Terça, 16 de Janeiro de 2018 - 11:00

Saiba como prevenir desidratação infantil no verão

Saiba como prevenir desidratação infantil no verão
Foto: Pixabay

O verão chegou e com ele uma ótima oportunidade para que os pais possam levar os filhos em férias à praia, ao campo ou aos parques da cidade. Porém, é preciso ter cuidado com o sol. Afinal, calor em demasia aumenta o risco de desidratação entre os pequenos. “Crianças e adolescentes são os que mais sofrem com esse tipo de problema, já que, além de ter o organismo mais frágil, comportam um volume menor de líquido no corpo e são sempre muito ativos, o que acelera a perda de água no organismo”, explica Diego Leite de Barros, fisiologista do Hospital do Coração (HCor).

 

Segundo Barros, os pais devem ficar atentos ao problema, que, quando não tratado, pode causar perda de peso, lesão térmica, tontura, fraqueza, desmaios, entre outras consequências mais sérias. “Embora possa ocasionar riscos graves, não é difícil tratar ou prevenir casos de desidratação. Por isso, é imprescindível que os pais saibam reconhecer os sintomas e adotar as medidas necessárias para evitar o problema”, recomenda o fisiologista. 

 

Sintomas

O fisiologista aponta que, como grande parte das crianças não costuma ter o hábito de pedir água regularmente e os bebês nem sempre choram imediatamente quando sentem sede, os adultos precisam ficar atentos a sintomas como boca seca, falta de elasticidade na pele, olhos fundos, prostração, malemolência, urina em menor quantidade ou muito concentrada, sendo expelida em intervalos mais longos do que o comum. “No caso dos bebês, sinais como aprofundamento da moleira, dores de cabeça e choro sem lágrima também podem aparecer em função da desidratação”, acrescenta Barros.

 

Prevenção          

Basicamente, a desidratação é prevenida por meio da ingestão regular de líquido. Por isso, nos dias mais quentes, é preciso incentivar que as crianças tomem constantemente água, chás ou sucos naturais. “Já refrigerantes, entre outros tipos de bebidas industrializadas, devem ser evitados. Afinal, não hidratam da maneira ideal e sempre contêm muitas calorias”, revela o fisiologista. 

 

É necessário lembrar também que problemas como vômito, diarreia ou febre podem acelerar o processo de desidratação entre os mais jovens. Por isso, é importante evitar o consumo de produtos perecíveis de procedência desconhecida que possam conter bactérias e provocar intoxicação alimentar, como ovos, maionese e carne. “As crianças também não podem ficar no sol por muito tempo", alerta o especialista. "Além de fazê-las perder liquido por meio do suor, o contato prolongado com os raios solares pode causar insolação”, completa. “O ideal é que elas evitem a exposição solar direta, entre 10 e 16 horas, e façam sempre uso de protetor solar, bonés e guarda-sóis, caso estejam na praia ou na piscina, por exemplo”, recomenda Barros. 

 

Tratamento

O tratamento acontece de acordo com o grau do problema. Quando se trata de uma situação leve ou moderada, a criança deve beber água aos poucos, em pequenas quantidades e, conforme for se recuperando, ingerir isotônicos, chupar picolés de fruta ou mesmo cubos de gelo. Se os pequenos sofrerem desidratação por causa da grande exposição ao calor, é importante, além de fazê-los ingerir liquido, remover o excesso de roupa e afrouxar as peças que não podem ser retiradas. Em seguida, é preciso colocá-los em um local refrigerado com ar condicionado ou, se não for possível, na sombra cobertos com uma toalha molhada para baixar a temperatura corporal. “Evite compressas com gelo. O frio excessivo causa a contração dos vasos e tremores, o que diminui a perda de calor necessária nessas situações”, diz Barros.

 

Já em casos graves de desidratação, a primeira medida a ser tomada é encaminhar a criança a um pronto socorro. Lá, os médicos restaurarão o volume sanguíneo e de outros fluidos corporais por meio de um processo de reposição de líquido via oral ou intravenoso, caso a criança sinta náusea. Em seguida, irão verificar a causa do problema por meio de exames de sangue e urina. Simultaneamente, procurarão baixar a temperatura corporal, caso uma superexposição ao calor tenha ocorrido. “Por meio de todas essas medidas, a criança pode se recuperar completamente. Contudo, o melhor é que os pais procurem tomar o máximo de cuidado para que os seus filhos possam aproveitar o verão com saúde e disposição”, conclui o fisiologista do HCor.

Verão torna a candidíase vaginal mais frequente, veja como se prevenir
Foto: Voyagerix / ThinkStock

O verão está agitando as praias e piscinas de todo o país e por isso, as mulheres devem ter cuidado redobrado com a candidíase. Segundo o ginecologista e obstetra Élvio Floresti Junior, os fungos agentes causadores deste mal preferem locais quentes e úmidos. E nesta época, além do calor, também é comum o uso prolongado de roupas de banho como biquínis e maiôs, fazendo com que a frequência do problema seja ainda maior.

 

De acordo com o especialista, outro fator que pode causar a doença é a utilização de roupas muito apertadas, calcinhas de tecidos sintéticos e o uso de antibióticos. "Este tipo de medicamento pode alterar a flora de proteção vaginal e facilitar o aparecimento da candidíase", explica o especialista.

 

O fungo mais frequente entre as diversas espécies agentes da Candidíase é a Candida Albicans. Este fungo está presente em nosso organismo e normalmente fica localizado no intestino sem fazer mal algum. "Quando há queda de resistência do organismo ou modificação do ph vaginal, este fungo, por ser oportunista, prolifera e causa os sintomas conhecidos como irritações, pruridos, entre outros", diz doutor Élvio. "É importante ressaltar que você não adquire o fungo na praia, apenas dá para eles um ambiente favorável para se desenvolver rapidamente", esclarece.

 

Entre as principais medidas para evitar a candidíase nesta época do ano estão a preferência por calcinhas de algodão, evitar o uso de calças apertadas ou de materiais sintéticos, não ficar muito tempo com o mesmo biquíni molhado na praia ou na piscina e optar por saias e roupas leves ao invés de calças jeans, para que a região não fique tão abafada.

 

A medida mais indicada é procurar um especialista para um diagnóstico efetivo da doença feito por um exame ginecológico. "Após a consulta com um ginecologista, o tratamento é feito com cremes vaginais fungicidas associados ao tratamento oral. Mas caso a ocasião não permita que a pessoa busque ajuda médica rapidamente, outra opção são os tratamentos com banhos de assento feito com bicarbonato de sódio ou ácido bórico", alerta o médico. Existem diversos tipos de tratamentos para a candidíase, mas é comum que ocorra uma reincidência. Por isso, muitas vezes o tratamento deve ser feito por um período mais longo.

Momento entre amigas, conheça mais sobre o chá de lingerie!

Todo mundo tá cansado de saber que quando tem casamento na área logo aparece o chá de casa nova, ou quando tem mulher grávida é tempo de chá de fraldas ou o próprio chá de bebê. Mas e chá de lingerie? Tão importante quanto os outros, é uma boa forma de relaxar e se divertir durante as tensões e ansiedades que rodeiam as vésperas do casamento.

O site Papel e Estilo dá algumas dicas.  O bom é que o pesado da organização fique divido entre madrinhas e parentes próximas a noiva, sabendo que é uma reunião somente para as amigas mais próximas, até por que o conteúdo é muito íntimo.

Primeira coisa é ter uma lista de convidadas, mais lista de lingerie. Os itens deste última lista podem ser conjuntos, peças únicas, separada por cores, tecidos diferentes. Sempre bom pensar  que tipo de lingerie agradaria a noiva?

Uma das ideias do Papel e Estilo é fazer desse chá uma surpresa, se esse for o caso, tenha cuidado para tudo agradar a futura esposa, converse com a mãe dela ou até sonde com cautela a própria noiva.

Quanto ao cardápio numa reunião dessas são indicadas as comidinhas mais leves, espumantes, vinhos, tudo para descontrair!. E claro, as brincadeiras não podem faltar!  A festinha é quase uma despedida de solteira.

Outra dica que o BN Mulher pesquisou com especialistas em eventos é inserir conteúdo ao chá. Por que não convidar uma sexóloga ou alguma palestrante para falar de temas mais picantes ? Ou uma psicóloga de casais para falar sobre relacionamento. Logicamente sempre temas descontraídos e alegres.

Quarta, 10 de Janeiro de 2018 - 14:00

Nutricionista alerta para o perigo das dietas radicais

Nutricionista alerta para o perigo das dietas radicais
Foto: Pixabay

No verão, algumas pessaos sentem a necessidade de se livrar de alguns quilinhos extras e às vezes adotam práticas alimentares radicais, como excluir totalmente determinados alimentos, exagerar nos exercícios físicos ou até usar medicamentos sem prescrição médica. Medidas como essas, além de não serem eficazes a longo prazo, podem gerar sérios problemas de saúde. Mas então, como conseguir chegar ao peso ideal e manter a saúde em dia? A nutricionista Mayra Fiuza Silva, profissional cadastrada na plataforma Doutor123, separou dicas sobre as dietas que estão em alta e quais os perigos que elas apresentam.

 

Dieta Low Carb:
Como o próprio nome já diz, low (de baixo) e carb (de carboidrato), a dieta propõe reduzir a quantidade diária de carboidratos ingeridos e prioriza a alimentação baseada em vegetais e legumes, frutas com baixo teor de açúcar, oleaginosas e alimentos ricos em proteínas como carnes magras, leites desnatados e queijos brancos. A proposta é reduzir o nível de insulina na corrente sanguínea, uma vez que as células se obrigam a liberar a gordura estocada para suprir a necessidade de energia, o que resulta na perda de peso logo nos primeiros dias. Com resultados rápidos, os adeptos tendem a ficar empolgados e optam por abolir definitivamente o carboidrato, o que não é recomendado. O ideal é adequar o consumo desse grupo alimentício e escolher boas fontes do nutriente. A low carb proporciona uma maior saciedade e os picos de fome são reduzidos.

 

Dieta Glúten Free:
O Glúten é uma proteína presente naturalmente em diversos cereais, como cevada, trigo e centeio. Atualmente, cerca de 1% da população mundial possui a doença celíaca, ou seja, quando o glúten não é bem aceito pelo intestino e gera diversas reações como diarreia, gases e inchaço. Com a popularidade do assunto, muitas pessoas que não têm restrição à proteína decidiram bani-la com o intuito de emagrecer.
É preciso ter atenção e cautela, pois quando retiramos indiscriminadamente algo da nossa alimentação sem que tenhamos algum problema de saúde que justifique isso, podemos induzir nosso organismo a desenvolver patologias associadas à essa remoção. O próprio Conselho Regional de Nutricionistas emitiu o parecer técnico discorrendo sobre essa restrição do consumo de glúten como medida terapêutica.

 

Jejum intermitente:
Como o próprio nome já diz, é um tipo de jejum que inicia e recomeça por intervalos, que são definidos de acordo com a necessidade e disponibilidade de cada pessoa. Os protocolos mais comuns da prática são: jejum de 12 horas, de 16 horas e de 18 horas. O objetivo é fazer com que o corpo utilize os estoques de gordura e resulte em perda de massa gorda. Apesar de simples, a estratégia exige cuidado, pois para iniciá-la, o indivíduo já deve fazer refeições saudáveis e balanceadas ou o processo ficará muito mais complicado e de fácil desistência. Como qualquer outra mudança brusca na alimentação, o jejum intermitente também exige acompanhamento médico e não pode ser feito por qualquer pessoa. A dieta não é aconselhada para crianças, gestantes e idosos.

Férias pode ser o momento ideal para fortalecer a relação de pais e filhos
Foto: Pixabay

As férias chegaram e este é o período ideal para estreitar o convívio familiar, pois, durante o ano, o trabalho dos pais, a escola e a correria diária acabam deixando pouco tempo para brincadeiras e para o lazer familiar. Segundo a neuropediatra Dra. Karina Weinmann, a convivência familiar é fundamental para o desenvolvimento infantil. “Sabemos que na prática nem sempre os pais estarão com energia e disposição para brincar com as crianças depois de um dia exaustivo no trabalho. Por isso, é preciso aproveitar esse recesso no final do ano e as férias escolares para estar mais disponível para a criança”, explica ela.

 

A neuropediatra também alerta que nas férias os pais devem incentivar brincadeiras ao ar livre e reduzir ao máximo o uso de aparelhos eletrônicos, como celulares e computadores. “Esse uso excessivo da tecnologia é muito prejudicial para crianças e adolescentes" adverte ela. "Pode atrasar a fala, levar a criança a não aprender a interagir socialmente e se fechar. Sem contar nos prejuízos motores e na contribuição para o aumento de peso devido ao fato de ser uma atividade sedentária”, completa a médica. 

 

Há muitas atividades que podem ser feitas tanto em casa, como nas viagens. Além das básicas, como jogar bola, empinar pipa, brincar de esconde-esconde, pega-pega, etc., confira outras sugestões:

 

Explore a sua cidade: Para quem não pode viajar, a dica é explorar a cidade. Visite parques que você nunca levou as crianças, praças e outros lugares ao ar livre. Aproveite para fazer um piquenique, jogar bola, empinar pipas, levar a bicicleta. Lembre-se de interagir com a criança e ajudá-la a fazer novas descobertas, como animais, árvores, subir em brinquedos, fazer trilhas, etc.

 

Um pouco de cultura: Muitas cidades possuem museus, planetários e outros espaços que podem ser desconhecidos para a criança. Escolha de acordo com a idade e aproveite.

 

Sujar faz bem: O calor é ótimo para inventar brincadeiras sensoriais. Lama, tinta e tudo que possa incentivar o tato são ótimas atividades para trabalhar o processamento sensorial. Vale até gelatina na banheira. Sujar faz bem para a criança, ela precisa ter esse contato com terra, água, tintas e outras texturas. Comer fruta com a mão e se lambuzar também é uma ótima ideia. 

 

Pequenos chefs: Organize uma receita fácil e peça ajuda da criança. Fazer um bolo, uma vitamina, etc. Lembre-se de não envolver a criança com facas ou fogo, mas o restante da receita como bater, quebrar os ovos, colocar a farinha, etc. são atividades importantes para desenvolver a autonomia.

 

Acampadentro: Uma atividade ótima é o acampamento. Você pode bolar um no quintal de um parente caso more em um apartamento. Vale contar histórias, ler livros, ouvir música, etc. Chame os amigos ou primos para se tornar ainda mais divertido.
Há outras brincadeiras que podem ser feitas, como pular amarelinha, corre cotia, dança da cadeira, estátua, morto-vivo, etc.

Domingo, 07 de Janeiro de 2018 - 14:00

Comece o novo ano com a alimentação saudável

Comece o novo ano com a alimentação saudável
Foto: Shutterstock

Na agenda de muita gente, o fim de ano é o momento ideal para traçar novas metas e objetivos para o próximo que virá. Conseguir tornar a rotina mais saudável, principalmente na alimentação, está entre as medidas mais desejadas, de acordo com a nutricionista Gabriella Alves, da Corpometria.

 

Segundo ela, o primeiro passo é querer a mudança. Mudar a alimentação e optar por comidas mais saudáveis pode trazer inúmeros benefícios, como melhora da qualidade de vida, de disposição, funcionamento intestinal, qualidade do sono, melhora do raciocínio e até do humor. Confira alguns passos para iniciar o novo ano com foco em mudar sua rotina para melhor.

 

Não se apegue às calorias:
Na hora de começar a seguir uma dieta mais saudável, um dos principais erros é o apego às calorias. Isso por que, de acordo com a nutricionista, elas não podem ser analisadas isoladamente para determinar se um alimento deve ou não ser consumido. "Se o objetivo for emagrecer deve-se acreditar que o importante é reduzir o consumo alimentar. A composição do seu cardápio importa mais que as calorias totais dele", conta.

 

Dieta é individual:
Alie-se a um nutricionista para compreender suas necessidades e escolhas. E se você viu a blogueira fazendo uma dieta e acha que ela vai dar certo para você também, é muito provável que você esteja enganado. Um dos erros mais comuns é seguir dietas prontas ou de outras pessoas. "As dietas devem ser individualizadas para que os objetivos sejam atingidos de forma adequada para quem as segue. Cada corpo responde de uma forma, por isso a orientação deve ser personalizada", ressalta Gabriella.

 

Menos industrializados:

Por causa da correria do dia a dia, acaba sendo mais fácil optar por um alimento industrializado. Mas, vale lembrar: eles devem ser moderadamente consumidos pois contêm alto teor de sódio, gordura trans, corantes e conservantes químicos que são prejudiciais ao organismo. Dessa forma, alimentos como batatas fritas com sabor e certos embutidos podem não ser boas escolhas para o dia-a-dia. "A dica é sempre levar pequenas porções de castanhas ou até mesmo uma fruta para quando a fome apertar", orienta Gabriella.

 

Sem restrição absoluta:
A restrição absoluta de determinados alimentos é necessária apenas em casos específicos, como o de pessoas que possuem doenças como diabetes. Para quem não possui problemas como esse, o radicalismo pode não ser o melhor aliado para quem busca se reeducar e adquirir hábitos alimentares saudáveis e duradouros. A flexibilidade com a alimentação é importante para que seja criada uma consciência diante das melhores escolhas. "A imposição (ou proibição) pode levar a um aumento da ansiedade e maior desejo por alimentos indevidos", acrescenta a nutricionista. Permitir o consumo de alimentos de preferência com a devida orientação nutricional tende a facilitar a criação de uma consciência alimentar sem imposição, sem sofrimento.

Quinta, 04 de Janeiro de 2018 - 14:00

Quais remédios você pode levar para viagens com crianças

Quais remédios você pode levar para viagens com crianças
Foto: photodeti / Thinkstock / Getty Images

Viajar em família é sempre bom e melhor ainda é não tomar nenhum susto. Por isso, alguns pais gostam de carregar uma farmácia na mala para no caso de acontecer alguma coisa com os pequenos. Alguns remédios são úteis, mas pé preciso ter cuidado ao escolher o que comprar e especialmente quando usar. "O ideal é levar certos medicamentos para emergências, até que a criança receba auxílio médico se for preciso, mas a automedicação não deve ser estimulada", conta o pediatra Victor Horácio, do Hospital Pequeno Príncipe, em São Paulo. Veja algumas recomendações sobre as categorias mais famosas de remédios, mas lembre-se que é válido conversar com o pediatra do seu filho antes de arrumar a bolsa de remédios.

 

Analgésicos e antitérmicos:

Dipirona e paracetamol são os mais comuns. Como são nconsiderados seguros, eles podem ser utilizados quando a criança se queixa de dor ou febre, mas é bom ficar de olho na evolução do quadro. O pediatra orienta que se a febre não baixar cerca de 20 minutos depois de ingerir o medicamento, é melhor procurar um atendimento médico.

 

Para estômago e intestino:

De acordo com o site da revista Bebê, as mudanças na dieta que geralmente ocorrem nas férias podem bagunçar a digestão das crianças. Princípios ativos como simeticona aliviam cólicas e gases e entram na mala caso sejam necessários. Se uma diarreia surgir, antes de apelar para os remédios, é bom investir na hidratação. "Na presença de vômitos, diminua a quantidade e aumente a frequência da ingesta de líquidos", orienta Horácio.

 

Para o caminho:

Muitas crianças podem ter dores de ouvido durante a viagem de avião, para esse caso, a pediatra Mariane Franco indica remédios de uso local à base de xilocaína, para aliviar a situação. No banco de trás do carro ou no barco, as crianças podem se sentir enjoadas. "Nesse caso, costumamos recomendar bromoprida ou cloridrato de piridoxina, cerca de trinta minutos antes de começar a viagem", explica a médica.

 

Antialérgicos: 

Picadas de inseto podem desencadear reações alérgicas, mas o antialérgico não pode ser administrado por conta própria, por isso, prefira o uso de pomadas que aliviam o inchaço local e o incômodo das picadas. No caso de médicamentos atópicos, Mariane ensina que "o ideal é perguntar para o pediatra, que avalia o histórico da criança para prescrever o remédio certo". 

 

Antibióticos:

A recomendação médica é não levar esse tipo de medicamento em viagens. As infecções bacterianas podem ser confundidas com as virais, então se suspeitar do quadro, procure o serviço de emergência mais próximo para identificar o melhor tratamento", explica Mariane.

Mantenha postura correta como prevenção para problemas de saúde
Foto: Freepik

A postura no trabalho não se refere apenas sobre como se vestir e como falar com chefes e subalternos, a postura física também conta muito. A má postura física pode acarretar problemas na coluna que leva desde a dores no pescoço até as pernas. Existe a maneira certa de ficar de pé e de se sentar a frente do computador, por exemplo.

Na parte de Utilidade Pública, no site da Associação Brasileira de Quiropraxia, existe um guia sobre como se sentar de forma correta.

Primeiro saiba que é essencial mudar de posição periodicamente: O homem não foi “projetado” para ficar parado muito tempo. Não importa que tenhamos a postura mais correta do mundo, se permanecermos mais de 20-40 minutos nesta postura, vamos começar a sentir desconforto. Portanto, procure variar a sua postura periodicamente. É recomendado mudar de posição, ou simplesmente dar uma volta, tomar um café ou uma água.

Sempre que for sentar diante de uma mesa, com ou sem o computador, tenha seus pés fixos ao chão, de maneira que suas pernas fiquem esticadas, de modo que os joelhos fiquem num nível a baixo da bacia. Mudar a posição das pernas é importante também. Preste atenção na forma de sentar o idel é manter o tronco ereto, sente-se com a as nádegas tocando no encosto, ou no vão do encosto.

De uma maneira geral, a boa postura é garantida com o mínimo de esforço muscular, se causar incômodo é por que não está correta.

Terça, 02 de Janeiro de 2018 - 14:00

Veja como conquistar um bronzeado saudável

Veja como conquistar um bronzeado saudável
Foto: Shutterstock

Com o verão que acabou de chegar, como tem muita gente que gosta de ficar com o bronzeado em dia, vale ver algumas dicas para manter a cor de forma saudável.

 

1. Esfoliar a pele dias antes de se expor ao sol ajuda a remover as células mortas e outros resíduos superficiais da pele, favorecendo um bronzeado uniforme. 

 

2. Use um protetor solar com fator 30. Um FPS superior não deixa bronzear e um  inferior não protege de queimadutaas. O produto deve ser aplicado a cada trinta minutos antes da exposição e reaplicado com frequência. Também é necessário espalhar a loção de maneira correta e uniforme.

 

3. Divida o bronzeamento em sessões diárias de uma hora. O hábito reduz o risco de queimaduras e estimula o organismo a produzir melanina, que dá a cor tão desejada e protege a pele nas próximas rodadas de sol. Procure ir para o sol nos períodos antes das 10h e depois das 16h, para garantir um bronzeado mais saudável.

 

4. De acordo com o site da revista Máxima, alimentos com betacaroteno, como cenoura, mamão e beterraba estimulam a produção de melanina. 15 dias antes de se expor ao sol, comece a consumir esses alimentos diariamente. 

 

5. Depois do sol, é importante aplicar hidratante na pele. É natural a pele ficar desidratada e ressecar depois da exposição ao sol. É preferível escolher produtos com ativos que acalmam a cútis e retenham as moléculas de água na pele.

Sábado, 30 de Dezembro de 2017 - 14:00

Amamentação ajuda também na saúde bucal das crianças

Amamentação ajuda também na saúde bucal das crianças
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O ato de amamentar traz inúmeros benefícios para a saúde da criança. O leite ajuda o corpo a lutar contra infecções e reduzir os riscos de desenvolver diversas doençaas, como asma e infecções. Além disso, a amamentação também ajuda no desenvolvimento da cavidade bucal da criança. 

 

De acordo com a Dra. Sandra Kalil, membro do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), a succção feirta pelo bebê quando amamenta auxilia o desenvolvimento dos ossos maxilares, que ainda não estão totalmente formados no recém nascido. "Ao mamar, então, o bebê esta incentivando o crescimento desses ossos, que vão, no futuro, receber os dentes. Juntamente com o estimulo ósseo, isso garante o posicionamento dos dentes e a boa formação da dentição, que só se resolve completamente por volta dos dois anos de idade, época em que o desmame é recomendado", explica ela.

 

O exercício também trabalha a musculatura em volta da boca do bebê, o que significa que os músculos da língia, da bochecha e dos lábios estão sendo exercitados durante a mamada. A amamentação também ajudará na pronúncia correta das palavras no futuro, bem como na postura da criança, evitando que ocorram desvios da coluna vertebral.

 

Apesar dos benefícios, de acordo com o site Terra, muitas mães ainda ficam na dúvida sobre até quando devem amamentar, pois o aleitamento materno tem sido frequentemente associado ao grande problema atual das cáries de início precoce. No entanto, não existem evidências científicas a esse respeito e por isso, os profissionais em odontologia pediátrica seguem recomendando a amamentação exclusiva pelo menos até os seis meses de vida do bebê. 

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