Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Rapaz, João Leão é um falastrão de marca maior. Andou dizendo que não é ministro de Dilma porque a mulher não deixou. O coroa do “buraco zero” gosta de ser folclórico, gosta de arrancar risadas, mas trabalho que é bom, nada. Falando em folclore, circula nos bastidores da política que a ida de Paulo Souto para a secretária da Fazenda é para que ele se fortaleça para ser candidato a vice no pleito de 2016. Antonio Imbassahy, que anda fechadinho com os irmãos Vieira Lima, está de olho e não está gostando nada desta história. Aí é briga de cachorro grande e eu quero cair fora. Não deixe de ler as Curtas do poder!

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"Estou à vontade, pois Marcelo Nilo é meu amigo de sangue, mas ele tem uma opinião e eu tenho outra”

Governador da Bahia, ao falar sobre o fim da reeleição para a presidência da Assembleia Legislativa.

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Pedro Galvão

Sem convite do governador eleito Rui Costa para continuar no cargo, o secretário de Turismo, Pedro Galvão, faz um balanço da sua curta administração na pasta, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele assumiu o cargo na cota de indicação do PR em janeiro deste ano e organizou eventos como o Carnaval e a Copa do Mundo. Galvão afirma que tem "o melhor relacionamento" com o chefe da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani, na produção de eventos na capital. O secretário também elogia a futura extinção da Bahiatursa. "O novo governador [Rui Costa], com muita propriedade, entendeu que a Bahiatursa tinha uma série de problemas e que precisava ser requalificada. Acho que vai funcionar perfeitamente bem", avalia. Galvão também adianta que o projeto da Estrada Real da Chapada – roteiro que refaz o caminho aberto pela Coroa Poruguesa para unir a Bahia e Minas Gerais – deve entrar em fase de execução no próximo ano. "Ela está a todo vapor e acredito que em 2015 já esteja levada ao público através de uma propaganda, mostrando no Brasil e exterior que nós temos uma Estrada Real", informou.

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Quarta, 19 de Setembro de 2012 - 13:10

Você sabe o que é iluminação verde?

por Marcos de Oliveira Santos

Nos últimos anos, as atenções das pessoas têm se voltado não apenas para o progresso desenfreado, mas para a preocupação com o meio ambiente. Isso fez com que as empresas começassem a repensar seu modo de iluminar, já que isso se trata de um item importante na matriz energética das mesmas. Com base nisso, alguns conceitos e medidas foram adaptados para uso inteligente da luz, que regem ações relacionadas à sustentabilidade, conceito chamado de iluminação verde. 
 
A iluminação sustentável pode ser alcançada por meio de lâmpadas que possuem uma vida mais longa, menor consumo de energia, sem que isso influencie no seu fluxo luminoso e na qualidade da luz apresentada. Um exemplo são as lâmpadas de LED, conhecidas como Diodo Emissor de Luz.  Indicadas como substitutas ideais para as atuais tecnologias incandescentes, elas duram até mais de 50.000 horas, são mais resistentes e econômicas no que diz respeito à vida útil e ao retorno do valor investido. 
 
Além destes benefícios, o resultado do seu uso é a diminuição no descarte de lâmpadas e baixa agressão ao meio ambiente. Por exemplo, fazendo uma comparação simples, na hora de descartar, teremos 50 lâmpadas comuns, como uma incandescente que dura até 1.000 horas, para apenas uma de LED. Além disso, a iluminação verde oferece a vantagem da redução dos gastos com manutenção, proporcionado pela longa duração dessa tecnologia ecologicamente eficiente. 
 
Iluminação pública com tecnologia verde
 
Locais públicos que possuem fluxo intenso de veículos, tráfego e lazer noturno, ou mesmo cartões postais das cidades, também viraram centros de atenção quanto à preocupação com o meio ambiente. Para estes locais, o LED também já está sendo utilizado como parte de uma iluminação verde, substituindo as antigas lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e de descarga. A vantagem para este tipo de iluminação é que o LED oferece tonalidade de luz mais branca, o que traz uma melhor percepção da qualidade da luz e do quesito segurança com eficiência elevada e melhor reprodução das cores dos objetos. Ainda temos poucos exemplos de uso deste tipo de tecnologia, já que seu custo inicial é mais alto, mas, principalmente nas grandes capitais, já podemos encontrar locais que aderiram a este tipo de luz e devemos cada vez mais nos deparar com este tipo de tecnologia luminosa, que preza pela eficiência e também pelo meio-ambiente.
 
Marcos de Oliveira Santos é engenheiro eletricista, graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e atua na OSRAM há 22 anos. Ao longo de sua carreira na empresa já trabalhou nas áreas de Vendas, Exportação, Processos e Marketing no Brasil, Alemanha, Equador e Colômbia. Hoje, é gerente de Marketing da OSRAM do Brasil para a linha de LEDs Profissional.
 
Sobre a OSRAM
 
A OSRAM S.A. (Munique, Alemanha) é uma das duas líderes em produtos para iluminação no mundo. No ano fiscal de 2011 (encerrado em 30 de setembro de 2011) a companhia obteve uma receita de aproximadamente 5 bilhões de Euros. A OSRAM é uma empresa de alta tecnologia no setor de iluminação e mais de 70% de seu faturamento é proveniente de produtos energeticamente eficientes. A companhia, que tem uma forte atuação no cenário internacional, possui cerca de 41.000 colaboradores ao redor do mundo, atendendo a clientes em 150 países por meio de suas 44 unidades de produção localizadas em 16 países (até a data mencionada anteriormente). Mais informações sobre a OSRAM podem ser encontradas na internet, pelo site www.osram.com.br.
 
* Marcos de Oliveira Santos é engenheiro eletricista, graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e atua na OSRAM há 22 anos.

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A Bahia, nesses últimos oito anos, viveu muitas transformações. Com a chegada do Partido dos Trabalhadores ao governo em 2006, deu-se início a uma revolução democrática. Revolução nas prioridades da gestão, no novo modelo de desenvolvimento e na forma de fazer política. Maior líder do projeto, Wagner deixa um legado de realizações profundas para a Bahia neste início de século.

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Samuel Celestino, anos atrás
Publicado no jornal A Tarde em 28 de janeiro de 81: Governadores eleitos, e daí?

Em todas as unidades da Federação os políticos de maior expressão já se antecipam e posicionam-se como candidatos aos governos. A emenda constitucional que devolveu ao povo o sagrado direito de escolher, pelo voto, seus governantes, antecipou, em muito, o processo sucessório. Mas eleições diretas, por si só, não bastam, porque são insuficientes para vestir o país com roupas democráticas. É preciso restabelecer, antes do pleito de 82, a autonomia dos estados e dos municípios, perdida na voragem centralizadora do movimento revolucionário. O princípio federativo foi literalmente destroçado, com a demasiada concentração de força do governo da União.

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