Com Samuel Celestino

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Curtas do Poder

Curtas do poder

Lúcio, meu gordo, já vi que vossa excelência é adepto ao bordão: “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”. Tá explicado o motivo de o senhor fazer parte da comissão que investiga essa promiscuidade financeira entre empreiteiros e políticos. Digo é nada, viu, gordinho. Falando nisso, não entendo porque Gabrielli não cai fora do governo Wagner. Se ficar, pode comprometer o finalzinho da gestão do Galego, que tem pretensões maiores para os próximos anos. Não deixem de ler as Curtas do poder!

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Albino Rubim

Secretário Estadual de Cultura nos últimos quatro anos, Albino Rubim ainda não sabe se integrará o secretariado do novo governador e diz que cabe ao eleito, Rui Costa, definir quem fica no cargo. Em entrevista ao Bahia Notícias, o professor da Universidade Federal da Bahia especializado em políticas culturais faz um balanço sobre sua gestão, defende a nova postura de territorialização da pasta e diz que a Bahia deve ser transformada em polo de formação e capacitação de pessoas na área cultural. “A Bahia é reconhecida dentro e fora do país como um lugar de cultura, de produção e criação cultural. Essa imagem corresponde à nossa riqueza nessa área”, afirma. Albino também criticou sobre a criação de imagem, segundo o secretário, "de parte da população", de que o Pelourinho é pouco frequentado e que estaria deteriorado. "Eu não sei explicar o porquê dessa imagem, mas posso te afiançar que não corresponde à realidade. Nós temos a presença de pessoas lá, tanto durante o dia quanto de noite. E não só em ações do Estado, como também de instituições privadas e localizadas no Pelourinho. Se você pegar a programação do bairro durante o ano, é impressionante. Mesmo a imagem de que o Pelourinho está deteriorado não é verdadeira. Quem vai até lá sabe disso", avalia. O chefe da pasta comenta, ainda, sua relação com o secretário do Desenvolvimento, Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani e as últimas gestões do Ministério da Cultura (MinC), que teria ido de um dos períodos “mais brilhantes de política cultural que tivemos na história do Brasil”, com Gilberto Gil, para a perda de capital político da gestão de Marta Suplicy. “O MinC deixou de falar com a sociedade, deixou de ter presença internacional, deixou de falar para dentro do governo”, resume.

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Quarta, 19 de Setembro de 2012 - 13:10

Você sabe o que é iluminação verde?

por Marcos de Oliveira Santos

Nos últimos anos, as atenções das pessoas têm se voltado não apenas para o progresso desenfreado, mas para a preocupação com o meio ambiente. Isso fez com que as empresas começassem a repensar seu modo de iluminar, já que isso se trata de um item importante na matriz energética das mesmas. Com base nisso, alguns conceitos e medidas foram adaptados para uso inteligente da luz, que regem ações relacionadas à sustentabilidade, conceito chamado de iluminação verde. 
 
A iluminação sustentável pode ser alcançada por meio de lâmpadas que possuem uma vida mais longa, menor consumo de energia, sem que isso influencie no seu fluxo luminoso e na qualidade da luz apresentada. Um exemplo são as lâmpadas de LED, conhecidas como Diodo Emissor de Luz.  Indicadas como substitutas ideais para as atuais tecnologias incandescentes, elas duram até mais de 50.000 horas, são mais resistentes e econômicas no que diz respeito à vida útil e ao retorno do valor investido. 
 
Além destes benefícios, o resultado do seu uso é a diminuição no descarte de lâmpadas e baixa agressão ao meio ambiente. Por exemplo, fazendo uma comparação simples, na hora de descartar, teremos 50 lâmpadas comuns, como uma incandescente que dura até 1.000 horas, para apenas uma de LED. Além disso, a iluminação verde oferece a vantagem da redução dos gastos com manutenção, proporcionado pela longa duração dessa tecnologia ecologicamente eficiente. 
 
Iluminação pública com tecnologia verde
 
Locais públicos que possuem fluxo intenso de veículos, tráfego e lazer noturno, ou mesmo cartões postais das cidades, também viraram centros de atenção quanto à preocupação com o meio ambiente. Para estes locais, o LED também já está sendo utilizado como parte de uma iluminação verde, substituindo as antigas lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio e de descarga. A vantagem para este tipo de iluminação é que o LED oferece tonalidade de luz mais branca, o que traz uma melhor percepção da qualidade da luz e do quesito segurança com eficiência elevada e melhor reprodução das cores dos objetos. Ainda temos poucos exemplos de uso deste tipo de tecnologia, já que seu custo inicial é mais alto, mas, principalmente nas grandes capitais, já podemos encontrar locais que aderiram a este tipo de luz e devemos cada vez mais nos deparar com este tipo de tecnologia luminosa, que preza pela eficiência e também pelo meio-ambiente.
 
Marcos de Oliveira Santos é engenheiro eletricista, graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e atua na OSRAM há 22 anos. Ao longo de sua carreira na empresa já trabalhou nas áreas de Vendas, Exportação, Processos e Marketing no Brasil, Alemanha, Equador e Colômbia. Hoje, é gerente de Marketing da OSRAM do Brasil para a linha de LEDs Profissional.
 
Sobre a OSRAM
 
A OSRAM S.A. (Munique, Alemanha) é uma das duas líderes em produtos para iluminação no mundo. No ano fiscal de 2011 (encerrado em 30 de setembro de 2011) a companhia obteve uma receita de aproximadamente 5 bilhões de Euros. A OSRAM é uma empresa de alta tecnologia no setor de iluminação e mais de 70% de seu faturamento é proveniente de produtos energeticamente eficientes. A companhia, que tem uma forte atuação no cenário internacional, possui cerca de 41.000 colaboradores ao redor do mundo, atendendo a clientes em 150 países por meio de suas 44 unidades de produção localizadas em 16 países (até a data mencionada anteriormente). Mais informações sobre a OSRAM podem ser encontradas na internet, pelo site www.osram.com.br.
 
* Marcos de Oliveira Santos é engenheiro eletricista, graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e atua na OSRAM há 22 anos.

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