Sábado, 25 de Fevereiro de 2017 - 05:05

FÁBULA CARNAVALESCA

por Cristiano Teixeira

FÁBULA CARNAVALESCA
Cristiano nos lembra de outros carnavais, colombinas, pierrôs e piratas. E de figuras respeitáveis, tipo Ubirajara, dominado pela mulher em casa e na rua. O único dia do ano em que era liberado para vadiar à vontade era a terça-feira gorda. Tenho, aliás, um personagem parecido, o Dr.Pereira o Barnabé, conto do livro “Goroba”, só que este era formal demais para brincar carnaval. Ao contrário do outro, que gozando de um vale-terça-gorda, enfiou o pé na jaca, no baile do Fantoches da Euterpe. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017 - 05:05

HARÉM

por Eliser Cesar

HARÉM
Acompanhe uma noite na vida de um estudante pobre do interior do estado, vivendo na cidade grande, morador de pensionato em um quarto de metro e meio por dois metros, paredes frágeis e violáveis de compensado. É uma fase de grande penúria juvenil, pois o dinheiro mal paga a pensão e o transporte. Só resta então sonhar com as colegas de escola, que também vivem sonhando com os colegas, ou com as maravilhosas mulheres do cinema e da tv. Ou, quem sabe, um sonho das mil e uma noites. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 11 de Fevereiro de 2017 - 05:09

O dengo dessa mulher

por Otto Freitas

O dengo dessa mulher
A poesia do meu amigo Otto Gordo está cada vez mais sensível ao cantar o amor, na ventura e na desventura, ao cantar a beleza e os desígnios da mulher, as vontades, os caprichos, ao cantá-la por inteiro. Versos de grande beleza, como esta frase logo no comecinho do primeiro poema ... “mulher, que me faz menino, mas não quer brincar”... Gostar de poesia, ou de qualquer outra obra de arte, não dá margem a discussão, não se explica, o gostar é subjetivo. Você gosta, ou não. Não carece explicação. São situações em que o porque é secundário, até porque você encontraria milhares de motivos para justificar a emoção. A poesia de Otto tem esse poder de cativar. Leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 04 de Fevereiro de 2017 - 05:26

ACM, Darwin e o Carnaval

por Albenísio Fonseca

 ACM, Darwin e o Carnaval
O jornalista e escritor Albenísio Fonseca publica na sexta-feira (10) o seu livro "Jornalismo cultural em transe", no final da tarde, no MAB- Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória. A obra, da qual ele selecionou este capítulo para a coluna, propõe-se a resgatar um decurso histórico e fazer com que o leitor reflita sobre o que ocorreu em quase 40 anos da vida cultural baiana, mais especificamente de Salvador. São artigos, reportagens e entrevistas. A publicação é o terceiro título lançado pela Editora Boa Ideia fundada por ele. Boa leitura. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 28 de Janeiro de 2017 - 05:05

"Rômulo Almeida, Um Perceptor de Idéias"

por Antonio Jorge Moura

"Rômulo Almeida, Um Perceptor de Idéias"
O jornalista Antonio Jorge Moura selecionou para a coluna este capítulo do livro que escreveu com a biografia de Rômulo Almeida, que cujo centenário foi completado em 2014. Rômulo foi um economista, por assim dizer, um projetista de sonhos, em instituições e empreendimentos públicos que sobrevivem até os dias atuais voltados para o desenvolvimento econômico com inserção social. Um tanto esquecido, Rômulo deixou importante legado ao país e orgulha a todos nós baianos e não baianos. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 21 de Janeiro de 2017 - 05:07

A FOME, A FÉ E A VONTADE DE COMER

por Lázaro Carvalho

A FOME, A FÉ E A VONTADE DE COMER
E temos de volta Lázaro Carvalho em uma viagem imaginária pelas ruas e becos de Salvador à cata de comida para matar a fome antes que ela o matasse, o que não demoraria muito pois há dois dias o único alimento tinha sido uma hóstia em missa da Igreja do Rosário, que derretera no meio do caminho e não chegara ao estômago. Entrou em portas, que, apesar de abertas e acolhedoras, não mitigaram o mal que o acometia. Até que chegou a um candomblé... Leia e saiba o que aconteceu. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 14 de Janeiro de 2017 - 05:04

A última aventura de Richard Burton

por Carlos Ribeiro

A última aventura de Richard Burton
Carlos Ribeiro volta com um belo trabalho ficcionista adentrando pelo desígnio de um imaginário aventureiro a singrar mares e rios, a desbravar desertos, savanas, serras e montanhas nos velho e novo mundos. A longa aventura, viagem sem volta e sem destino termina sem futuro, em um ponto qualquer, ou em ponto nenhum, deixando abertos sonhos, frustrações, desejos e vontades, à beira do abismo. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 07 de Janeiro de 2017 - 05:18

A edição matutina

por Florisvaldo Mattos

A edição matutina
Fica combinado que nada melhor do que começar este novo ano com os versos ricos de um dos nossos poetas maiores, Florisvaldo Mattos. Fiquei impressionado com a força deste poema, de 1981, e o por isso o escolhi no livro A Caligrafia do Soluço & Poesia Anterior, que Flori lançou em 1996, pela Casa de Palavras, no qual mostra porque é um dos maiores poetas de sua geração na Bahia. Bom ano novo, se é que é possível. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 31 de Dezembro de 2016 - 05:01

O espiritismo segundo o Google Street View

por Nilson Galvão

O espiritismo segundo o Google Street View
O jornalista e poeta Nilson Galvão mostra toda inspiração e sensibilidade nesses versos escolhidos por ele para a coluna, criando poesia não apenas no mar camaleão, nas cores amarelo e vermelho do gemido da tarde e na fúria da rotina. Cria poesia também na internet, paixão de todo jovem igualmente a ele, na qual cria personagens, ambientes, comportamentos, estórias... gelei na hora/em que o giro do mouse me colocaria/frente a frente com pedro de novo/a me inquirir/ a mim que sempre chegava/filho que era. Leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 24 de Dezembro de 2016 - 05:03

Saigon

por Carlos Navarro Filho

Saigon
As curvas na vida de um repórter... Passados mais de 50 anos do tempo em que um garoto, estudante secundarista que gostava de política e de dançar agarradinho bolero e rumba, metido a jornalista, apresentava um programa de rádio, noticiário, em uma cidade do interior. Era uma época em que a informação chegava lenta, de navio, ou pelas ondas do rádio, que alcançavam a poucos. E o menino, muito compenetrado, noticiava diariamente no seu programa a guerra do Vietnam, quase sempre pela ótica americana, pois notícias comunistas não furavam o bloqueio da propaganda continental. E se, eventualmente, furavam eram dadas com mais ênfase no noticiário, mas era raro. Pois é, neste momento escrevo de Saigon, rebatizada de Ho Chi Minh quando os vietcongues correram com os americanos. As voltas do mundo... hoje, parte de minha família vive aqui. Estou Saigon, entre comovido e saudoso do meu Noticiário N-26. Esse texto é uma evocação daquele tempo. Carlos Navarro Filho

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