro de 2017 - 05:21

O VOO DO ÁGUIA

por Raimundo Vieira

O VOO DO ÁGUIA
Interrompi a programação da coluna para me juntar à homenagem que o jornalista, advogado e diretor do TRE, Raimundo Vieira, faz ao repórter de polícia Domingos Souza. Friso o setor, porque Dominguinhos era de um tempo em que se fazia reportagem na seção policial das redações. Os personagens tinham vida, não eram apenas um registro em “decúbito dorsal”. Não era próximo de Dominguinhos, que, faz pouco, foi atropelado e morto. Trabalhar em sucursal às vezes o afasta das redações locais. Você faz sua própria tribo e se isola com quem está mais perto. Mas o conheci nos últimos tempos em rápidos encontros com Raimundinho no Porto do Moreira. Nós precisamos escrever a história da imprensa e dos jornalistas baianos antes que todo mundo morra e não sobre ninguém para contar. As novas gerações precisam de referências. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 02 de Setembro de 2017 - 05:07

ERA UMA VEZ UM AMOR

por Paulo Leandro

 ERA UMA VEZ UM AMOR
O jornalista, escritor e poeta Paulo Leandro reporta o mundo, a vida, as pessoas, o tempo e a beleza por uma maneira muito especial de ver, singela, sensível. Essas pinceladas, criativas, o permitem ver, através e pela lente de uma folha de amendoeira, um mundo mais humano, colorido, pacífico, feliz, como só uma criança pode ver. Paulo é um grande artesão da palavra e dos sentidos. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 26 de Agosto de 2017 - 05:05

Sonetos ingleses

por Florisvaldo Matos

Sonetos ingleses
O poeta Florisvaldo Mattos nos brinda com seis sonetos ingleses, inéditos e selecionados por ele para a coluna. Mesmo voltado para uma linha de poesia modernista, Flori é hoje na Bahia um dos mais fiéis, se não o mais fiel, cultivador do soneto. Diz-se que o soneto foi criado, por um italiano, no século XIII e assim permaneceu na forma original de dois quartetos e dois tercetos, até que Shakespeare criou uma derivação, com três quartetos unificados e encerrando com um dístico de rimas emparelhadas. Assim surgiu o soneto inglês ou shakespeariano. E o grande Flori criou essas belezas de poemas. Imperdível. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 19 de Agosto de 2017 - 05:01

A negociação na vida do super-herói

por Carlos Navarro Filho

A negociação na vida do super-herói
As crianças modernas são diferentes das que convivi na minha infância. Primeiro, o volume de informação de uma menininha, ou de um menininho, de quatro anos hoje é infinitamente maior do que antes. No segundo ano de vida, a molecada já manuseia celulares, tablets, envolvida em joguinhos, para descanso dos pais que não precisam correr atrás protetores. Eu, particularmente, sempre preferi criança na rua brincando e descobrindo o mundo. Mas o mundo é diferente agora. Um beijo em Luísa, Pedro e em Sofia, que está chegando. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 12 de Agosto de 2017 - 05:08

Babilônia, Amigo Morto, Língua Humana

por Ruy Espinheira Filho

Babilônia, Amigo Morto, Língua Humana
Falar de Ruy, da riqueza da sua prosa, da beleza não menos rica e por vezes dura e doída dos seus versos, não é mais preciso, é desnecessário. É um de nossos poetas maiores, e com toda justeza será homenageado este ano na Flica. Ele nos serena o coração e a alma com essas três poesias que selecionou no livro Babilônia & outros poemas, lançado com o festejo de intelectuais, escritores, poetas e amigos do autor em São Paulo pela Editora Patuá. Teremos festa semelhante em Salvador? Os muito leitores assim esperam. Nossa homenagem. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 05 de Agosto de 2017 - 05:01

Aldenora, Dionísio e a turma da cocada

por Janio Soares Ferreira

Aldenora, Dionísio e a turma da cocada
Conheça, nesse impagável texto de Janio Ferreira, o nosso laborioso secretário da Cultura de Paulo Afonso, os personagens do título e mais o cachorro Leco, a vaca Nina e o gato fujão Juninho, além, é claro, de Tilda Parteira, que traz à luz as “criaturinhas que vivem na escuridão” rezando a Deus para que sejam médicos, engenheiros e professores, ou outra profissão importante na comunidade, e nunca, nunca mesmo, virem maconheiros comedores de cocada, como os que existem na Rua do Fogo, na beirada do São Francisco. Você, caro leitor, vai rir e vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 29 de Julho de 2017 - 05:04

Arquitetura interna e outros poemas

por Marta Gaino

Arquitetura interna e outros poemas
A poetisa Marta Gaino consegue a façanha de viver profissionalmente entre cálculos e projetos de modernização de gestão fiscal e encontrar tempo e talento para escrever, cantar, pintar e fotografar. Encontra a vida e a alma nos misteres que não lhe exigem planilhas, prazos e metas. “A inspiração chega quando consigo ouvir aquilo que meu coração está tentando me dizer, mas eu estava ocupada demais para atende-lo", diz ela. Marta volta nesses versos, que selecionou para a coluna, com o tema que a caracteriza desde a adolescência, o universo feminino. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 22 de Julho de 2017 - 05:02

Itaparica, carta ao velho amigo

por Otto Freitas

Itaparica, carta ao velho amigo
O nosso Otto Gordo presta homenagem mais que merecida ao grande João Ubaldo Ribeiro, no mês em que se completam três anos da morte do escritor, mais precisamente no dia 18. O Gordo fala da Ilha de Itaparica, o xodó de Ubaldo e local onde escreveu Viva o Povo Brasileiro, para mim a obra prima. Aproveita também para falar da ilha de antes e de agora lembrando o avô, o velho Miranda. Diz o Gordo: “Segue também outro poema sobre Itaparica, onde meu avô materno nasceu. Vivíamos lá, nas férias de meio de ano e de fim de ano, desde a infância. Adulto, cheguei a ter casa na ilha, e sempre encontrava Ubaldo (fiquei amigo dele no tempo da Tribuna; ele redator-chefe, e eu o seu editor executivo) para longos papos e muito Old Eight no largo da Quitanda”. Assim é o Gordo, assim era João Ubaldo. Carlos Navarro Filh

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Sábado, 15 de Julho de 2017 - 05:05

Antígona e Tessa

por Emiliano José

Antígona e Tessa
Com esse texto de Emiliano homenageio duas amigas, a querida colega de escola e de trabalho Mariluce Moura e a filha dela, Tessa. E também a Gildo, que conheci brevemente no tempo do Jornal da Bahia, no qual, ainda estudantes, eu e Mariluce, nos iniciamos na profissão. Era um tempo duro, de triste lembrança, que não pode ser esquecido. Sobrevivente da fase mais cruel da ditadura, Mariluce relatou esses fatos, não faz muito, em audiência pública da Comissão Estadual da Verdade. O texto abre o sexto capítulo do livro recém-lançado por Emiliano, o quinto volume de "Galeria F – Lembranças do mar cinzento", tendo por título "A última clandestina em Paris e outras histórias". Carlos Navarro Filho

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